Desde sua fundação, em 1971, o Hospital Israelita Albert Einstein investe em infraestrutura, tecnologia e treinamento de sua equipe.
Tudo isso para atender cada vez melhor os pacientes. Em 2006, um novo desafio foi assumido: o Plano Diretor da Unidade Morumbi. Esse projeto ampliará o Hospital dos atuais 90 mil m2 para aproximadamente 230 mil m2. Isso, sem interromper os serviços prestados. As obras e resultados já podem ser percebidos em 2009.
O Plano Diretor compreende ainda outros benefícios, como disciplinar os eixos de circulação de visitantes e pacientes e oferecer-lhes áreas de convívio; reunir em cada andar os serviços de áreas como cardiologia, neurologia, transplante, cirurgia e ortopedia, criando assim centros de excelência; e preparar o Hospital para receber as novas tecnologias em medicina. Essas modificações trarão maior agilidade e qualidade aos serviços para os clientes.
Humanização em foco
Essas mudanças do Plano Diretor vêm acompanhadas de novidades no que diz respeito à humanização. Os novos ambientes seguem o modelo da Planetree, organização americana sem fins lucrativos com 30 anos de experiência na implementação de tratamento hospitalar humanizado.
Em 2008, o Hospital firmou parceria com a instituição e nos próximos três anos vai adotar outras ações voltadas ao bem-estar dos pacientes, para que sua permanência no Einstein seja um período ainda mais repleto de acolhimento e satisfação.
Entre as medidas a serem implementadas estão: maior convívio de familiares e amigos com os pacientes, mudanças alimentares e maior facilidade no acesso a informações sobre o diagnóstico do paciente e o tratamento planejado. Além disso, há a proposta de estímulo à espiritualidade, a atividades de entretenimento e a ações na comunidade.
Respeito ao meio ambiente
O Einstein também está trabalhando para conquistar a certificação Green Building (Edifícios Verdes). Esse certificado é fornecido de acordo com os padrões internacionais do Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), que reconhece as instituições preocupadas com a conservação do meio ambiente.
Os materiais utilizados para os novos prédios foram escolhidos com o propósito de causar o menor impacto ambiental possível: as luminárias consomem menos energia, as bacias sanitárias têm menor vazão de água, os vidros especiais diminuem a incidência dos raios solares nas áreas internas, o que reduz a carga térmica no local e, consequentemente, o consumo do sistema de ar condicionado e energia elétrica. Também será utilizada a água da chuva para irrigação dos jardins e limpeza de pisos de garagem.
Conheça as novas áreas
O Plano Diretor é formado por três prédios e um novo espaço para auditório. Os atuais blocos B e C serão unidos e chamados apenas de Bloco B.
Foi entregue, no começo do segundo semestre de 2009, a passarela que liga o futuro Bloco B ao Bloco D – entre a sinagoga e o auditório, um dos prédios já existente, onde ficam serviços de apoio, como convênios e hospitalidade. “O principal objetivo é, até 2012, aumentar a capacidade do Hospital de 500 para 700 leitos e o número de salas cirúrgicas e consultórios médicos”, diz Antônio Carlos Cascão, diretor de Engenharia e Manutenção.
Pavilhão Vicky e Joseph Safra
O Bloco A1, já inaugurado, contempla o Centro de Medicina Ambulatorial, dedicado aos pacientes externos, e abriga o Centro de Diagnósticos, o Day Hospital e os consultórios.
Prédio C
Localizado entre os edifícios Manoel Tabacow Hidal e Josef Feher, será voltado a tratamentos de alta complexidade. Terá 63 leitos universais (que atenderão de pacientes na UTI a internações de clínica geral) e Centro Cirúrgico geral, além do Pronto Atendimento, ainda maior, e da Central de Material e Esterilização.
Prédio E
Será uma continuidade do Edifício Manoel Tabacow Hidal, destinado às áreas administrativas, de logística e de serviços.
Auditório
Com obras iniciadas no segundo semestre de 2009, terá capacidade para 500 pessoas.
Plano Diretor em números:
- 3 novos prédios e um 1 moderno auditório
- 30 empresas de engenharia e construção prestam serviços
- 1.000 pessoas trabalham nas obras
- 700 leitos (hoje são 500)
- 200 consultórios (o dobro do que existe)
- 40 salas de cirurgia (atualmente são 28)
- 22 salas de aula do Centro de Educação em Saúde Abram Szajman (CESAS
- 4.000 vagas cobertas no estacionamento (hoje são 1.250 vagas descobertas)
Agosto / 2009