Obesidade: um problema de saúde pública
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a obesidade é um dos dez maiores problemas de saúde pública, uma epidemia que já atinge 300 milhões de pessoas pelos cinco continentes.
No Brasil esse cenário não é diferente. O número de indivíduos com obesidade vem evoluindo de maneira preocupante nas últimas três décadas. O resultado: quatro em cada dez brasileiros estão atualmente acima do peso.
A obesidade está relacionada a diversos males. Quanto mais alto o Índice de Massa Corpórea (IMC), maiores os riscos de diabetes, problemas cardiovasculares - incluindo AVC, doenças de articulações, apneia do sono, depressão e câncer entre outros, afetando a qualidade de vida e a longevidade.
Por isso é tão importante buscar ajuda especializada, para evitar consequências mais graves.
Tratar a obesidade é a melhor forma de recuperar a saúde e a qualidade de vida.
Referência nesse tipo de tratamento, o Einstein está à disposição de seus pacientes para ajudar a superar esse desafio com total segurança, conforto e bem-estar.
Classificação da obesidade
Para a classificação da obesidade são utilizados vários indicadores, sendo o Índice de Massa Corpórea (IMC) o mais comum.
Segundo a OMS, o Índice de Massa Corpórea (IMC) é reconhecido como um padrão internacional para avaliar o grau de excesso de peso, apresentando boa aplicabilidade na prática por ser facilmente calculado, dividindo o peso (em quilos - kg) pela altura ao quadrado (em metros - m).
Tabela de classificação da obesidade:
| Índice de Massa Corpórea = peso/altura2 |
| De 18,4 a 24,9 |
normal |
| De 25 a 29,9 |
sobrepeso |
| De 30 a 34,9 |
obesidade grau I |
| De 35 a 39,9 |
obesidade grau II |
| Acima de 40 |
obesidade grau III |
Veja, abaixo, como calcular seu IMC:
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