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Desvendando a doença de Alzheimer

Um dos grandes desafios da neurologia é diagnosticar o mais cedo possível as alterações no cérebro que podem indicar o início da Doença de Alzheimer – uma degeneração cerebral que atinge aproximadamente 3% da população com idade entre 65 e 74 anos.

Desvendando a doença de Alzheimer

“O único fator de risco conhecido para seu desenvolvimento é a idade: acima de 60 anos, a probabilidade é maior e, a cada cinco anos, dobra”, relata o dr. Ivan Hideyo Okamoto, neurologista do Einstein.

Todos os anos, no dia 21 de setembro, no mundo inteiro, acontecem atividades com a finalidade de reunir as pessoas que, de alguma maneira sejam afetadas por Alzheimer e outras demências e despertar na sociedade, de um modo geral, maior interesse e conhecimento sobre o problema.

A doença de Alzheimer (DA) tem por característica o desligamento progressivo e irreversível de funções cerebrais, como as intelectuais, de memória, de raciocínio, do pensamento, além de alterações de comportamento. Esse desligamento ocorre pela morte dos neurônios – células que constituem o cérebro.

Os principais sintomas são:

  • perda gradual da memória
  • declínio no desempenho de tarefas cotidianas
  • diminuição do senso crítico
  • desorientação de tempo e espaço
  • mudança na personalidade
  • dificuldade no aprendizado e na comunicação

Descoberta valiosa

Até agora o diagnóstico tem sido feito, na maioria dos casos, numa fase avançada e o tratamento ainda é pouco eficiente. Mas há boas chances de mudanças nesse cenário.

De acordo com artigo publicado na revista científica Neuropathology and Applied Neurobiology em novembro de 2008, pesquisadores brasileiros da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em parceria com cientistas de universidades alemãs, acreditam ter identificado a primeira região do cérebro – o tronco cerebral – que apresenta uma das lesões características do Alzheimer, chamada de emaranhados neurofibrilares.

O estudo, divulgado na mesma época, também na revista Pesquisa Fapesp, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), pode ser o pontapé inicial para a descoberta das causas dessa grande incógnita para a ciência, desde sua identificação pelo neurologista alemão Alois Alzheimer, em 1909. De acordo com o dr. Okamoto, a pesquisa contribui para melhor compreensão do problema.

Até agora o diagnóstico tem sido feito, na maioria dos casos, numa fase avançada e o tratamento ainda é pouco eficiente. Mas há boas chances de mudanças nesse cenário

A busca agora é encontrar o marcador biológico da DA e identificar pessoas que possam correr maior risco de desenvolvê-la. Desse modo, aumenta a possibilidade de utilizar medicamentos específicos antes que ocorra a morte neuronal.

Atualmente, o que a medicina sabe é que os neurônios morrem pelo acúmulo de duas proteínas: a beta-amiloide, que age entre os neurônios, e a tau, dentro deles. O motivo, porém, ainda é desconhecido. O diferencial do novo estudo é a afirmação dos pesquisadores de que a DA começa no núcleo dorsal da rafe – neurônios localizados no tronco cerebral – e não no córtex, o centro de processamento de informações e armazenamento da memória, como era defendido pela medicina até então.

O trabalho de brasileiros e alemães deu-se pela autópsia de 118 pessoas que morreram com idade média de 75 anos e, possivelmente, teriam sofrido do mal. Em oito casos os cientistas constataram a existência de lesões no núcleo dorsal da rafe, embora não apresentassem emaranhados em nenhuma outra parte do cérebro. As mesmas lesões foram encontradas em 80 casos em que também havia ao menos um emaranhado no córtex transentorrinal – região apontada anteriormente como a primeira a ser afetada pela doença.

O único fator de risco conhecido para seu desenvolvimento é a idade: acima de 60 anos, a probabilidade é maior e, a cada cinco anos, dobra

A busca agora é encontrar o marcador biológico do Alzheimer e identificar pessoas que possam correr maior risco de desenvolvê-lo. Desse modo, aumenta a possibilidade de utilizar medicações específicas antes que ocorra a morte neuronal.

Muitos estudos ainda deverão ser feitos para a confirmação da pesquisa. A possibilidade de que o Alzheimer tenha início no tronco cerebral e se espalhe para áreas do córtex, se efetivamente comprovada, abrirá caminhos para a busca de tratamentos capazes de diminuir seu desenvolvimento ainda em estágio inicial.

“Isso muda um pouco o foco da pesquisa e, consequentemente, do tratamento. O fato agora não é mais compensar os neurotransmissores com medicamentos, mas sim identificar cada vez mais cedo pessoas saudáveis que possam ter fatores de riscos para desenvolver o problema”, afirma o dr. Ivan.

Segundo o neurologista do Einstein, a região do tronco cerebral não era, até então, muito investigada pela ciência. Isso significa que, se antes a medicina estava agindo especificamente no tratamento do Alzheimer, atualmente começa a haver a possibilidade de intervir na doença, para, por exemplo, conseguir um diagnóstico precoce.

Atualizada em setembro / 2010


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16/05/2012 00:50:37

elisabet

ola me chamo elisabet e minha mae e portadora do alzaimer ja faz 5anos ke foi diagnosticada a doenças ja passamos por varias fazes e agora ela esta sem kerer se movimentar ela ta com80 anos eu e uma das minhas irmas cuidamos dela ela fica 3meses na minha casa e3 meses na minha irma ja tive amigos meu com a mae com esta doença e muito triste para ela e tambem para nos tenho muito medo de acordar e nao ter mais ela comigo mas sei ke isto faz parte tenho muita fe em deus obrigada por pode desabafar

Resposta:

Olá Elisabet, Agradecemos o envio de seu comentário. Fique à vontade também para nos mandar sugestões de temas do seu interesse.

11/05/2012 13:02:11

maria edmar pinto

cada dia eles fazem coisas diferente e nos surpriende tanto emoçionalmente e as vezes assustadoramente e a parte mais triste e que nos tornamos inpotentes diante da situação, sinto muita saldades do meu pai tenho medo queque minha maê tambem adoeça

28/04/2012 21:47:26

Lucilma

Gostaria de saber se a doença aparece com mais clareza de um dia para o outro. A minha mãe tem 79 anos e é hipertença, problema cardíaco e tem hiper tireóidismo, por fim teve depressão e agora foi diagnosticada alzheimer, está recente e não reconhece as pessoas mais próximas, como filhos, netos, primos e sobrinhos. As vezes percebemos que ela reconhece e não lembra o nome e muito menos o dela.

Resposta:

Olá Lucilma, agradecemos seu contato. O Alzheimer é uma doença crônica progressiva, em que os sintomas podem aparecer com maior ou menor intensidade, dependendo das doenças associadas e dos tratamentos concomitantes. A evolução é lenta, mas eventualmente os sintomas podem ser mais intensos em determinadas épocas, dependendo de todos estes fatores. Programa Integrado de Neurologia

28/04/2012 06:48:47

edilleid

ola,sou pedagoga,tenho 40 anos e uma preocupaçao,nos ultimos 10 meses estou notando que tenho muitas dificuldades na memoria esquecimento frequente,nao consigo opinar coerentemente sobre diversos assuntos que antes os dominavam,fico perdida durantes as leituras nao compreendendo coisa que eu sei que e muito simples e miutas outra perdas que tem me deixado angustiada.quero saber posso esta esta com alzheimer?grata eum grande abraço

Resposta:

Olá Edilleid, agradecemos seu contato. Você precisa ser avaliada com mais detalhes por um neurologista. Aconselhamos você a procurar ajuda médica para a definição de um diagnóstico e orientação da melhor forma de tratamento. Caso queira consultar um dos médicos da nossa equipe, entre em contato pelo telefone (11) 2151-1233. Boa sorte.

19/04/2012 11:28:32

Chris

Gostaria saber se qualquer mefico que tenha treinamento ,pos graduacao em geriatria pode fazer o diagnostico e a requisicao dos medicamentos de alto custo ,ou domente o neurologista e psiquiatra?

Resposta:

Olá Chris, Somente médicos podem dar diagnóstico e a requisição de medicamentos.

14/03/2012 20:01:29

Irilda Maria de Camp

Ainda tenho uma dúvida: Meu marido tem esquecido da rua onde moramos. Vinhamos de carro e quando chegou na rua passou direto pra outra e não foi somente essa vez, já aconteceu antes pelo menos comigo no carro. Sua mãe antes de falecer era portadora de mal de Alzheimer. E ele também ingere cerveja diariamente. Isso pode se indício dessa doença. Grata. Um abraço. Irilda.

Resposta:

Olá Irilda, as perdas de memória podem ter várias causas e podem representar muitas possíveis alterações cerebrais ou do organismo como um todo. O consumo de álcool e outras substâncias de forma abusiva ou constante pode contribuir ou ser o principal fator responsável por queixas de memória em alguns pacientes. Sugiro que converse com um médico de confiança ou se desejar procure um neurologista no nosso indicador médico. Programa Integrado de Neurologia

11/03/2012 19:02:45

Rosana

Boa noite! não pai tem se esquecido das coisas faz sempre a mesmas perguntas,ja levamos em varios medicos e não nos dão um diagnostigo,estamos desesperados(ja não temos mais o que gastar e gostaria de saber se o hospital albert einstein só atende particular ou tem algum setor pelo sus 9se tiver como marco uma consulta?),preciso muito de ajuda pois meu pai sempre foi um homem trabalhador e fez tudo por nos agora agente não tem mais condiçoes de pagar mais nada.aguardo um retorno.desde ja agradeço

Resposta:

Olá Rosana, O Einstein possui uma parceria com o Ministério da Saúde em que desenvolve projetos de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde em diversas áreas. Para saber quais são as parcerias do Hospital com o governo, acesse: http://publicacao.einstein.br/responsabilidade-social/Projetos-de-Apoio-ao-SUS/Paginas/projetos-de-apoio-ao-sus.aspx.

25/02/2012 21:25:01

camila

eu acho que o meu avó tem alzheimer...ele não se preocupa com a sua higiene pessoal,não cozinha,não come, não limpa mais a sua casa,não presta a atenção npq ue a gente fala,isqueci os nomes das pessoas.esquece os nomes das ruas principais da nossa cidade............ele esta mito estranhoo ..oque vc acha ele esta com alzheimer

Resposta:

Olá Camila, agradecemos seu contato. Infelizmente, não temos como definir um diagnóstico ou indicar um tratamento por este canal. O ideal e que seu avô seja avaliado por um neurologista e acompanhado por um geriatra. É com o trabalho em conjunto destas duas especialidades que seu avô poderá obter a ajuda necessária. Boa sorte.

06/02/2012 15:55:54

Thereza Christina

Minha Sogra tem alzheimer a 11 anos, foi detectado quando ela tinha 45 anos, hj ela tem 56 e está na terceira fase da doença. Gostaria de saber se vocês tem algum paciente nesta faixa etaria e se ele grita muito. Pois minha sogra grita 24h por dia, mesmo medicada. Obrigada

Resposta:

Olá Thereza,
Infelizmente alguns pacientes, mesmo sob tratamento medicamentoso, mantêm a agitação e muitas vezes a agressividade. Uma conversa com o neurologista que acompanha o caso é necessário para eventual possibilidade de ajuste e entrada de novos medicamentos.
Programa Integrado de Neurologia

06/02/2012 13:03:59

Mara

Gostaria de indicação de hospital para o tratamento no rio de janeiro

Resposta:

Olá Mara, as informações contidas nessa área são exclusivamente do Einstein e infelizmente não temos indicações de serviços oferecidos por outras instituições. Recomendamos que procure, em sua cidade, os serviços de saúde para obter a informação que procura.

24/01/2012 21:10:24

Lisa

Gostaria de saber o nome do exame q é feito p detectarmos a probalidade de ter alzheimer,em pessoas q já tem caso na familia e já começa apresentar algumas falhas na memoria,obrigada

Resposta:

Olá Lisa,
O diagnóstico atual da doença de Alzheimer é realizado por critérios clínicos (questionários e testes neuropsicológicos), radiológicos e de laboratório. Cada paciente é avaliado em consulta, quando então é definida a melhor sequência de testes e exames que devem ser realizados.

Programa Integrado de Neurologia

22/01/2012 12:16:30

Minha mãe está no es

Minha mãe está no estágio final do alzheimer. É muito triste você ver sua mãe indo embora aos poucos. Ela é cercada de amor, carinho.... quem tem este problema na família ,não deixem de estar perto ,dar carinho, amor dedicação. por causa depensõe , alugueis de terras que meu pai deixou pra ela ,uma irmã, interditou-a e passou a ser inventariante,isto dificulta nosso acesso à nossa mãe e desconforto para estarmos com ela. Já fazem mais de 11 anos que foi diagnosticado .

30/11/2011 15:01:38

andera

ola um parente da minha familia, está com alzheimer, mas ja estamos cuidando dissso. o que gostaria de saber, é se existe alguma clinica particular em ribeirao preto.Que ele possa ficar que cuidem disso. muito obrigado .

Resposta:

Olá Andera, agradecemos seu contato. Nossa atuação está concentrada no estado de São Paulo e não temos indicação de clínicas em outra cidade. Aconselhamos você a procurar um serviço de saúde em seu município ou o seu convênio médico. Boa sorte.

30/11/2011 10:04:41

LUIS FERNANDO PARISE

Gostaria de saber o porque a massa encefalico do idoso com alzheimer diminui, e porque a rivastigmina é pseudo-irreversivel e nao reversivel como os outros medicamentos.

Resposta:

A massa encefálica de todos nós diminui com a idade. A doença de Alzheimer é caracterizada por uma perda da memória por problemas degenerativos dos neurônios e que não afeta muito o volume global do cérebro, quando comparamos com outros idosos da mesma idade. Entretanto são vistas degenerações com achados de placa de amilóide nos pacientes com doença de Alzheimer. A escolha do medicamento para tratamento da doença de Alzheimer vai depender de cada paciente e as características químicas de cada medicamento também é levada em consideração, como citado pela pergunta. Dr Morgadinho

15/11/2011 09:26:07

Carla

Bom dia,eu sofri acidente automobilistico em 2008 e tive um politrauma.Depois do acidente fiz exames para verificar possíveis coagulos,mais não foi encontrado nada,sendo que tenho tido esquecimentos que não tinha antes.Gostaria de saber se isso pode contribuir para que eu tenha Alzheimer no futuro.

Resposta:

Olá Carla, A dificuldade de memória pode ter muitas causas que vão desde a falta de atenção até doenças mais sérias, como a epilepsia e doenças degenerativas. É muito importante avaliarmos qual a maior dificuldade de memória do paciente com testes neuropsicológicos específicos e exames complementares, quando necessários. O trauma crânioencefálico pode estar associado a muitas complicações e que devem ser descartadas. Recomendamos um acompanhamento médico para melhor definição do seu quadro clínico. Programa Integrado de Neurologia

01/11/2011 14:26:33

Lucia Treptow

Sou médica e moro em Belem Para. Gostaria de saber como solicitar o exame para pesquisa genética de um possível portador de Alzeimer. A paciente gostaria de ir a São Paulo fazer o exame, pois sua mãe foi acometida pela doença.

Resposta:

Olá dra. Lucia, para ajudá-la com sua dúvida, por favor, entre em contato com a Central de Atendimento do Einstein pelo telefone (11) 2151-1233 e escolha a opção 1 (Agendamento de Exames). Boa sorte.

19/10/2011 19:23:32

Nathalia de Lima

Meu nome é Nathalia e sou estudante de enfermagem de uma Universidade Pública do Estado de São Paulo. Estou traçando um projeto com cuidadores de Alzheimer e gostaria de saber por favor, se caso precise de depoimentos, poderia contar com o apoio do hospital. Obrigada.

Resposta:

Nathalia, agradecemos seu contato. Para este tipo de informação, entre em contato com a Central de Atendimento, 11 2151-1233, e peça para falar com a área de Neurologia do hospital. Boa sorte.

04/10/2011 15:36:44

Andre Luis Cazu

Boa Tarde! Minha avó esta com mal de Alzheimer, e tem feito tratamento com DONEPEZILA, com dosagem de 10 mg. Pesquisando na Internet, verifiquei que existe estudos para um novo tratamento com uma insulina inalável. Gostaria de saber se este tratamento já existe, e se já foi colocado em prática no Albert Einstein para agendar uma consulta. Att. André

Resposta:

Olá Andre, agradecemos seu contato. Para saber sobre procedimentos médicos e cirurgias é necessário que você entre em contato com o Fone Saúde, pelo telefone 11 2151-1233 ou pelo e-mail fonesaude@einstein.br. Boa sorte e não deixe de acompanhar nosso site e ficar por dentro dos mais diversos assuntos em Saúde e Bem-Estar.

02/10/2011 12:55:44

Regina Carneiro

Srs. minha mãe fez 80 anos dia 1/10/2011. De uma semana prá cá ela tem tido mudanças em seu comportamento, perda de memória de coisas recentes, fala coisas desconexas ... praticamente aconteceu tudo de um dia para o outro.

Resposta:

Olá Regina, tudo bom? É necessário que vocês procurem um neurologista para avaliar o caso da sua mãe. Infelizmente, não podemos dar um diagnóstico por internet. Caso queira consultar um dos nossos especialistas, fique à vontade para pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, opção 3. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

28/09/2011 21:34:57

Erika Souto

Minha sogra teve um AVC que afetou sua memoria recente, desde então ela toma medicamentos para alzheimer a + de 06 anos, somente agora esta esquecendo as palavras e os nomes dos familiares. Será que o que ela tem é mesmo alzheimer?

Resposta:

Olá Erika, só quem pode dar este diagnóstico é o médico neurologista após avaliação completa do estado de saúde do paciente. Aconselhamos você a procurarem o médico que acompanha o caso da sua sogra para que estas dúvidas sejam esclarecidas. Caso queira uma segunda opinião, você poderá pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, ou acessando o Indicador Médico em nosso site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Boa sorte.

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