Em Dia com a Saúde

Esquizofrenia: um dos mistérios da mente

“Pai, o vento no rosto é sonho, sabia?”, diz trecho de “Internação”, de Ferreira Gullar. Essa declaração é de um de seus filhos, Paulo, hoje com 50 anos, que é esquizofrênico e já passou por diversas internações em períodos de surto. Cerca de 1% da população mundial, ou seja, 67 milhões de pessoas sofrem com os embates causados por um dos distúrbios mais misteriosos da mente: a esquizofrenia.

As mais recentes pesquisas têm demonstrado avanços na descoberta de alguns de seus segredos. Três grandes estudos publicados na revista Nature em julho de 2009 acompanharam 10 mil casos da doença e chegaram a um grande número de variações genéticas, que respondem por pelo menos um terço do risco de desenvolver o problema.

Primeiros sinais

As alterações que os familiares costumam perceber são o isolamento e a dificuldade de sociabilização, além de medos exagerados, excesso de preocupações, muito diferentes daquelas que a pessoa costumava ter. “Vale lembrar que em geral o início se dá na adolescência ou no princípio da vida adulta, fases em que podem ocorrer alterações de comportamento que não são necessariamente indícios de uma doença”, ressalta Fernanda Rocha de Freitas Vidal, psicóloga do Núcleo de Medicina Psicossomática e da Unidade de Cuidados Avançados do Einstein.

Vale lembrar que em geral o início se dá na adolescência ou no princípio da vida adulta, fases em que podem ocorrer alterações de comportamento que não são necessariamente indícios de uma doença

Uma vez instaladas, as distorções do pensamento e da percepção da realidade levam a caminhos tortuosos. Há quem entre em surtos psicóticos – delírios, alucinações visuais, auditivas, olfativas e táteis –, enquanto outros ficam catatônicos ou desenvolvem estados de afeto inadequados à situação, podendo chegar ao que os especialistas chamam de embotamento afetivo (perda de todas as reações emocionais).

Ambas as situações não só desestruturam os pacientes e quem convive com eles, como podem resultar em atos insensatos e até violentos contra si próprios e outras pessoas. Por isso, é essencial que os familiares entendam o distúrbio e suas limitações e se preparem para questões angustiantes a enfrentar: como vai se desenvolver o quadro, a instabilidade do paciente, a remissão dos sintomas com o tratamento. “É preciso rever expectativas criadas e, em muitos casos, lidar com o preconceito em relação à esquizofrenia dentro da própria família”, explica a psicóloga Fernanda.

O que ocorre no cérebro

Um dos mais conhecidos e analisados fatores que contribuem para a manifestação do distúrbio é a desregulação de sistemas químicos do cérebro, que promovem a transmissão de informações entre as células, por meio de neurotransmissores.

Tanto o diagnóstico como o tratamento precoce são fundamentais para garantir a qualidade de vida ao paciente. Afinal, o surto psicótico também é tóxico para o cérebro.

“A atividade da dopamina, neurotransmissor responsável por determinar a importância dada ao que se percebe e se pensa, aumenta em pacientes com esquizofrenia, e isso explica os delírios e alucinações”, diz o psiquiatra Rodrigo Bressan, corrodenador do Grupo de Imagem Molecular do Instituto do Cérebro do IIEP e coordenador do Programa de Esquizofrenia (Proesq) da Unifesp. “Alguns estudiosos acreditam que essa seria a via final de uma série de processos que acabam desencadeando o surto psicótico.”

Com as técnicas de neuroimagem molecular é possível investigar áreas supostamente relacionadas à esquizofrenia, como o córtex pré-frontal, por meio de exames sofisticados, entre eles a tomografia por emissão de pósitrons (PET) e a tomografia computadorizada por emissão de fótons únicos (SPECT).

Tanto o diagnóstico como o tratamento precoce são fundamentais para garantir a qualidade de vida ao paciente. Afinal, o surto psicótico também é tóxico para o cérebro. “Quanto mais tempo a pessoa ficar nesse estado, maior será a lesão cerebral e menor a probabilidade de remissão dos sintomas, pois a demora de início aumenta a resistência ao tratamento”, explica o dr. Bressan.

Drogas ilícitas ampliam o risco

Um dos detonadores mais clássicos de quadros psicóticos é o uso de drogas, principalmente a maconha e estimulantes como a cocaína e as anfetaminas. Taís Moryiama, psiquiatra e pesquisadora do Instituto do Cérebro do Einsteine coordenadora do Programa de Atenção às Psicoses da Infância e Adolescência da Unifesp, conta que uma das pesquisas mais benfeitas nessa área mostra que o uso de maconha pode aumentar o risco em até dez vezes se o indivíduo tiver genes que predispõem ao transtorno.

As adversidades sociais também são elencadas como fatores que podem desencadear a esquizofrenia, especialmente as sofridas por imigrantes, pessoas socialmente isoladas e moradores de centros urbanos. Estes a apresentam com maior frequência que populações do meio rural.

Medicamentos e terapias

A fórmula mais eficaz de tratamento é a combinação de medicamentos com outras terapias – ocupacional, comportamental, psicoterapia individual e familiar. “Os neurolépticos de última geração, em especial, ajudam a evitar crises e melhoram a sociabilidade”, diz o dr. Alfredo Maluf, psiquiatra do Einstein.

Entre os pacientes, 16% têm a remissão completa dos sintomas e podem suspender o uso de remédios após alguns anos de tratamento

Ou seja, como agem no controle químico dos neurotransmissores, auxiliam na regulação do nível de dopamina. “Já os sintomas como desmotivação, dificuldade de iniciativa e diminuição das atividades de forma geral não respondem bem a tratamentos medicamentosos e uma série de intervenções terapêuticas deve ser utilizada”, pondera a dra. Taís. A pesquisadora adianta, porém, que estarão disponíveis nos próximos anos medicamentos voltados para tratar esses aspectos.

Entre os pacientes, 16% têm a remissão completa dos sintomas e podem suspender o uso de remédios após alguns anos de tratamento, de acordo com orientação médica. “Essa parcela tem apenas um episódio psicótico típico de esquizofrenia e pode, em cinco anos de acompanhamento, não apresentar mais nenhum”, explica a dra. Taís.

Para a grande maioria, porém, a realidade é bem diferente: cerca de 40% sofrem vários episódios ao longo da vida, mas entre uma crise e outra voltam ao normal; os demais terão surtos a vida toda e devem prosseguir com o tratamento.

Agosto / 2009


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15/05/2012 12:22:13

Elizete

2MInha sobrinha , minha irmã e1 sobrinho tem esquizofrenia, é muito dificil, o pior é que a familia nao tem como ajudar uma delas é um sofrimento quando foge e nao toma remedio, edesaparece , quando volta tem que voltar todo tratamento . como voces podem nos ajudar?

Resposta:

Olá Elizete, agradecemos seu contato. Para melhor entendimento de sua dúvida e ajudá-la, por favor, entre em contato com o Fone Saúde do Einstein pelo telefone (11) 2151-1233 e escolha a opção 3, ou e-mail fonesaude@einstein.br. Boa sorte.

10/05/2012 01:16:40

fernanda pereira

Meu marido tem essa doença. Vivemos bem ele se trata a 4 anos. Temos uma filha de 4 meses. Mas ele as vezes se queixa de ouvir vozes eu acho que o trat. Dele ainda não é adequado vcs tb consultam no rio?quero a opinião de um especialista desde já agradecido

Resposta:

Olá Fernanda, Todas as unidades do Einstein estão localizadas em São Paulo. Caso queira consultar um dos nossos especialistas, fique à vontade para pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, opção 3. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

09/05/2012 12:43:49

marilia castilho

Preciso saber do endereço e telefone do Dr. Rodrigo, quero marcar uma consulta para meu sobrinho. Obrigada

Resposta:

Olá Marilia, consulte o "Indicador Médico" por meio do link http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Caso não encontre o médico que procura, entre em contato com a Central de Atendimento Albert Einstein pelo telefone (11) 2151-1233, opção 3 ou pelo e-mail fonesaude@einstein.br. Continue acompanhando nosso portal.

09/05/2012 03:21:16

edi

ola moro em rondonia no norte do pais e tenho um irmao com 33 anos que foi diagnosticado com esquizofrenia, ele apresentou o caso ha uns 8 anos atras, porem vem fazendo tratamento e trocado varias vezes de medicaçao pois ele tem muitos tiques e fica muito agoniado pois se sente incomodado diante das outras pessoas, mas aqui num temos muito recursos e minha mae esta depressiva pq num sabe pra onde recorrer, quero ajudar levando ele pra tratar como faço, por favor tenho urgencia na resposta

Resposta:

Olá Edi, agradecemos seu contato. Para melhor entendimento de sua dúvida e ajudá-lo, por favor, entre em contato com o Fone Saúde do Einstein pelo telefone (11) 2151-1233 e escolha a opção 3, ou e-mail fonesaude@einstein.br. Boa sorte.

22/04/2012 22:54:12

ka

meu filho e esquizofrenico a doenca comecou a surgi quando ele tinha uns nove anos desde entao ele esta fazendo tratamento e tomou varios remedios agora ele esta tomando meleriu e levozine e possivel que com o tempo esses remedios pode fazer mal se puder responder minha pergunta agradeceria

Resposta:

Olá Ka, agradecemos seu contato. É possível que no decorrer do tempo os remédios possam ser trocados sim, sempre existe a possibilidade de efeitos colaterais de qualquer remédio. Faça acompanhamento com o neuropediatra e ele certamente indicará o melhor tratamento para seu filho. Programa Integrado de Neurologia

15/04/2012 11:17:28

Sara

Por favor encontrem logo a cura pra esquizofrenia tenho 26 anos faço 27 em Maio tou doente desde os 13 anos já não aguento mais , a minha vontade é me matar , tou farta de sofrer, perdi toda a minha juventude nesta porcaria de doença, todos os meus sonhos desfeitos, tou desesperada , farta de esperar pela ciência e não ver nada , já usei antisicoticos de vários tipos e é tudo a mesma cena ajuda pouco , eu quero é a cura completa quero o cerebro igual ao das outras pessoas sem as difrencas develo

Resposta:

13/04/2012 08:31:41

felipe

Oi, meu irmão teve um surto recentemente, o médico disse que foi a alimentação a depressão e o estresse que causou isso, ele so teve um surto até agora mas ele tem muito medo de que possa ocorrer de novo, quanto tempo até passar essa fase de choque e tambem quando ele se sentir assim o que nos familiares podemos fazer para ajudar?

Resposta:

Olá Felipe, Para uma avaliação mais detalhada e precisa, você deve procurar o médico que acompanha seu caso. Só ele pode esclarecer todas as suas dúvidas. Caso queira, disponibilizamos duas formas de indicação médica. Por meio da nossa Central Médica, pelo telefone 11 2151-1233, ou pelo nosso site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

09/04/2012 01:27:10

Leo

Tenho um irmão já com 64 anos que apresentou seu primeiro surto aos 17 anos. De lá pra cá ele teve muitos surtos, principalmente após os 45. Tem 10 anos que mora comigo e percebo que o mais importante para um bom tratamento e convivência é a relação de confiança. Somente assim consigo mantê-lo medicado, embora nunca consiga convencê-lo a uma ocupação terapêutica. Enfim, apenas uma dica: relação de confiança. Mesmo em crise sabe que o que peço é para seu bem. Meus irmãos tb aprenderam isso.

Resposta:

09/04/2012 00:48:18

Ana

Tenho um irmão com características esquisofrenicas. O primeiro e único surto, até hoje, ocorreu em 2008 quando ele tinha 24 anos. Perdemos os nossos pais no início da nossa idade adulta. Ele tem feito tratamento com antipsicóticos e terapia há 4 anos (desde o surto), mas a dificuldade com a concentração permanece. Meu irmão sempre foi iteligentíssimo e um excelente aluno. Foi aprovado em três vestibulares. Estava cursando Direito mas abandonou devido aos problemas de concentração e a consequente baixa em seus rendimentos escolares. Aqui na nossa cidade já consultamos com os melhores especialistas. Gostaria de saber mais sobre a possibilidade da remissão completa. Caso isso ocorra é possível que ele consiga retornar às suas atividades profissionais? Desde já agradeço.

Resposta:

Olá Ana, Infelizmente não podemos dar uma resposta por este canal. Aconselhamos você a procurar o médico que está acompanhando o caso, para esclarecer todas as suas dúvidas. Ou buscar outra opinião para que seja feita uma avaliação da melhor forma de tratamento. Caso queira consultar um dos nossos especialistas, fique à vontade para pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, opção 3. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

31/03/2012 16:38:34

Rafael

Tenho um irmão que foi diagnósticado com esquizofrenia há 4 anos. Está sendo tratado apenas com antipsicóticos, pois recusa tratamento psiquiátrico. Gostaria de saber se há alguma pesquisa sendo realizada pelo Hospital Albert Einstein, seja de células tronco ou outros, para o controle ou a cura da esquizofrenia? Agradeço desde já a atenção. Rafael 39166

Resposta:

Olá Rafael, atualmente não temos pesquisas relacionadas a células-tronco e esquizofrenia. Continue nos acompanhando, caso tenhamos alguma novidade no assunto divulgaremos em nosso portal. Programa Integrado de Neurologia

23/03/2012 20:04:49

maria nilda

"Tenho uma filha c esquesofrenia...Já se internou poe tre vezes..mas parou com a medicação..Hj por motvos financeiros ela está sendo obrigada a viver comigo(mãe dela) pra m ta mto dificil pois ela é mto pertubada e está me aftendo mto...pois estou me deprimindo em ver uma filha nesta situação..procurei por um psiquiatra em santos..mas não sai satifesta e portanto nem a medicação q ele pasou eu comprei...Agora marquei uma nova consulta em sp-capital com um psiquiatra especializado nesta doença tão ingrata..só quero saber..como saber se a medcção é correta..e se é melhor intenar-la por uns 2 meses pra quem sabe com pscoterapia intensiva..cvotar se socializar..Por favor me ajudem..estou deseperada e parei a mkinha VIDA..estou com medo de fraquejar ainda mais e não poder ajuda-la...Quero tbb saber se vcs atendem pelo convenio da fundação cesp?...obrigada

Resposta:

Olá Maria, agradecemos seu contato. Aconselhamos você a aguardar a consulta com o psiquiatra para avaliação mais detalhada do estado de saúde da sua filha. Somente ele poderá dizer se indica a internação e qual o tratamento medicamentoso mais adequado. Já as informações sobre cobertura dos nossos serviços devem ser verificadas com o plano de saúde. Boa sorte.

06/03/2012 18:59:09

TEREZA

Meu amado filho apresentou surto de "possível"esquizofrênia a 8mêses( não há diagnóstico fehado). No início,leveu para possíveis esquesiteses; depoius vi e que era algo muito mais sério que o meu coração e mente de mãe poederia acreditar. Enfim,começei a fase de luto,sair de amar aquele filho presente, carinhoso , extremamente estudioso( um dos melhores alunos de um colégio considerado exigentíssimo) , e lindo... de corpo, alma e espírito!!! Passei a consideram um outro filho, já não era aquele que amei e cuidei durantes trantos anos e me vi, novamente aapaixonada por esse novo filho ( tive que pari-lo aos 48 anos) e percebi , nessa doença que meu filho não mudou sua essência moral , solidadria , humilde e cristão; seus valores se mantiveream intocados !!! Ámem! E mais sua inteligência também! Hoje é como eu tivesse tido dois filhos gêmeos e conseguido amar aos dois. Tenho procurado demonstrar o meu amor em cada gesto, pensamento e oração.Procuro que ele sinta que a família está saudável e pronta para lhe apoiar.Tenho conseguido alguns avançõs e gostaria de postar como sugestão para as outras pessoa que passam por esta situação.Primeiramente . levvantar a cabeça, procurar médicos capacitados e principalmente humanos; não espalhar para quem não ineressa o problema e ser feliz por todos os anos que Deus lhe deu um filho saudável. Trabalho em um hospital infantil, e vejo o sofrimento de tanntas mães que nunca tiveram nem terão um dia sequer de oportunidade de terem o filho saudável. |Outra coisa é uma doençã muito misteriosa , que as pessoas tem os mesmos sintomas sem se conhecerem; e a mediciina pouco ou nada evolui nas pesquisas , até mesmo devida as epidemias de AIDS, cançer e outras( que também são importantes). Devemos ir aluta para garantirmos melhor qualidade para os pacientes dessa doença, com políticas públicas que garabtam a sua inclusão social e não sejam condenados ao "cárcere social".Aguardo contatos! Estou criando um bolg agora que possamos debater, aprender e viver a vida com ela se apresenta e devemos nos apresentar também , se Deus quizer MUITO BEM!!!

01/03/2012 17:24:00

sandra

gostaria de saber se existe algum lugar para internação ela tem 36 ano e não tem com quem ficar. Aguardo resposta

Resposta:

Olá Sandra, agradecemos seu contato. Para saber sobre o Residencial do Einstein, por favor, ligue 11 2151-7200. Continue acompanhando nosso portal e ficar por dentro dos mais diversos assuntos em Saúde e Bem-Estar.

31/01/2012 19:01:12

lourdes

eu tenho uma filha com esquisofrenia faz tratamento a tres anos, mas de uns dias ela começou novamente com mania de perseguiçao se isolou das amigas,gostaria de uma informaçao mesmo tomando a medicaçao pode ter recaida

Resposta:

Olá Lourdes, Infelizmente não podemos dar uma resposta por este canal. Aconselhamos ela a procurar o médico que está acompanhando o caso, para esclarecer todas as suas dúvidas. Ou buscar outra opinião para que seja feita uma avaliação da melhor forma de tratamento. Caso queira consultar um dos nossos especialistas, fique à vontade para pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, opção 3. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

22/01/2012 21:38:04

NATALINA

Boa Noite! por favor preciso nde uma ajuda,tenho um cunhado que com 17 anos foi diagnosticado esquisofrenico,alias de um gramuito elevado e raro. eleé agressivo e preciso encontrar uma clinica para internação é urgente pode me indicar alguma por favor jundiai- natalina

Resposta:

Olá Natalina, as informações contidas nessa área são exclusivamente do Einstein e infelizmente não temos indicações de serviços oferecidos por outras instituições. Recomendamos que procure, em sua cidade, os serviços de saúde para obter a ajuda que procura. Para outras informações, entre em contato com a nossa central de atendimento pelo telefone: (11) 2151-1233.

28/11/2011 17:10:30

Glória

Em primeiro lugar, parabéns pela matéria, não imaginam o quão é orientador. Tenho uma sobrinha que teve esquizofrenia aflorada quando tinha 19 anos de idade, hoje tem 32 anos, tem ocupação e continua a tomar os medicamentos só que continua falando muito sozinha ainda, mesmo estando no meio dos familiares. É assim mesmo?Muito obrigada.

Resposta:

Prezada Glória, A Esquizofrenia é uma patologia psiquiátrica crônica, e mesmo com tratamento, o paciente pode manter alguns sintomas como delírios, alucinações e até mesmo falar sozinho - são os solilóquios. Mas, os sintomas devem ser avaliados por um psiquiatra dentro do quadro do paciente. Dr. Alfredo Maluf - Psiquiatra do Einstein

11/11/2011 08:37:20

laura

eu vivia super feliz com meu marido mas desde de fevereiro ele mudou ela acha que a gente quer matar ele ele trabalha normal so comigo e com minha mae ele se isolou ja foi no psiquiatra mas nao quer tomar remedios acha que nao tem nada nao conversa nada com a gente se isola em casa esta uma situaçao horrivel o que eu faço me ajuda

Resposta:

Prezada Laura, agradecemos seu contato. No caso do seu marido, uma avaliação médica é importante para receber orientação da melhor alternativa de tratamento. Converse com o especialista que acompanha o caso dele sobre a sua resistência diante do tratamento proposto. Sem dúvida, ele é a pessoa mais indicada para lhe ajudar. Boa sorte.

26/10/2011 11:08:02

Nilson

Continuando, gostaria da ajuda de vcs no sentido de me informar qual procedimento além do psiquiatra para ajudar meu filho. Ele toma leponex diariamente.

26/10/2011 11:02:44

Nilson

Meu unico filho tem esquizofrenia , foi detectado à um ano atrás, ele tinha 20 anos. Quando teve a crise ele estava cursando o primeiro ano de faculdade , foi passar o feriado de 7 de setembro na praia com amigos quando teve a crise foi o pior momento da minha vida, no inicio pensei que foi efeito de alguma droga, depois levei ao psiquiatra que diagnosticou esquizofrenia, depois disso não quiz mais estudar so quer malhar,faz acompanhamento psiquiatrico mas abandonou psicologo, preciso de ajuda

Resposta:

Olá Nilson, agradecemos o contato e lamentamos o ocorrido com o seu filho. Neste caso, o acompanhamento psiquiátrico para o seu filho e mesmo o acompanhamento psicológico para as pessoas que cuidam dele são as atitudes mais corretas para o sucesso do tratamento. Caso você queira marcar consulta com um dos nossos especialistas, entre em contato com a Central de Atendimento do Einstein, pelo telefone 11 2151-1233, escolhendo a opção 3 ou pelo e-mail fonesaude@einstein.br. Você também pode encontrar um especialista utilizando nossa ferramenta "Indicador Médico": http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx Espero que tenhamos ajudado e boa sorte!

25/10/2011 13:43:04

Júlia Vieira

Moro em um estado que quase não tem profissionais na area de psquiatria. Gostaria de uma orientação quantos exames especificos para definir qual o grau da sindrome de irritabilidade, do meu filho.

Resposta:

Prezada Júlia, agradecemos seu contato. Para esclarecer sua dúvida é necessária uma consulta presencial com especialista. Especificar a quantidade de exames para definição de um diagnóstico dependerá da avaliação que ele irá fazer. Caso queira consultar um dos médicos de nossa equipe, fique à vontade para pedir uma indicação pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, opção 3. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Boa sorte.

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