Hematologia

Unidades de tratamento

A Hematologia do HIAE conta com a estrutura física do Centro Oncológico para o tratamento dos pacientes com as mais diversas doenças oncohematológicas, tais como: linfomas, leucemias e mielomas.

Interagindo com todas as unidades de internação do HIAE e atendendo também às necessidades dos pacientes sob tratamento oncohematológico, o Banco de Sangue está preparado e munido de toda tecnologia de ponta e equipe capacitada.

Infraestrutura para Transplantes de Células-Tronco Hematopoiéticas

A nova ala de Hematologia e Transplantes de Células-Tronco Hematopoiéticas tem capacidade para atender pacientes com comprometimento imunológico da forma mais segura e moderna.

Além de ser um dos poucos centros que realizam esse tipo de transplante no País, a inauguração do novo espaço permitirá ao Einstein o atendimento de um número maior de pessoas, incluindo os pacientes atendidos via parcerias com o poder público (responsabilidade social).

A dificuldade dos hospitais em realizar os transplantes se dá pelo custo do tratamento. Além da necessidade de ambientes altamente estéreis e seguros, o tempo de recuperação dos pacientes é bastante prolongado em função do seu sistema imunológico prejudicado.

Dispondo de projetos sociais, o Einstein apresenta, com a inauguração dessa nova ala, um avanço para a saúde pública e para o tratamento desse tipo de doença. O ambiente será utilizado não somente para a realização de transplantes, mas também para cuidados com doenças como leucemia, linfomas, mieloma múltiplo, anemia aplástica e imunodeficiências congênitas (assista ao vídeo sobre crianças que receberam o transplante).

Pacientes com este tipo de problemas têm extrema facilidade para contrair infecções, mas passam a contar, na instituição, com tecnologia exclusiva para a realização desse controle.

A nova ala conta com 14 leitos, filtros de ar especiais e pressão positiva em todos os quartos. É cercada por corredores esterilizados para a proteção de infecções e sistema independente de água, de forma que, se houver algum tipo de contaminação central, esses pacientes permanecerão a salvo do contato. O ambiente conta também com esterilização computadorizada a 80°C de todo o sistema hidráulico.

Para atender aos pacientes de forma completa, a equipe multidisciplinar contará com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, dentistas, nutricionistas, psicólogos, profissionais de medicina integrativa e complementar e assistentes sociais com foco central no indivíduo.

Atuando também em Responsabilidade Social

Além de ajudar na capacitação de profissionais de várias regiões do Brasil para transplantes de medula óssea e banco de cordão – para obtenção de células-tronco – o Einstein desenvolve diversos programas em benefício da comunidade.

Em 2010 passará a realizar a dosagem sanguínea do Bulsufano, um dos mais importantes quimioterápicos utilizados no transplante de leucemias, sem o qual a doença pode voltar. Acredita-se que o índice de sobrevida, no Brasil, entre pacientes que tomam o medicamento deve passar de 45% para mais de 70%.

Conforme o vídeo que acompanha essa reportagem - sobre crianças que realizaram o transplante no Einstein - as imunodeficiências primárias (ou congênitas) podem levar os pacientes à morte no primeiro ano de vida. Um dos poucos tratamentos é o transplante de células-tronco hematopoiéticas, disponibilizado pela instituição - e talvez o mais caro e complexo entre todos os transplantes. Além disso, o Einstein tem trabalhado, junto a instituições parceiras, na ampliação do difícil diagnóstico da doença.

O Einstein também desenvolveu com a USP de Ribeirão Preto uma modalidade pioneira de transplantes em esclerose múltipla, lupus e outras doenças auto-imunes, capaz de dar bons resultados em até 70% dos casos. Trabalho pelo qual ganhou o Prêmio Abril em Saúde 2009.

E como um dos maiores problemas do SUS é a disponibilidade de leitos para transplantes complexos, o Einstein, com apoio da ONG Instituto Mariana, está viabilizando 24 transplantes/ano para "desafogar a fila" do Sistema Único de Saúde.

Assista ao vídeo sobre as imunodeficiências primárias e conheça os casos de Isaque e Riquelme, de cinco e dois anos respectivamente, que ganharam nova expectativa de vida com os transplantes que realizaram com a equipe de Hematologia do Einstein.

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