Nutrição

Dieta ajuda a diminuir efeitos de medicamentos pós-transplante

Confira dicas para conter principais efeitos colaterais dos imunossupressores.

Alimentos para o bom humorA não adesão aos tratamentos ou às recomendações clínicas pós-transplante é uma das cinco principais causas de perda do órgão transplantado pelos pacientes que passam por este tipo de procedimento.

Dentre essas recomendações, uma dieta balanceada e capaz de reduzir o impacto dos imunossupressores é uma das mais importantes, já que esta classe de medicamento é utilizada pelo paciente pelo resto de sua vida.

Os imunossupressores previnem a rejeição do órgão transplantado e a sua utilização pode causar diversos efeitos colaterais. Os mais comuns são: aumento da pressão arterial, aumento dos níveis sanguíneos de potássio, colesterol e triglicérides e o aumento do apetite, que pode levar ao ganho de peso.

“Nos primeiros meses depois do transplante, a dose de imunossupressores ingerida é maior e uma dieta especial deve ser seguida mais rigorosamente, de acordo com as recomendações do médico e do nutricionista do paciente”, explica Rosana Cardoso, nutricionista do Einstein.

“Apesar disso, no geral, a dieta do paciente transplantado, para combater os efeitos do medicamento imunossupressor, é a de uma alimentação balanceada em calorias, vitaminas, proteínas e minerais”, afirma.

Para cada tipo de transplante, o paciente deve procurar uma dieta segura e personalizada. Seguem algumas informações sobre o que se pode fazer para conter os efeitos colaterais da maioria desses medicamentos.

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