Instituto do Cérebro

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Neuroestimulação

O grupo de neuroestimulação utiliza equipamentos e técnicas de vanguarda, com destaque para a estimulação magnética transcraniana, em estudos sobre o funcionamento normal do cérebro e seus distúrbios, assim como em pesquisas sobre novas estratégias de tratamento para doenças neurológicas.

O fenômeno de indução eletromagnética foi descrito por Michael Faraday em 1831. Ele observou que a variação de um campo magnético causada pela passagem de corrente elétrica em um condutor era capaz de induzir uma corrente elétrica em outro condutor localizado nas proximidades. Então, na estimulação magnética o que se faz é colocar uma bobina (na qual há vários fios enovelados) sobre a cabeça de uma pessoa, perto da área que se quer atingir. Uma corrente elétrica passa rapidamente pela bobina, induzindo um campo magnético. Quando a corrente é desligada, a mudança rápida no campo magnético induz um campo elétrico perto da bobina. Então, pode ser induzido um campo elétrico no cérebro, a 1-2 cm da bobina (com as bobinas mais utilizadas em pesquisa). Este campo elétrico pode despolarizar neurônios.

A estimulação magnética (que na verdade, é uma estimulação elétrica que se vale de um princípio de indução eletromagnética) pode ser usada para estimular ou inibir neurônios cerebrais. A técnica pode ser usada para compreender melhor o funcionamento do cérebro e assim desenvolver melhores tratamentos.

Linhas de pesquisa

Avaliação da excitabilidade cerebral

Através da estimulação magnética transcraniana, é possível realizar pesquisas sobre a excitabilidade do cérebro e assim, entender os mecanismos de doenças como o acidente vascular cerebral, a enxaqueca e a síndrome de pernas inquietas.

Neuromodulação

A estimulação magnética transcraniana pode ser utilizada para modificar a excitabilidade do cérebro, o que pode auxiliar no tratamento de doenças. No Brasil, é aprovada para o tratamento de depressão e de alucinações auditivas.

Pesquisadores

Samir Magalhães

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Publicado em 26/09/2014


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