Tecnologia e Inovação

Pesquisas em Parkinson

De forma gradativa, os tremores involuntários nas pernas ou nos braços começam a se intensificar. O andar torna-se cada vez mais lento e os movimentos, rígidos. Abotoar a camisa pode ser uma tarefa bem trabalhosa.

Pessoas com esses sintomas apresentam grau avançado da doença de Parkinson, a segunda das enfermidades neurológicas mais freqüentes e que, só no Brasil, atinge aproximadamente 220 mil pessoas.

O grande número de pacientes concentra-se na faixa dos 60 aos 65 anos, mas o diagnóstico pode ser feito bem antes, como é o caso do ator canadense Michael J. Fox, que soube que era portador aos 30 anos, em 1991. Conhecido por participar da trilogia “De Volta para o Futuro”, o ator deixou o cinema e a TV sete anos depois de receber o diagnóstico, quando o revelou à imprensa. Agora, dedica-se a divulgar informações sobre o problema na Michael J. Fox Foundation for Parkinson’s Research.

Embora ainda não se possa falar em cura quando o assunto é Parkinson, alternativas e descobertas recentes trazem mais qualidade de vida aos pacientes. “Com o avançar das pesquisas, estamos com boas possibilidades de melhora”, afirma o dr. Luiz Augusto Franco de Andrade, coordenador científico dos projetos de pesquisa em Parkinson do Instituto do Cérebro, do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP).

Primeiros sinais

A degeneração celular que provoca os sintomas de Parkinson ocorre em uma região do cérebro chamada substância negra. Ali é processada a dopamina, neurotransmissor responsável por transportar os estímulos que garantem os movimentos ao corpo todo. Nos portadores de Parkinson, a quantidade de dopamina diminui, o que afeta diretamente os movimentos.

Por se tratar de uma doença degenerativa cerebral, os sintomas se iniciam de forma sutil e lenta e progridem com o passar do tempo. Tremores, rigidez muscular e lentidão de movimentos, dificuldade para executar de modo rápido tarefas repetitivas, sensação de aumento da fadiga, alterações posturais, na fala, na escrita e na deglutição podem se manifestar individualmente ou de forma combinada, tanto no início da doença quanto ao longo dos anos. Quando não há tratamento ou diagnóstico, os sintomas tendem a piorar com o progresso da doença.

Diagnóstico: essencialmente clínico

Exames como ressonância magnética, tomografia ou eletroencefalograma não são capazes de comprovar um caso de Parkinson. “Não há marcadores biológicos para o problema. O diagnóstico é absolutamente clínico”, afirma o dr. Franco de Andrade.

Até 20% dos pacientes têm aspectos genéticos, mas isso não é uma regra

Quando há familiares de primeiro grau – pais ou irmãos – que apresentaram a doença, existe a possibilidade de um quadro familiar. “Até 20% dos pacientes têm aspectos genéticos, mas isso não é uma regra”, ressalta o neurologista. E nem toda doença genética é familiar; portanto, cada paciente que apresenta os sintomas é avaliado de forma individualizada. Isso porque os sintomas são os mesmos para um grupo de doenças degenerativas do sistema nervoso central, chamadas síndromes parkinsonianas. Há casos em que é necessário que o neurologista observe o paciente por um longo período – cuja duração é variável -para estabelecer o diagnóstico preciso.

Tratamento multidisciplinar

O objetivo dos medicamentos é garantir a melhora na qualidade de vida dos pacientes. A principal medicação é a levodopa, que é precursora da dopamina. O cérebro capta do sangue essa substância e a transforma em dopamina. Também é importante o grupo de agonistas dopaminérgicos, substâncias sintéticas que funcionam no organismo como se fossem a própria dopamina produzida no cérebro. Com a progressão dos sintomas, a dose da medicação é aumentada para garantir os efeitos.

Pessoas que apresentem movimentos involuntários insistentes são as maiores candidatas à cirurgia

Existe a possibilidade de serem realizadas cirurgias, mas para casos específicos, como em pacientes que, embora usem a levodopa, apresentam sintomas anormais causados pela substância. “Por exemplo, numa hora está se sentindo bem, na outra não. Pessoas que apresentem movimentos involuntários insistentes são as maiores candidatas à cirurgia, indicada para menos de 5% dos pacientes”, conta o dr. Franco.

Além dos medicamentos, é preciso investir na reabilitação. Para isso, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos vão propor dicas para que eles aprendam a lidar com suas limitações.

Pesquisas: resultados promissores

O Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein concentra várias pesquisas em Parkinson. As quatro principais frentes se ocupam de estudos genéticos, imagens moleculares, ressonância magnética funcional e cirurgia de DBS (Deep Brain Stimulation). De acordo com o dr. Franco de Andrade, quanto mais avançam as pesquisas, mais os resultados se mostram promissores. “Essas frentes de pesquisa começaram em tempos diferentes. Agora iniciamos o cruzamento de dados e estamos satisfeitos com as possibilidades de melhora para os pacientes”, avalia.

Estudos genéticos

Com pouco mais de 120 pacientes estudados, essa linha de pesquisa tem por objetivo encontrar nos genes indícios da doença que possam ajudar no diagnóstico. A equipe do Einstein tem publicado diversos trabalhos e estudos científicos em revistas internacionais, como a Movement Disorders, específica sobre Parkinson.

Imagens moleculares

Analisam os pacientes do ponto de vista neuropsicológico. Esses estudos permitem estudar o transportador de dopamina nos pacientes e podem ajudar no diagnóstico precoce da doença.

Ressonância magnética funcional

Com aproximadamente 60 pacientes estudados, os pesquisadores podem identificar que áreas do cérebro correspondem a determinados movimentos. Isso possibilita mapear as atividades cerebrais dos portadores de Parkinson, além de colaborar com o estudo da linguagem, uma das funções que se debilitam com o avançar do problema.

Cirurgia de DBS (Deep Brain Stimulation)

Como se houvesse um marcapasso implantado no cérebro, o objetivo é que os eletrodos controlem as regiões que ocasionam os tremores.

Janeiro / 2009


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14/05/2012 14:35:53

Alexsandra Muller

Preciso fazer um exame chamado expect cerebral como faço para agendar esse exame grata Alexsandra

Resposta:

Olá Alexsandra, para informações sobre exames ligue (11) 2151-1233, opção 1 ou preencha o formulário no Agendamento de Exames: http://www.einstein.br/medicina-diagnostica/Paginas/agendamento-de-exames.aspx que entraremos em contato.

13/04/2012 16:19:38

Camila

Olá gostaria de saber a respeito da eficácia da vitamina B2 no tratamento de Parkinson. Grata.

Resposta:

Olá Camila, É muito importante a avaliação e o acompanhamento médico, procure sempre o seu médico. Se precisar você poderá encontrar um especialista utilizando nossa ferramenta "Indicador Médico" que está localizada em nossa home Page.

31/03/2012 20:09:46

Renato de Jesus

Ola, tenho 1=26 anos, tenho tremores na mão direita, cai copos, perdi a escrita. em fim é um terro,estou tomando artane 15mg, eu fico 85% melhor, mais a falta de memoria, nossa eu estou falando algo passa um segundo ja esqueci, e isso esta acabando com minha vida, preciso de ajuda urgente,sei la tem tanta tecnologia, queria saber por que ? vou tomar remédios a vida toda ? o medicamento traz fraqueza, pertubação visual, libido ? olha ja pensei em me matar varias vezes, so não fiz por minha mâe Renato

Resposta:

Olá Renato, você precisa de uma avaliação médica para avaliar todas as suas queixas, infelizmente não é possível te aconselhar por este canal. Caso queira se consultar com nossos especialistas, nossa equipe está à disposição. Você pode contatar nossa Central de Atendimento, 11 2151-1233 ou acessar o Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx Programa Integrado de Neurologia

24/03/2012 08:09:01

Francisco Carlos

Meu amigo colocou o eletrodo há 9 meses. O quadro só piorou. Agora o pulso está ficando entre 38 e 47 ppm; existe relação entre o eletrodo e a queda dos batimentos cardíacos? Obrigado!

Resposta:

Olá Francisco, Para uma avaliação mais detalhada e precisa, o seu amigo deve procurar o médico que acompanha o caso dele. Só ele pode esclarecer todas as suas dúvidas. Caso queira, disponibilizamos duas formas de indicação médica. Por meio da nossa Central Médica, pelo telefone 11 2151-1233, ou pelo nosso site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

19/02/2012 17:26:11

army

meu marido tem 55 anos e foi constatado a mais ou menos um ano que ele possui mal de parkison, e gostaria de poder ver o caso dele com o dr luiz augusto franco de andrade para poder ter um diagnostico e um tratamento mais aprimorado, sou de sc e gostaria de que me ajudassem por estar no começo da doença.

Resposta:

Olá Army, Agradecemos o seu contato. O Einstein terá o prazer em atendê-lo. Para marcar consultas com um dos nossos médicos, você deve entrar em contato com a nossa Central de Atendimento, 11 2151-1233, ou acessar o site, na área do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

11/01/2012 23:50:27

yone souza

Gostaria de saber se há em S Paulo algum centro de reabilitação para pessoas com parkinson, um lugar onde a pessoa possa fazer fisioterapia, fono, atividades fisicas. Obrigada

Resposta:

Olá Yone, Agradecemos o seu contato. Caso você queira marcar consulta com um dos nossos especialistas, entre em contato com a Central de Atendimento do Einstein, pelo telefone 11 2151-1233, escolhendo a opção 3 ou pelo e-mail fonesaude@einstein.br. Você também pode encontrar um especialista utilizando nossa ferramenta "Indicador Médico": http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx Boa sorte.

10/12/2011 10:21:57

Ana Cristina

Olá, minha vó de 75 anos faz o uso do levodopa a 7 anos e nesses últimos 2 anos a doença evoluiu muito, já tentamos diversos medicamentos tais como: sifrol, sifrol ER, akineton, niar entre outros, todos eles apresentaram efeito colateral. Ela não treme tem muita rigidez, apresenta um quadro profundo de depressão na qual está tomando o pristiq e durante a noite dorme muito mal se acorda varias vezes durante a noite porém cochila muito durante o dia.o quepode sr feito para melhorar esse quadro ?

Resposta:

Olá Ana Cristina, infelizmente não podemos dar uma resposta por este canal. Aconselhamos você a procurar o médico que acompanha o caso de sua avó para esclarecer todas as suas dúvidas em relação ao tratamento. Caso queira consultar outro profissional, fique à vontade pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Boa sorte e continue acompanhando nosso portal.

05/12/2011 19:13:01

rosana

Minha mãe tem 49 anos e a 6 sofre com mal de parkinson ela só toma biperideno e seu estado só tem piorado ela já testou outros medicamentos levodopa etc mais eles não fizeram bem a ela pelo contrario então o neoro retirou o medicamento.O caso da minha mãe é de cirurgia ?

Resposta:

Olá Rosana, este tipo de informação requer uma avaliação mais detalhada com um especialista, no caso um neurologista. Pelas suas limitações, a internet não deve ser instrumento para consultas médicas, diagnóstico clínico, prescrição de medicamentos ou tratamento de doenças e problemas de saúde. Caso queira consultar um dos nossos especialistas, fique à vontade para pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, opção 3. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Boa sorte.

01/11/2011 19:29:57

josenilda

as colocações acima sao ótimas. Favor me orientar quanto o problema de minha mãe, ela teve avci e hemorragica há um ano e agora está com o braço tremulo e muita rigidez pescoço e braço. o que fazer?

Resposta:

Olá Josenilda, A reabilitação de um paciente após um acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico deve ser um processo contínuo. A exata avaliação das necessidades depende das características individuais de cada paciente, localização da lesão e sintomas apresentados. Sugerimos uma avaliação clínica com o médico responsável e uma equipe multiprofissional formada de fisioterapeuta e de terapia ocupacional. Programa Integrado de Neurologia

23/09/2011 10:12:34

jorge

minha esposa toma prolopa 200/50 e e para ansiedade provocada pelo mesmo toma alprazolan 0,25 mg e qurtiapina25 mg à noite, mesmo assim ela tem muita ansiedade durante o dia e dorme em média sómente cinco horas por noite o quer devemos fazer para melhorar a qualidade de vida dela o diagnóstico foi dado a aproximadamente 4 meses e ela não aceitou a doença

Resposta:

Olá Jorge, infelizmente não podemos dar uma resposta por este canal. Aconselhamos você a procurar o médico que está acompanhando a sua esposa, para esclarecer todas as suas dúvidas. Só um especialista na área é que pode fazer uma avaliação correta da melhor forma de tratamento. Caso queira consultar outro profissional, fique à vontade pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Desejamos a você e a sua esposa boa sorte.

09/09/2011 14:33:07

Aida

li recentemente que o chimarrão tem propriedades curativas para o mal de parkinson......vcs do ainsten ja fizeram testes para indicar?...a dieta é importante para a regressao ou avanço do mal de parkinson?

Resposta:

Aida, não existe nenhum relato científico comprovando que o chimarrão tem alguma propriedade curativa para nenhum tipo de doença. Caso queira saber mais sobre a doença, temos algumas matérias no site relacionadas ao assunto: http://www.einstein.br/espaco-saude/tecnologia-e-inovacao/paginas/pesquisas-em-parkinson.aspx; http://www.einstein.br/espaco-saude/em-dia-com-a-saude/paginas/cirurgia-reduz-sintomas-de-parkinson.aspx.

07/09/2011 12:06:54

sheila

Para passar com o especialista do Einsten existe algum custo, principalmente quem usa o SUS

Resposta:

Sheila, agradecemos seu comentário. Para passar com algum especialista do Einstien, em umas das suas unidades, é necessário ou ter convênio médico que possua cobertura para o hospital ou fazer atendimento de forma particular. Caso queira consultar um dos nossos especialistas, fique à vontade para pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, opção 3. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Boa sorte.

05/09/2011 09:49:34

Rafael Alves

Tenho todos esses sintomas de Parkison,minha bisavó teve,é é possivel que eu venha a desenvolver essa doença,ja que tenho todos os sintomas descritos acima? Tenho apenas 24 ano!!!

Resposta:

Olá Rafael, agradecemos seu contato. Mas infelizmente não conseguimos dar uma resposta por este canal, sem antes avaliarmos o seu caso por meio de consulta médica. Caso queira consultar um dos nossos especialistas, fique à vontade para pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, opção 3. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Boa sorte.

03/09/2011 13:59:40

Manoel Cunha Lacerda

qual o especialista para realizar consulta de doença de parkinson, com maior conhecimento e esperiência clinica?

Resposta:

Olá Manoel, o especialista indicado é o Neurologista. Para localizar o contato de algum profissional do Einstein consulte o "Indicador Médico" por meio do link http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Caso não encontre o médico que procura, entre em contato com a Central de Atendimento Albert Einstein pelo telefone (11) 2151-1233, opção 3 ou pelo e-mail fonesaude@einstein.br. Boa sorte e continue acompanhando nosso portal.

02/09/2011 10:08:47

REGINA HELENA SÁRAPO

COM pARKINSON HÁ TRES ANOS -MUITO LENTO- SEM MEDICAÇÃO -AGORA, FOI INDICADO O REMÉDIO SIFROL-0.25.MG.4XAODIA -2 COMPRIMIDOS- ISSO POR CONTA DE UM CANSAÇO MAIOR-FAÇO GINÁSTICA E CAMINHO DIARIAMENTE-TENHO 70 ANOS-NÃO HAVIA PERCEBIDO QUE ERA PARKINSON- FOI DADO DIAGNÓSTICO DE PROBLEMA NA COLUNA -1 SINTOMA- FALTA DE OLFATO RIGIDEZ-ATÉ AGORA TIVE VIDA NORMAL MESMO SEM MEDICAMENTO-A INDICAÇÃO DO REMÉDIO ESTÁCORRETA?EFEITOS COLATERAIS?VAI EXISTIR AUMENTO DE DOSAGEM? SAUDAÇÕES PARA TODOS REGINA HELENA S

Resposta:

Olá Regina, agradecemos seu depoimento, mas só em uma consulta presencial é que você poderá tirar todas as suas dúvidas. Recomendamos que você converse com o seu médico. Este canal traz informações sobre saúde e bem-estar, mas nunca irá substituir o contato direto com o médico. Caso tenha interesse em agendar uma consulta com nossos médicos, entre em contato com a nossa Central de Atendimento, pelo telefone 11 2151-1233, opção 3. Boa sorte.

31/08/2011 16:21:51

Maria Aparecida

Minha tia esta com 68 anos , há mais ou menos dois anos começou a ter dificuldade para caminhar,fica patinando no mesmo lugar , e do joelho para baixo tem tremores, ja fez tratamento para a coluna , agora há oito meses esta se tratando com um neurologista ,que receitou sifrol e prolopa,agora pediu tambem uma ressonancia magnetica da medula e do encefalo para verificar se realmente é parkison,este exame tem condiçoes de informar ?as vezes parece que o tratamento não esta resolvendo., sera que

Resposta:

Olá Maria Aparecida, a definição de um diagnóstico depende da análise de múltiplos fatores, e o exame de imagem é um deles. Somente após o resultado do exame e correlação dos sintomas que sua tia apresenta é que o médico poderá dizer se é Parkinson e indicar o melhor tratamento. Aconselhamos você a esclarecer estas dúvidas com o neurologista que acompanha o caso ou, se preferir uma segunda opinião, entre em contato com o Fone Saúde, 11 2151-1233, e marque uma consulta com um dos nossos especialistas. Boa Sorte.

31/08/2011 09:27:22

Maria Helena Vidal P

Bom dia Dra. Meu esposo tem 66 anos faz o tratamento com um especialista - livre docente da USP - entrentanto, com o aumento da dosagem de levodopa seu estado clinico piorou: aumento de tremores, bem como o aumento da rigidez. No caso descrito, ele seria um candidato à cirurgia? Outro ponto de dúvida: a cirurgia melhora a rigidez ou é mais para controlar os tremores? Também gostaria de saber como ele pode se candidatar para um grupo de pacientes a serem estudados. Desde já, agradeço

Resposta:

Olá Maria Helena, pacientes com a doença de Parkinson (DP) costumam apresentar excelentes respostas à terapêutica com a levodopa. No caso, com o aumento da dose houve sinais de piora, o que deve ser comunicado ao médico assistente, porque esta também é uma possibilidade ao longo do tratamento. Existem muitas outras estratégias de tratamento com medicamentos que podem ser utilizadas em situações deste tipo. Quanto à possibilidade de cirurgia de implante de DBS para o tratamento da DP, existem muitos critérios de inclusão e de exclusão dos candidatos à cirurgia que devem ser obedecidos e que exigem que o paciente seja submetido a uma avaliação específica por um neurologista especialista nesta doença, que esteja inserido numa equipe multidisciplinar de cirurgia por DBS. Não é o neurocirurgião o encarregado de fazer a seleção dos candidatos, pelo menos nas melhores equipes. Não há a possibilidade de lhe informar apenas baseado nas poucas informações fornecidas se o seu marido é um bom candidato a este procedimento ou não. Devo lembrá-la que apenas 3 a 5% dos pacientes com DP são candidatos à cirurgia. Os demais são tratados apenas com medicamentos. É claro que ele pode até ser selecionado como um bom candidato, mas tem de passar por uma avaliação especializada para isto. Dr. Luiz Augusto F. Andrade - coordenador científico dos projetos de pesquisa em Parkinson do Instituto do Cérebro, do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP).

15/08/2011 16:00:58

Marinalva Rigaud Lim

Alem do tremor nas mõs tenho tremor no queixo quando do ato de engolir liquidos isso pode ser tipico da doença? ainda não procurei o especialista, preciso de orientação quanto ao mesmo, moro na Bahia.

Resposta:

Marinalva, agradecemos seu comentário, mas não temos como dar uma resposta tão precisa em relação a um tratamento de saúde por este canal. O Espaço Saúde visa apenas trazer informações em relação a determinado assunto e nunca poderá substituir uma consulta médica. Aconselhamos você a procurar um médico especialista o mais rápido possível. Só ele poderá fazer uma avaliação correta e dizer se é ou não caso cirúrgico. Caso queira, você poderá pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, ou acessando o Indicador Médico em nosso site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Boa sorte.

12/08/2011 20:40:38

Nilda

Tenho uma irmã de 63 anos portadora do parkinson a 25 anos, ela já não movimenta quase nada, poderia ainda operar? ela mora no interior e não tem acompanhamento de especialista algum, gostaria de uma orientação. Desejo tanto ajuda-la.

Resposta:

Nilda, agradecemos seu comentário. Recomendamos que procure um especialista para realizar um diagnóstico detalhado. Caso seja de seu interesse, temos um serviço de indicação médica. Você pode tanto ligar para o Fone Saúde do Einstein, 11 2151-1233, opção 3, quanto acessar a área do Indicador Médico no site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

07/06/2011 13:44:06

Milton R Layher

Meu avó materno tinha Parkinson e já faleceu. Minha mãe tem também o mal de Pakinson. Existe algum exame, mesmo experimental que possa fazer para saber se vou ter o Mal?Tenho 57 anos.

Resposta:

Olá Milton, no seu caso, que já possui histórico familiar de doenças relativas ao Mal de Parkinson, a melhor maneira de se prevenir é procurar um bom médico para fazer um check-up completo. Boa sorte e continue acompanhando nosso portal.

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