A esclerose múltipla é uma doença neurológica autoimune, geralmente caracterizada por surtos de alterações na visão, formigamento ou dormência nos membros, perda de equilíbrio e dificuldade de andar, entre outros.
Nos seus portadores, as células imunológicas invertem seu papel: em vez de proteger o sistema de defesa do indivíduo passam a agredi-lo, produzindo inflamações. O mal afeta particularmente a bainha de mielina, espécie de capa protetora que reveste os prolongamentos dos neurônios responsáveis por conduzir os impulsos elétricos do cérebro para o corpo e vice-versa. Uma vez que a mielina ou essas terminações dos neurônios, chamadas axônios, foram lesionadas pelas inflamações, ficam comprometidas as funções coordenadas pelo sistema nervoso central, como visão, audição, sensibilidade e locomoção.
Apesar de muita gente associar a expressão “esclerose múltipla” ao indivíduo de mais idade, que vai perdendo suas capacidades mentais, essa doença nada tem a ver com males como o Alzheimer e outros tipos de demências.
Segundo as teorias médicas atualmente mais aceitas, a esclerose múltipla é desencadeada por uma combinação de fatores que inclui predisposição genética, aspectos ambientais e infecções virais. “Nosso sistema imunológico é comandado por um grupo de genes. Na esclerose múltipla, ocorrem alterações que fazem com que esse sistema passe reconhecer a pessoa ou estruturas da pessoa como agressores”, explica a Dr. Rodrigo Barbosa Thomaz, neurologista do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).
Do diagnóstico ao tratamento, novos recursos trazem avanços na abordagem da doença.
A doença atinge duas mulheres para cada homem e é mais comum na faixa dos 20 aos 40 anos de idade. O número de ocorrências é maior nos países distantes da linha do Equador, possivelmente porque nessas regiões as pessoas têm pouca exposição ao sol. Na Suécia, por exemplo, a prevalência é de 300 casos para 100 mil habitantes. Na cidade de São Paulo, segundo estudo epidemiológico realizado em 2001, a proporção é de 15 para 100 mil. No Brasil, estima-se em 30 mil o número de indivíduos afetados, havendo maior registro da doença nas regiões Sul e Sudeste em comparação com o Norte e Nordeste.
As formas da doença
A esclerose múltipla tem quatro formas de manifestação. A primeira e mais frequente é a do tipo surto-remissão. “Em 85% dos casos, a doença se manifesta dessa maneira. Ou seja, a pessoa apresenta episódios de alterações de uma função neurológica – uma dificuldade de visão, um formigamento, uma perda de movimento na perna, por exemplo. Isso dura dias ou semanas. Depois o indivíduo melhora; se recupera sem sequelas. Em média os surtos se repetem uma vez por ano”, explica o Dr. Rodrigo.
Num prazo de cerca de 10 anos, porém, metade desses pacientes evoluirá para a segunda forma de apresentação clínica da doença, conhecida como secundariamente progressiva, isto é, quando os portadores da esclerose não mais se recuperam plenamente dos surtos e vão acumulando sequelas. Têm, por exemplo, uma perda visual definitiva ou uma maior dificuldade para andar, precisando de apoio de bengala ou cadeira de rodas.
Ainda não há cura para a esclerose múltipla, mas há avanços consideráveis tanto em diagnóstico como em tratamento.
Em outros 10% dos casos ocorre a chamada forma progressiva primária, na qual, sem ter necessariamente surtos, há gradativa piora das funções. E 5% apresentam a quarta forma da doença, a mais rápida e agressiva. Nela, surtos estão combinados com a progressão paralela do processo desmielinizante.
Ainda não há cura para a esclerose múltipla, mas há avanços consideráveis tanto em diagnóstico como em tratamento.
Tecnologia e conhecimento
“Em diagnóstico, os modernos equipamentos de ressonância magnética com resolução igual ou superior a 3 teslas (tesla é a unidade que mede a capacidade de resolução) permitem visualizar cada vez mais detalhadamente as lesões desmielinizantes e mapeiam, inclusive, as que estão presentes no córtex cerebral”, afirma o Dr. Charles Tilbery, neurologista do HIAE.
Além disso, os conhecimentos a respeito da doença determinaram uma importante evolução dos critérios de diagnóstico. Os primeiros critérios, chamados Critérios de Poser, foram definidos em 1986 e não incluíam exames de imagem. Os principais pontos considerados eram os surtos típicos de esclerose múltipla com intervalos de tempo superiores a 30 dias. A partir de 2001, com a maior difusão da ressonância magnética, os exames de imagem engrossaram o arsenal. Inicialmente, considerava-se que o paciente era portador de esclerose múltipla quando o exame apresentava pelo menos nove lesões desmielinizantes na parte branca do cérebro, sendo quatro delas na região periventricular e uma na região justacortical. Além disso, eram necessárias duas ressonâncias no intervalo de três meses para fazer a comparação e verificar aumento das lesões.
Diagnosticar a doença precocemente faz toda a diferença. Quanto mais cedo se inicia o tratamento, maiores as chances de modificar no longo prazo a história natural da doença, reduzindo o número de surtos, de lesões e de sequelas
Hoje os critérios consideram o número de lesões (três), sua localização e tempo de existência (lesões mais novas captam o contraste, as mais antigas não). Ao lado dos critérios clínicos, um único exame de ressonância basta para fechar o diagnóstico. Além disso, o médico pode solicitar o exame de liquor – um recurso utilizado há bastante tempo – que ajuda a reforçar o diagnóstico. O objetivo, aqui, é constatar a presença de bandas oligoclonais, anticorpos anormais no liquor, indicadores de esclerose múltipla.
“Diagnosticar a doença precocemente faz toda a diferença. Quanto mais cedo se inicia o tratamento, maiores as chances de modificar no longo prazo a história natural da doença, reduzindo o número de surtos, de lesões e de sequelas”, destaca o Dr. Charles. Hoje a medicina tem recursos para isso.
A emergência dos imunomoduladores
Há cerca de duas décadas, a única forma de tratamento disponível era a cortisona, que só combate a inflamação que provoca a destruição da mielina. Ou seja, a cortisona não altera o curso da doença.
Isso mudou com o surgimento dos imunomoduladores, medicamentos que têm o papel de equilibrar a resposta imunológica do indivíduo, impedindo agressões das células ao sistema nervoso central. Busca-se, assim, evitar a ocorrência de novos surtos e o surgimento de novas lesões.
Os imunomoduladores constituem hoje a primeira frente de tratamento da esclerose múltipla. Divididas em dois tipos, essas drogas são eficazes em cerca de 30 a 40% dos casos. Isso pode estar ligado à própria resposta do organismo da pessoa ao medicamento. Mas acredita-se que um dos maiores problemas é mesmo a baixa adesão dos pacientes ao tratamento, principalmente em função da dor e do desconforto advindos do fato de serem drogas injetáveis ou subcutâneas, de uso diário ou semanal. Estima-se que de 40% a 50% dos pacientes não usem o medicamento corretamente. “Ainda assim, os imunomoduladores seguem tendo um papel importante, pois conseguem, no longo prazo, modificar o curso natural da esclerose múltipla”, observa o Dr. Rodrigo.
Nova geração de imunossupressores
A segunda frente de tratamento, adotada nas formas mais ativas da esclerose múltipla, são os imunosupressores. Ao contrário dos imunossupressores convencionais, que agem indistintamente sobre o sistema imunológico, deixando o paciente exposto ao risco de infecções, a nova geração desses medicamentos – os anticorpos monoclonais – atua de maneira específica, impedindo a ação das células que agridem a mielina. “Eles agem sobre uma molécula específica que existe na superfície dos linfócitos (glóbulos brancos do sangue), que só algumas células de defesa expressam, impedindo que invadam o sistema nervoso, preservando-o de possíveis agressões”, explica o Dr. Rodrigo.
Estudo com 942 pacientes divulgado no The New England Journal of Medicine mostrou uma redução de 67% na taxa de surto entre os pacientes tratados com os novos medicamentos ao longo de dois anos em relação ao grupo que recebeu placebo. A progressão do risco de incapacidade também foi menor: apenas 17% dos que receberam a droga registraram progressão, contra 29% do grupo placebo.
“Trata-se de um medicamento bastante eficiente. Além disso, é aplicado em infusões venosas mensais, o que significa maior conforto para o paciente, e apresenta baixo risco de efeitos adversos”, afirma o Dr. Charles. Vale destacar que, comparado aos imunosupressores clássicos, esses novos medicamentos implicam menor risco de infecções. Mesmo assim, é feito um acompanhamento para monitorar a presença de vírus oportunistas e prevenir complicações, com avaliações clínicas e por meio de exames de ressonância magnética, de liquor e de sangue. No mundo, há cerca de 80 mil pacientes submetidos a esse tratamento.
A terapia com anticorpos monoclonais é adotada nos pacientes que têm a doença muito ativa, com surgimento de lesões inflamatórias novas no último ano e pelo menos dois surtos graves num curto período de tempo. É prescrita ainda para aqueles que, após um ano ou mais, não responderam ao tratamento com nenhum dos tipos de imunomoduladores.
Uma outra possibilidade de tratamento, hoje só adotada em casos muito graves e quando as demais alternativas não funcionaram, é o transplante de medula óssea – o mesmo realizado para casos de leucemia. O objetivo é reprogramar a imunidade da pessoa. O transplante é um último recurso. Além dos riscos envolvidos, experiências com a adoção precoce desse procedimento não apresentaram resultados satisfatórios no longo prazo.
Apoio total ao paciente
Se há pouco a fazer depois que o portador de esclerose múltipla entrou na fase progressiva da doença, hoje são muitos os recursos para evitar que ele chegue a essa etapa. Ao lado das drogas imunomoduladoras e dos anticorpos monoclonais, é fundamental proporcionar ao paciente o apoio de uma equipe multidisciplinar que, além do neurologista e especialistas em imagem diagnóstica, inclui profissionais de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia e enfermagem. “Essa estrutura é importante sob todos os pontos de vista, inclusive para ajudar o paciente a aceitar a doença, a lidar melhor com a sua condição e eventuais limitações, além de educá-lo para a correta aplicação dos medicamentos, estimulando a adesão ao tratamento”, destaca o Dr. Rodrigo.
Atualmente, há outros anticorpos monoclonais em desenvolvimento. Alguns, além de contribuir para evitar novas lesões e sequelas como os atuais, poderiam agir para frear a progressão e até regenerar tecidos afetados. São boas perspectivas para o futuro. Tanto as pesquisas de novas drogas como as que envolvem uso de células-tronco (estas ainda em fase inicial) acenam com novas opções de tratamento e, portanto, com novas vitórias na batalha contra as células agressoras da esclerose múltipla.

Publicado em
26/08/2011
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14/05/2012 15:49:32
Neka de Lacerda
OLá Boa tarde!
Lendo a matéria sobre EM, achei muito esclarecedora, sou estudante de Técnico em Enfermagem, estou elaborando TCC, cujo tema "Humanização na assistencia de Enfermagem a portadores de EM", gostaria de poder estar entrevistando algum médico especialista em EM. Conto com a colaboração.
Obrigado
Resposta:
Olá Neka, agradecemos seu contato e seu interesse. Para solicitação de visita em nossa Instituição é necessário preencher o requerimento disponível em http://apps.einstein.br/ssev/form-visita-einstein.asp . Para mais informações ligue (11) 2151-6810.
20/04/2012 18:59:38
kátia Rodrigues
gostaria que vocs me ajudem ., há mais ou menos uns 15 dias venho apresentando formigamentos em braço direito com ardência no dorso e na palma da mão e nos dedos ccomo se fosse queimadura e as vezes não tenho força para segurar um pente e fico com dificuldades para escrever tem horas também que o meu olho direito fica latejando. Informo a vcs. que sou diabética tipo 2 há um ano. Pergunto a vcs.: os sintomas relatados são sinais de esclerose multipla? que especialista procuro um reumatologista?
Resposta:
Olá Kátia,
Para uma avaliação mais detalhada e precisa, você deve procurar o médico que acompanha seu caso. Só ele pode esclarecer todas as suas dúvidas. Caso queira, disponibilizamos duas formas de indicação médica. Por meio da nossa Central Médica, pelo telefone 11 2151-1233, ou pelo nosso site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.
25/03/2012 10:23:16
Daniele
Cerca de um ano venho perdendo o campo visual do olho direito, bem já tinha minha visão comprometida nesse olho, pois nascir com drusas no nervo óptico. Porém essas drusas são como sinais, não evoluem. Então, certa vez, em uma das minhas consultas no neuroftamologista para revisão de minhas drusas, a médica notou uma alteração no meu nervo óptico e solicitou mais uma campimetria e um PVE ( POTENCIAL EVOCADO). Fiz os exames em novembro de 2011, porém já vinha sentindo uns formigamentos e dores nas pernas braços e tronco, que me levou a ir no ortopedista, que na ocasião disse que era melhor que eu procurasse um reumatologista , foi o que fiz. Então o reumatologista passou uma serie de exames, todos não deram nada e ele falou que eu tinha fibromialgia. Neste tempo, eu não tinha pego o exame ainda, então aceitei o diagnóstico e deixei o exame para lá. Entretanto, outros sintomas começaram a surgir, dor persistente inexplicável em algumas regiões, como por exemplo dor em braço, perna, em faixa no tórax, formigamento ou fincadas repetitivas e freqüentes, perda de força localizada em braço, perna isolada. Vertigem, que é uma sensação da cabeça rodar, com náuseas (sensação de quere vomitar) , vômitos e também muitas vezes a visão dupla. Dor a mastigação de caráter intenso e agudo e também pontos dolorosos na face, sonolência exagerada, cansaço excessivo, perda de equilíbrio.Esses sintomas vão e voltam, tem vezes que duram 1 ou 2 semanas e depois simplesmente, eu estou ótima, como uma virose que eu tivesse tido e passado. Bom, então resolvi buscar o resultado dos exames e levar para outra médica, pois achei uma mais perto de minha casa. Mostrei a médica que foi logo fazendo e monte de testes clínicos que eu não tinha feito ainda e a cada teste fazia uma cara de preocupação. Então eu falei a ela que estava tendo uns sintomas estranhos. Daí ela falou que estava preocupada com o resultado do potencial evocado e com minha os testes clínicos e disse que eu precisava o mais rápido possível fazer uma RM do encéfalo e trazer para ela e disse que eu não deveria ter demorado tanto para mostrar os exames a um médico. Fez a justificativa para o exame, me despedir dela e sair. Como todo paciente curisoso, fui lê à justificativa e lá estava constando que ela queria descartar a possibilidade de compressão tumoral, mas que acreditava ser esclerose múltipla. Bom, segunda dia 26/03/2012 vou fazer minha RM, mesmo morrendo de medo do exame. Estou numa semana péssima, com dormência nas pernas e braços e dores horríveis em ambos também, e uma dor horrível em meu tronco com muita fraqueza.
Bom, sou de Recife –PE, e gostaria de saber se vcs tem médicos neurologistas aqui ou funcionam aqui ou se podem me dá um nome de uma medico neurologista especialista em E.M aqui em Recife.Estou tão preocupada, pois trabalho e só Deus sabe como estou levantando e indo trabalhar esses dias, as vezes, acho que vou amanhecer um dia e não conseguir levantar da cama ou perder os movimentos de minha perna.
Resposta:
Olá Daniele, nossa atuação está concentrada no estado de São Paulo e não temos informações sobre os serviços oferecidos por outras instituições. Caso queira consultar um dos nossos especialistas, entre em contato com o canal Fone Saúde pelo telefone (11) 2151-1233. Desejamos boa sorte em seu tratamento.
22/02/2012 10:51:06
Regina Celia
Achei a matéria sobre Esclerose Múltipla bastante esclarecedora. Tenho uma dúvida que gostaria de tirar: Qual a diferença entre esta doença e "Esclerose Sistêmica"?
Resposta:
Olá Regina,
A esclerose sistêmica é uma doença, como o nome diz, que compromete vários orgãos e é de natureza degenerativa. E a Esclerose Múltipla é uma doença do sistema nervoso (cérebro e medula) inflamtória. Portanto, nada tem
haver com a esclerose sistêmica.
Dr. Charles Peter Tilbery, neurologista do Einstein
06/02/2012 19:27:55
ANA ELIZABETE
Boa noite.
Meu pai apresenta alterações nervosas como agressões verbais, fraqueza nas pernas, ultimamente urina na cama, horas não levanta e horas levanta e corre, o que pode ser??
Resposta:
Olá Ana, agradecemos o contato. Informamos que o Espaço Saúde tem apenas caráter informativo, e nunca irá substituir a consulta com um médico. Aconselhamos você a levar seu pai em um especialista, só ele poderá avaliar qual é a real situação da saúde dele. Caso queria, você pode pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, ou acessar nosso Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Boa sorte.
27/01/2012 18:28:17
sara
minha tem esclerose multipla e ela esta dando muita febre e normal, no saco dela esta sem andar a alguns mese, antes era apenas uma inflamacao na medula agora em outra ressonancia mostrou esclerose, o que podemos fazer...
Resposta:
Olá Sara,
Aconselhamos você a procurar o médico que está acompanhando o caso, para esclarecer todas as suas dúvidas. Ou buscar outra opinião para que seja feita uma avaliação da melhor forma de tratamento. Caso queira consultar um dos nossos especialistas, fique à vontade para pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, opção 3. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx
06/10/2011 21:42:28
Flávio
Sou portador de CIDP, diagnosticado desde 2005.Faço uso de imunoglobulina desde fev 2006.Poderia me indicar algum especialista no HIAE?Antecipadamente agradeço.
Resposta:
Olá Flávio, agradecemos seu interesse. Temos um serviço de Indicação Médica que irá lhe orientar qual especialista seria o mais indicado te atender. Entre em contato com o Fone Saúde, 11 2151-1233, opção 3, ou acesse o link do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.
Boa sorte, o Einstein terá enorme prazer em atendê-lo.
11/09/2011 14:09:34
adriana
meu pai esse mes ficou internado nesse hospital por 10 dias com pneumonia, ele tem leucemia linfatica, e trata com dr Nidia,vou marcar uma consulta com o sr, como eu faco, para mim seria mais facil no hospital seria possivel, e quantos aos exercicios eu ando de patins ha algum problema ?
Resposta:
Olá Adriana, para localizar o contato de algum profissional do Einstein consulte o "Indicador Médico" por meio do link http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Caso não encontre o médico que procura, entre em contato com a Central de Atendimento Albert Einstein pelo telefone (11) 2151-1233, opção 3 ou pelo e-mail fonesaude@einstein.br. Recomendamos que converse com o especialista sobre a indicação dos exercícios físicos. Boa sorte e continue acompanhando nosso portal.
11/09/2011 13:54:37
adriana cavotto
eu tenho esclerose multipla a 2 anos depois que tive um acidente na empresa por um tratatorzinho que passou no meu pe direito, houve tratura nos dedos , depois disso que descobri pomuitos exames feitos no fleuri que estava com essa doenca foi muito dificil de aceitar como ainda eu nao aceito, e nao estou levando a serio o tratamento, os fprmigamentos dos pes sao continuos, e conversando caom maria rosa luz , ela me enviou esse artigo, mas agora estou com medo de fazer os exames,
Resposta:
Olá Adriana, obrigado por compartilhar conosco sua experiência. É fundamental que, em casos como o seu, o tratamento seja feito de acordo com as orientações do médico. Recomendamos que converse com o seu médico sobre as suas dificuldades e dúvidas e juntos vocês poderem encontrar a melhor maneira de tratar os sintomas provocados pela Esclerose Múltipla. Se desejar consultar um de nossos especialistas, nossa equipe está à disposição. O telefone para contato é 11 2151-1233, opção 3, ou acessar a área do Indicador Médico no site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Desejamos sucesso em seu tratamento.
10/09/2011 15:41:30
Ana Paula
Excelente e esclarecedora materia.
Estão de parabéns
Ana Paula (Fisioterapeuta)
Resposta:
Olá Ana Paula, agradecemos seu contato e seu comentário. Esperamos sempre ajudá-la com o melhor conteúdo e as melhores informações em saúde. Além do site, temos outros canais que você poderá gostar. Nos acompanhe no Facebook (https://www.facebook.com/HospitalAlbertEinstein), Twitter (http://twitter.com/#!/hosp_einstein) e YouTube (http://www.youtube.com/user/HospitalEinstein).
04/09/2011 22:27:35
mesquita
Muito clara a mensagem sobre esclerose multipla.As vezes nao valorizamos queixas tao aparentemente banais(formigamento,perda do equilibrio,etc Parabens aos colegas!! Dr Mesquita
Resposta:
Olá Dr. Mesquita. Ficamos felizes por gostar de nosso conteúdo. Trabalhamos cada dia mais para trazer assuntos de grande interesse em saúde e bem-estar. Além do site, temos outros canais que o senhor poderá gostar. Nos acompanhe no Facebook (https://www.facebook.com/HospitalAlbertEinstein), Twitter (http://twitter.com/#!/hosp_einstein) e YouTube (http://www.youtube.com/user/HospitalEinstein).
04/09/2011 20:47:11
Geraldo Encarnação F
Li a reportagem na Veja sobre esclerose multipla....que é parecida com a "Sindrome de Devic" que minha esposa tem a nove anos. Existe alguma novidade a respeito desta doença ? Já usamos imunossupressores tipo Rituximabe, o unico que fez algum efeito até agora..
Obrigado
Resposta:
Olá Geraldo, ainda não temos nenhuma matéria sobre a Síndrome de Devic no site, mas este assunto entrará em nossa reunião de pauta para que seja preparada uma matéria bem completa. Caso queira uma opinião de um dos nossos especialistas, é só entrar em contato com o nosso serviço do Fone Saúde, 11 2151-1333. O Einstein terá o maior prazer em atendê-lo. Boa sorte.
03/09/2011 20:42:45
ADRIANA
a
A materia exibida na veja ficou super boa, Eu tenho 40 anos moro em Dourados MS. Tive diagnostico de Esclerose Multipla por 16 anos e hoje faço tratamento para Lyme que em alguns casos se passa po uma EM atipica. me coloco a disposicao 67
l179917 4788
M OBRIGADA
Resposta:
Olá Adriana, que bom que você gostou da matéria. Trabalhamos cada dia mais para trazer assuntos de grande interesse em saúde e bem-estar. Desejamos sucesso em seu tratamento e continue acompanhando nosso portal.
01/09/2011 21:43:26
ADRIANA
EU ADRIANA HOJE COM 40 ANOS , TIVE O RESULTADO DE ESCLEROSE MULTIPLA E TRATEI POR 16 ANOS. NADA FACIL AS MEDICACOES, HOSPITAIS E EXAMES. DEPOIS DESTA JA FORA FEITOS VARIOS EXAMES QUE DIZEM QUE SOU PORTADORA DE LYME. ONDE FACO O TRATAMENTO COM O DR IZAIAS QUE E DOUTOR EM LYME. SEI QUE O LYME EM CERTPS PACIENTES SE PASSA POR UMA ESCLEROSE DESCOA TIPICA
ME COLOCO A DISPOSICAO DO GRUPO SE PRESISAR
ADRIANA VANICE BELOTO TOPAL OBRIGADA
Resposta:
Olá Adriana, obrigado por compartilhar conosco sua experiência. Torcemos que você tenha sucesso em seu tratamento. Continue acompanhando nosso portal e nos enviando seus comentários.
31/08/2011 19:24:31
Patricia
Adorei a reportagem. Sou portadora EM assim como minha mãe.É gratifcante o estudo dessa enfermidade
31/08/2011 18:40:31
Patricia
Sou portadora EM tenho 30 anos e apesar 9 meses de tratamento com copaxone a doença já se encontra estabilizada. E tenho um predisposição genética pois minha mãe tb é portadora EM
Resposta:
Olá Patricia, obrigado por compartilhar sua história conosco. Continue acompanhando nosso portal e nos enviando seus comentários. Boa sorte e esperamos que você fique bem.
30/08/2011 19:50:51
Camila
Otima materia, muitas informações que auxiliam aos portadores a conhecerem mais sobre sua doença.
Resposta:
Olá Camila, que bom que nosso conteúdo lhe foi útil. Nosso objetivo é exatamente esse: fornecer sempre informações relevantes e de confiança para o público em geral. Continue acompanhando nosso portal e nos enviando sua opinião.
30/08/2011 10:27:10
Maria Rosa Luz
Parabéns e muito obrigada aos meus 2 médicos: Dr. Charles Tilbery e Dr. Rodrigo Thomaz! Graças à dedicação, atenção, atualização e profissionalismo destes 2 Neurologistas é que estou super bem , me tratando com os anticorpos monoclonais no Einstein. Que Deus os abençoe!
Reportagem muito esclarecedora, parabéns a "Página Einstein"!!
Resposta:
Olá Maria, agradecemos seu comentário e ficamos felizes por você estar bem. Encaminharemos seu elogio aos doutores Rodrigo Thomaz e Charles Tilbery para conhecimento, certamente eles também ficarão muito contentes com a boa notícia. Esperamos sempre ajudá-la com o melhor conteúdo e as melhores informações em saúde.
29/08/2011 20:16:19
Fábio Melo
Ótima reportagem sobre a Esclerose Múltipla, dou total apoio a informação sobre a doença, pois é pouco divulgado, nas mídias. Trabalho na Farmácia do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, onde temos o programa de dispensação de medicamentos para diversas patologias, entre elas a Esclerose Múltipla, fico grato em saber que estamos avançando nas pesquisas de imunossupressores e imunomoduladores. Parabenizo pela materia e ao grupo de colaboradores da saúde.
Resposta:
Olá Fábio, agradecemos seu comentário e ficamos felizes por gostar de nosso conteúdo. Trabalhamos cada dia mais para trazer assuntos de grande interesse em saúde e bem-estar. Continue acompanhando nosso portal e sinta-se à vontade para sugerir temas de seu interesse.
29/08/2011 08:57:45
Sergio Abucater
Além de esclaredora, muito objetivo o artigo podendo ajudar e muito aos portadores e familiares de uma enfermidade tão grave.
Resposta:
Olá Sergio, agradecemos seu comentário e ficamos felizes por gostar do nosso conteúdo. Esperamos sempre ajudá-la com o melhor conteúdo e as melhores informações em saúde.
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