O surfe foi criado no Havaí há muitos séculos, pelo rei polinésio Tahito. O esporte chegou ao Brasil na década de 30, trazido pelo santista Osmar Gonçalves. Atualmente, o país está no segundo lugar mundial na categoria júnior, no que diz respeito ao número de participantes, e na terceira colocação mundial na categoria principal amadora.
De acordo com a Confederação Brasileira de Surf (CBS), 2,5 milhões de brasileiros praticam o esporte, em ambas as categorias.
A escolha do esporte, em geral, ocorre mais pela facilidade em frequentar regiões de praia e por aptidão do que pela atividade em si. Mesmo assim, especialistas garantem que o surfe é um ótimo exercício.
“É uma atividade completa; trabalha a agilidade e os braços e as pernas, além de proporcionar grande estímulo aeróbico e melhorar a condição cardiovascular”, explica o fisioterapeuta Márcio Marega, do Hospital Israelita Albert Einstein. O contato com a água e a natureza também garante bem-estar físico e mental.
Primeiras ondas
É uma atividade completa; trabalha a agilidade dos braços e das pernas, além de proporcionar grande estímulo aeróbico e melhorar a condição cardiovascular
Antes de se jogar na água com uma prancha, é preciso tomar alguns cuidados. Os primeiros: saber nadar e ter experiência no mar. Vale também procurar uma escola de surfe, de preferência credenciada pela Federação Estadual e pela Confederação Brasileira de Surf.
O fisioterapeuta do Einstein ainda aconselha o praticante a reservar alguns minutos para alongamento. “É importante alongar o corpo antes e depois da prática. Se a pessoa conseguir conciliar o surfe com a musculação, ou outro tipo de atividade física, traria maior qualidade a músculos, ossos e articulações, prevenindo algumas lesões”, diz.
Não há idade mínima nem muitas restrições para a prática do surfe. O único requisito, como em qualquer outro esporte, é que o praticante esteja em boa forma física, não tenha restrições médicas nem problemas cardíacos ou respiratórios graves.
Na hora de escolher os equipamentos, deve-se levar em conta o tipo físico e o nível técnico do praticante e o tipo de mar em que se vai surfar. Além da prancha, há uma série de equipamentos – como roupas e acessórios – disponíveis em lojas especializadas. O esporte promove inúmeros benefícios, além dos ganhos físicos. Serve para ampliar o bem-estar e a socialização.
Publicada em janeiro/2009
Atualizada em julho/2010
Deixe um comentário
Caracteres restantes:
500
Aviso: todo e qualquer comentário publicado na internet por meio deste sistema não reflete, obrigatoriamente, a opinião deste portal ou da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein. Os textos publicados são de exclusiva, integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. O Hospital Israelita Albert Einstein reserva-se, desde já, o direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou, de alguma forma, prejudiciais a terceiros. Informamos ainda que poderá haver moderação dos comentários que apresentarem dados clínicos ou pessoais dos autores, visando garantir a privacidade destas informações. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação (nome e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.