Medicina Fetal

O.S.C.A.R. - One Stop Clinic for Assessmentof Risks

Maior agilidade no diagnóstico pré-natal de problemas genéticos do feto

Os exames para avaliação de risco de anomalias genéticas demoravam de 7 a 14 dias para ficar prontos, ao trazer um sofisticado sistema de diagnóstico ao Brasil de forma pioneira, o Hospital Israelita Albert Einstein pode oferecer esses resultados em uma prazo mais rápido.

Chamada de O.S.C.A.R. (One Stop Clinic for Assessment of Risks), essa tecnologia é baseada no conceito desenvolvido pelo Prof. Kypros Nicolaides, coordenador da Fetal Medicine Foundation, de Londres, no início desta década, no qual todos os exames necessários são realizados em uma única visita. Entre as mais frequentes anomalias genéticas está a Síndrome de Down.

Com essa tecnologia, além da rapidez, seu diagnóstico se torna ainda mais preciso, pois a sensibilidade do exame para sua detecção pode chegar a 95%.

Vantagens do O.S.C.A.R.

  • Maior comodidade, evitando vários deslocamentos da gestante para o consultório médico ou laboratório.
  • Rapidez do resultado.
  • Evita ansiedade da gestante à espera dos resultados.
  • Co-rrelaciona dois exames não invasivos: avaliação da Translucência Nucal (TN) e Perfil Bioquímico Materno.
  • Permite que o especialista em medicina fetal que realiza a ultrassonografia converse com a paciente e esclareça suas dúvidas sobre o resultado final do exame.
  • Resultados são apresentados de forma clara, por meio de gráficos de fácil leitura.
  • Eleva a sensibilidade na detecção da síndrome de Down para 95%.

Exames de rastreamento

É o nome dado ao conjunto de exames não invasivos para detecção de anomalias genéticas. O rastreamento é composto por ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre e o perfil bioquímico materno.

A ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre é o exame mais importante para o rastreamento da síndrome de Down. Ele pode ser realizado entre 11ª e 14ª semanas de gestação (preferencialmente, entre 12ª e 13ª semanas) e inclui o estudo da anatomia fetal, a medida da translucência nucal, a avaliação da presença do osso nasal e do fluxo de sangue através do ducto venoso.

O perfil bioquímico materno consiste na análise de dois exames colhidos no sangue da mãe: a proteína plasmática A - associada à gestação (PAPP-A) - e a fração livre do betaHCG (free betaHCG). Avaliado em conjunto com a ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre, o exame melhora a sensibilidade na detecção da síndrome de Down de 90% para 95%.

Classicamente, utilizava-se apenas a idade materna (acima de 35 ou 38 anos), para indicar a realização dos exames invasivos na gravidez. No entanto, quando se avaliam as estatísticas, observa-se que apenas 30% das crianças portadoras de anomalia genética têm mães acima de 35 anos. Isso significa que 70% são filhos de mães jovens. Por esse motivo, foram criados os exames de rastreamento, que podem e devem ser realizados em todas as gestantes.

Quando os exames de rastreamento mostram resultados normais, a gestante sai tranquila e evita a ansiedade. Mas caso os exames tenham resultados alterados, isso não significa necessariamente que o feto apresenta alguma doença genética, mas indica que outros exames devem ser realizados.

Exames invasivos

É importante frisar que os exames invasivos aumentam o risco de perda fetal e, portanto, não são indicados para todas as gestantes - apenas para aquelas classificadas como de alto risco.

Nesses exames, com controle ultrassonográfico em tempo real, são realizadas punções através do abdome da mãe com o objetivo de retirar material fetal para análise. Dois são os procedimentos invasivos mais frequentes:

  • Biópsia de Vilo Corial (BVC )
    Na BVC , retira-se um fragmento da placenta. É habitualmente realizada entre 11ª e 14ª semanas de gestação.
  • Amniocentese
    Retira-se amostra do líquido amniótico, geralmente, colhido a partir da 15ª semana de gestação.
    Com o material obtido de qualquer um desses exames, é realizada a cultura em laboratório de citogenética. A partir dessa cultura pode-se estudar o cariótipo do bebê, que permite a contagem do número e a avaliação da forma dos cromossomos, tornando possível o diagnóstico das principais anomalias genéticas fetais.

Com o material obtido de qualquer um desses exames, é realizada a cultura em laboratório de citogenética. A partir dessa cultura pode-se estudar o cariótipo do bebê, que permite a contagem do número e a avaliação da forma dos cromossomos, tornando possível o diagnóstico das principais anomalias genéticas fetais.

Exemplo de Resultado do Exame

Informações gerais

  • O atendimento é feito nas unidades Jardins e Morumbi
  • Não requer preparo especial. Não é necessário encher a bexiga. Deve-se evitar o uso de cremes na pele do abdome no dia anterior e na data do exame
  • A temperatura da sala de exames varia de 20 a 24 °C; portanto, recomendamos à paciente e ao acompanhante que utilizem trajes apropriados
  • Criança acompanhando o exame costuma perder o interesse depois de alguns minutos. Para o conforto dos pais, recomenda-se trazer um acompanhante para cuidar dela
  • O exame será gravado em CD-ROM e DVD – que serão fornecidos pelo próprio serviço

Qualidade auditada

A equipe de Medicina Fetal do Hospital Israelita Albert Einstein mantém uma auditoria interna permanente e, anualmente, envia os dados colhidos por uma auditoria independente para a Fetal Medicine Foundation (Londres, Inglaterra), que certifica a qualidade dos exames realizados.


Compartilhe

Deixe um comentário

20/03/2012 12:10:02

Rita

Gostaria de saber mais sobre o exame oscar ( anomalias fetais) quanto custa? preciso de pedido medico? com quanto tempo de gestaçao posso fazer. Obrigada, aguardo resposta.

Resposta:

Olá Rita, para informações sobre exames ligue (11) 2151-1233, opção 1 ou preencha o formulário no Agendamento de Exames: http://www.einstein.br/medicina-diagnostica/Paginas/agendamento-de-exames.aspx que entraremos em contato.

     
* *
* Caracteres restantes: 500
* Campos Obrigatórios

Aviso: todo e qualquer comentário publicado na internet por meio deste sistema não reflete, obrigatoriamente, a opinião deste portal ou da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein. Os textos publicados são de exclusiva, integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. O Hospital Israelita Albert Einstein reserva-se, desde já, o direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou, de alguma forma, prejudiciais a terceiros. Informamos ainda que poderá haver moderação dos comentários que apresentarem dados clínicos ou pessoais dos autores, visando garantir a privacidade destas informações. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação (nome e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.