Acesso rápido
einstein.br Einstein Saúde Tecnologia e Inovação
Tamanho da letra: RSS
Nova diretriz americana para rastreamento do câncer de mama
Células-tronco para tratar a osteoartrose
Os dermatologistas contam, hoje, com um verdadeiro arsenal
Tratamento diferenciado para câncer raro
Mapeamento do genoma prevê e previne doenças e possibilita tratamento sem efeitos colaterais
Einstein disponibiliza técnica italiana com pós-operatório indolor e sem complicações
Pesquisa do descobre que planta amazônica é mais efetiva que outros estimulantes
Novo equipamento distrai crianças e facilita realização do exame
Laser de femtosegundo permite melhor encaixe do tecido transplantado e será disponibilizado a pacientes do SUS
A Força-Tarefa de Serviços Preventivos do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos recomenda que a mamografia em mulheres fora do grupo de risco seja feita a cada dois anos, a partir dos 50
Nova pesquisa do IIEP tem como objetivo frear a degeneração da cartilagem do joelho
Hospital comemora e desponta como multiplicador de conhecimento pioneiro entre profissionais de todo o país
Tumor no pâncreas é retirado com cirurgia robótica
Hormonioterapia é o nome dado ao tratamento que se vale de uma interferência na produção dos hormônios ou no efeito destes sobre as células tumorais.
Os pacientes do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) contam agora com o sistema robótico da Vinci para a realização de cirurgias minimamente invasivas.
A cirurgia cardíaca tradicional, em que o tórax do paciente é aberto para que a equipe médica possa restaurar o órgão que bombeia sangue para todo o corpo, sem dúvida tem ótimos resultados. Entretanto, requer pelo menos 40 dias para a recuperação em virtude da necessidade de cicatrização óssea.
Equipamento de última geração, que reduz o tempo do exame e demanda menos radiação, é utilizado nos principais hospitais do mundo e o primeiro a chegar ao país
Um dos grandes desafios da neurologia é diagnosticar o mais cedo possível as alterações no cérebro que podem indicar o início do Alzheimer – uma degeneração cerebral que atinge cerca de 3% da população com idade entre 65 e 74 anos. “O único fator de risco conhecido para seu desenvolvimento é a idade: acima de 60 anos, a probabilidade é maior e, a cada cinco anos, dobra”, relata o dr. Ivan Hideyo Okamoto, neurologista do Hospital Israelita Albert Einstein.
De forma gradativa, os tremores involuntários nas pernas ou nos braços começam a se intensificar. O andar torna-se cada vez mais lento e os movimentos, rígidos. Abotoar a camisa pode ser uma tarefa bem trabalhosa.
Imagine a sensação de uma pessoa que sofre de tendinite crônica ao levantar o braço para alcançar um objeto. Há quem chegue a limitar movimentos para não sentir o incômodo. Conviver com uma dor crônica não é nada simples, e a medicina tem buscado alternativas para combater essa sensação.
Quando se fala em cirurgia cardíaca, uma das imagens que vem à cabeça é a do paciente com tórax aberto por muitas horas e médicos com bisturis em punho. <br>Realmente, esse é um método bastante utilizado em pacientes com problemas graves na valva aórtica. Mas, o que pode ser feito quando o paciente está frágil e pode não resistir à cirurgia tradicional?
Caminhar é um ato – muitas vezes – mecânico. É possível falar ao celular enquanto se caminha, conversa com um amigo, olha as vitrines ou presta atenção nos carros. Parece simples, mas na verdade um passo envolve várias partes do corpo: braços, pernas, tronco, cabeça, músculos e sistema nervoso central.
O Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, é a terceira causa de morte no mundo e a segunda no Brasil, perdendo apenas para o infarto agudo do miocárdio, de acordo com Tânia de Oliveira Lopes, enfermeira case manager da neurologia do Hospital Israelita Albert Einstein.
Exames de imagem revolucionam o diagnóstico de doenças do cérebro
Em média 35 minutos é o tempo entre a chegada de um paciente no Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) com suspeita de acidente vascular cerebral – mais conhecido como derrame – e o diagnóstico que confirma ou descarta essa possibilidade.
O câncer de mama é a quinta causa de morte por câncer no mundo e o segundo tipo mais frequente, pois aproximadamente 7% das mulheres devem desenvolver a doença durante a vida. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 milhão de novos casos da doença são diagnosticados anualmente e a incidência está aumentando em países europeus, afetando uma a cada 16 mulheres.
Reiki, ioga e acupuntura. Essas técnicas já estão sendo utilizadas, em conjunto com as tradicionais quimioterapia e radioterapia, no tratamento contra o câncer. As técnicas milenares, que comprovadamente trazem bem-estar a seus praticantes, agora são estudadas para verificar quais benefícios podem oferecer aos pacientes que lutam contra o câncer.
O coração é como o motor de um carro. É esse órgão de cerca de 300 gramas que faz com que a “máquina” que é o corpo humano funcione a pleno vapor. É um músculo entremeado de veias e artérias. Bate em média 80 vezes por minuto bombeando sangue para o organismo. Mas, nem todo coração é ritmado. Alguns batem demais, outros, menos. É o caso de quem sofre de arritmia: o distúrbio do ritmo cardíaco.
Surpresa, desespero, negação, tristeza e superação são sensações experimentadas ao descobrir-se diante de um diagnóstico inesperado.
Pouco conhecido e raro entre a população, o tumor neuroendócrino é uma proliferação anormal de células neuroendócrinas - linhagem de células com funções distintas dependendo do órgão em que se encontram. Não se conhece a causa exata deste tumor. Pode se localizar nos pulmões, ao longo do tubo digestivo, incluindo apêndice, estômago, intestino delgado e grosso, reto e pâncreas. Os sintomas podem demorar anos para aparecer e, devido à liberação de substâncias biologicamente ativas por alguns desses tumores
O HPV é a doença sexualmente transmissível mais freqüente na população feminina sexualmente ativa. Chamado de papilomavírus humano, o HPV apresenta mais de 100 tipos de vírus que causam infecção em pele e mucosas.
Tecnologias cada vez mais avançadas são desenvolvidas por pesquisadores no mundo todo, com o objetivo de detectar doenças - antes difíceis de diagnosticar, e que, em muitos casos, levam à morte. Dessa vez, quem agradece a evolução tecnológica é o coração. Com o aparelho de Eletrocardiograma de Alta Resolução, os médicos conseguem detectar pequenas lesões no músculo cardíaco e estimar o risco de uma parada cardíaca ou mesmo de morte súbita. <br>Apesar de muito utilizado no exterior, o Hospital Israelita
Há 25 anos, as pessoas que sofriam de miopia, catarata ou prebiospia (a famosa vista cansada) não tinham alternativa: precisavam usar óculos. Hoje, a história é outra. O avanço da oftalmologia oferece opções aos três tipos de deficiência. Os míopes recorrem, há mais tempo, à cirurgia. Em 2004, os pacientes com catarata também começaram dar adeus aos óculos. E agora chegou a vez das pessoas que sofrem de prebiospia.
Os pacientes que sofrem com as doenças auto-imunes, provocadas por reações do sistema imunológico contra o próprio organismo, têm à disposição novas formas de tratamento. É a terapia biológica, medicamento obtido por meio da engenharia genética. "Ela reproduz os efeitos de substâncias já existentes em nosso corpo, fabricados pelo sistema imune, e atua diretamente no processo inflamatório da doença", explica o professor Dr. José Goldenberg, clínico geral, reumatologista e vice-presidente do Hospital
Células-tronco embrionárias em debate <br>A cada passo da medicina nas pesquisas com células-tronco embrionárias há um novo entrave. Ciência e religião debatem em campos opostos. A mais recente descoberta, publicada em agosto na versão on-line da Revista Nature , em princípio contorna o maior obstáculo ético para a pesquisa: a perda do embrião. Trata-se de um método capaz de obter células-tronco embrionárias sem prejudicar o embrião a partir do qual foram geradas. Entretanto, grupos contrários às pesquisas
Maior órgão do sistema digestório, o intestino delgado – que mede entre 4 e 6 metros em um adulto – agora pode ser estudado por meio de um exame de alta tecnologia: a cápsula endoscópica, um método de vídeoendoscopia.
A terapia celular é uma das grandes esperanças da medicina, mas ainda apresenta alguns dilemas éticos e precisa de tempo para ser mais bem estudada.
Uma nova metodologia está mudando para melhor a área da saúde. É a telemedicina, que possibilita aos médicos a troca de informações a distância, seja para debater a melhor escolha de tratamento para um paciente ou investir na capacitação profissional.
Saber como está o bebê, durante a gravidez, é uma constante preocupação dos pais. A ansiedade é intensa nessa fase. Mas essa preocupação atualmente vai além do simples pré-natal. Hoje é possível rastrear alterações genéticas no feto ainda no primeiro trimestre de gestação.
Dias de exposição ao sol, má alimentação e a implacável lei da gravidade são alguns dos fatores que tornam a pele, maior órgão do corpo humano, mais fina e menos elástica. Com o amolecimento da epiderme, as marcas do tempo ficam cada vez mais visíveis. Para acabar com esse problema, ou pelo menos amenizá-lo, há uma legião de recursos cosméticos, além de um aliado poderoso: o tratamento a laser.
Há um prognóstico na medicina ortopédica que nenhum especialista pode contrariar: a cartilagem humana, quando lesada, nunca poderá ser restabelecida exatamente igual ao antigo tecido sadio – não há procedimento ou receita, até hoje, que faça isso ocorrer.
Precisão é a palavra de ordem no tratamento com radioterapia. Ao se determinar com exatidão o local do tumor, aumenta-se as chances de controlar a doença. Isso porque o tratamento torna-se mais eficaz, uma vez que o alvo é acertado de forma precisa, além de diminuir os efeitos colaterais. Ganho para o paciente, que passa menos tempo nas sessões de simulação e planejamento e tem mais qualidade de vida.
Como o cérebro responde aos estímulos do mundo externo? Esta é a pergunta que pesquisadores do Instituto do Cérebro, um dos setores do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP), pretendem responder com a criação de um banco de dados de neuroimagem.
O coração tem mais um aliado na investigação dos problemas nas artérias: a Angiotomografia de Coronárias. Trata-se de um exame não-invasivo que analisa as artérias e consegue identificar obstruções, malformações vasculares e, ainda, avaliar o funcionamento do miocárdio. De acordo com dr. César Nomura, radiologista do Hospital Israelita Albert Einstein, este exame é realizado por um equipamento de tomografia computadorizada de última geração, presente somente em poucos hospitais.
Desde dezembro de 2006 os pacientes do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) contam com tecnologia de alta precisão para o tratamento de alguns tipos de câncer: a Radioterapia Guiada por Imagem (IGRT), que possibilita a localização exata dos tumores.
O sangue do cordão umbilical do recém-nascido, antes descartado, passou a ter um outro valor, pois é rico em células-tronco, capazes de se diferenciar nos diversos tipos de células do sangue. Agora, o cordão umbilical pode ser doado e o sangue proveniente dele armazenado em baixíssimas temperaturas. O objetivo é utilizar esse sangue nas terapias que antes exigiam o transplante de medula óssea.
Perceber as cores, ver os objetos com nitidez, ler um livro. Atitudes cotidianas e simples para quem enxerga bem, mas para crianças, adultos ou idosos que nasceram com problemas ou foram perdendo a visão essas atividades podem significar um grande esforço. De acordo com dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, há no mundo 50 milhões de cegos, 180 milhões de pessoas com alguma deficiência visual e 135 milhões com risco de cegueira. Para tentar mudar essas estatísticas, a receita é exames preventivos
Um recurso que oferece menor tempo de internação e melhor recuperação já está disponível no Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Trata-se do Centro de Cirurgia Minimamente Invasiva (CCMI), o primeiro da América Latina com tecnologia de última geração.
Para quem nunca ouviu falar pode soar estranho, mas existem cremes anti-rugas, com minúsculas cápsulas de vitamina A, que camuflam marcas de expressão; calças que depilam as pernas; peças de roupas que vêm com hidratante; uniformes de exército com sensores eletrônicos à prova de balas e capazes de estancar hemorragias.
Graças ao desenvolvimento da terapia celular, com as células-tronco, será possível, nas próximas décadas, restaurar células nervosas, ajudar na regeneração de órgãos como o fígado e o coração, e até chegar à cura do diabetes tipo 1 e de doenças degenerativas como o mal de Alzheimer.