Programa |
Tipo |
SOBREVIDA
3 anos
Equipe HIAE |
Benchmarking |
Est. SP |
UNOS* |
Fígado |
Paciente
Período analisado |
79%
jul/06 a jul/11 |
66%
jul/06 a jul/11 |
79%
2004 a 2007** |
Enxerto
Período analisado |
68%
jul/06 a o jul/11 |
60%
jul/06 a jul/11 |
74%
2004 a 2007** |
P. Hepatocarcinoma
Período analisado*** |
88%
jul/06 a o jul/11 |
70%
jul/06 a jul/11 |
85%
2006 a 2007** |
Rim |
Paciente
Período analisado |
91%
jan/02 a out/10 |
83%
jan/02 a out/10 |
89%
2004 a 2007** |
Enxerto
Período analisado |
89%
jan/02 a out/10 |
75%
jan/02 a out/10 |
80%
2004 a 2007** |
* United Network for Organ Sharing - EUA
** Excluídos os Re-Transplantes
*** Sobrevida de 1 ano pós-transplante
Breve descrição do indicador:
A tabela acima mostra um comparativo entre a taxa de sobrevivência em transplantes realizados no Einstein com os realizados no Estado de São Paulo e também nos melhores centros transplantadores dos Estados Unidos.
Porque é importante medir?
A taxa de sobrevivência é considerada um dos melhores indicadores de resultados assistenciais do transplante de órgaõs, pois refletem a qualidade da assistência prestada e a segurança oferecidos aos pacientes atendidos nas diversas instituições transplantadoras.
Como é feito o cálculo?
O cálculo é feito por meio de modelos estatísticos de análise de sobrevivência e foram obtidos no site da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e da UNOS - "United Network for Organ Sharing", entidade reguladora dos transplantes nos Estados Unidos
Como interpretar os dados?
Na tabela apresentada, foram analisados o tempo de sobrevida de paciente e enxertos (órgãos) em períodos considerados de relevância para o estudo. No caso, sobrevivência de 1 e 3 anos após o transplante.
Para a análise, foram determinados períodos distintos para cada órgão, considerando o início da atuação das equipes na instituição (para transplante de rim), e data da alteração dos critérios de distribuição do fígado por ordem de gravidade dos pacientes em fila de espera (para transplante de fígado). Tais períodos estão descriminados na tabela, logo abaixo da taxa de sobrevivência.
Sobrevivência do Paciente
Na tabela observa-se que 81% dos pacientes submetidos a transplante de fígado no Einstein permanecem vivos após 3 anos da cirurgia. Nos transplantes realizados em pacientes portadores do câncer hepático (Carcinoma Hepatocelular - CHC) e com falência hepática aguda (FHA), observa-se que 91% e 83% respectivamente continuam vivos após 1 ano da realização do procedimento.
Já no Transplante de Rim, podemos observar que 91% dos pacientes contiuam vivos após 3 anos da cirurgia.
Sobrevivência do Enxerto (órgão)
Eventualmente o órgão transplantado pode não funcionar adequadamente levando à necessidade de um retransplante, por isso a sobrevida do enxerto também deve ser acompanhada. As taxas de sobrevivência dos enxertos, apresentadas na tabela acima, mostram que 70% dos fígados transplantados e 89% dos rins, continuam funcionantes, ou seja, sem a necessidade de retransplante.
Comparação com o mercado externo.
O comparativo é realizado com a taxa média de sobrevivência nas instituições transplantadoras do Estado de São Paulo e da UNOS. Nesta última, realizamos ainda o comparativo com a melhor sobrevivência entre as instituições encontradas que realizaram quantidades semelhantes de transplantes.
Analisando o quadro comparativo, podemos observar que as taxas de sobrevivência em transplantes realizados no Einstein apresentam resultados superiores à média do Estado de São Paulo e, em grande parte, aos da UNOS e, ainda, são comparáveis aos obtidos nos melhores centros dos Estados Unidos.