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Gripe H1N1: dá para evitar?

A vacina contra o vírus Influenza A deve reduzir o contágio e o número de casos graves no País.

Nos próximos meses, o Brasil estará mobilizado para a vacinação contra o Influenza A – H1N1, vírus causador da gripe suína. O Ministério da Saúde prevê que 63 milhões de pessoas dos grupos definidos como de maior risco serão imunizadas. Além daqueles apontados como prioritários pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – profissionais de serviços de saúde, indígenas, grávidas em qualquer período da gestação e pessoas com doenças crônicas como asma, diabetes e cardiopatias –, o governo brasileiro incluiu crianças de 6 meses a 2 anos e adultos entre 20 e 39 anos. A decisão foi baseada na análise dos dados da primeira onda de pandemia ocorrida no País, que apontam uma incidência significativa de casos graves nessas faixas etárias.

Entre abril e dezembro de 2009, o Brasil registrou 39.679 casos da doença, com 1.705 óbitos. Será diferente este ano com a vacinação?

Há um consenso no meio médico-científico de que a vacinação reduzirá consideravelmente o contágio pelo vírus H1N1, assim como o número de casos graves e óbitos. Indiretamente, a ação trará benefícios também para as pessoas não vacinadas. Com milhões de indivíduos imunizados, haverá uma queda na circulação do vírus entre a população e, consequentemente, uma redução do risco de contágio.

Há mitos que precisam ser derrubados, como o de que a vacina poderia causar a gripe H1N1 na pessoa imunizada ou ser responsável por complicações em gestantes.

A vacina contra o H1N1 demonstrou eficácia de imunização (produção de anticorpos contra a doença pelo organismo do indivíduo) superior a 80% nos países em que já foi aplicada. Ou seja, nesse pouco tempo de utilização, observou-se que ela apresenta um índice semelhante ao da vacina antigripe comum, que protege contra outros tipos do vírus Influenza e pode ser tomada paralelamente à da H1N1.

A imensa maioria das pessoas não tem qualquer reação à vacina, segundo dados da OMS e avaliações feitas pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. No entanto, em alguns casos, têm sido registrados mais efeitos colaterais em pacientes que receberam a vacina contra o H1N1 do que naqueles vacinados contra a gripe sazonal, o que pode decorrer de uma vigilância maior por ser uma vacina nova. Os efeitos colaterais possíveis são: dor no local da aplicação da injeção, febre, dor de cabeça ou nos músculos e articulações. Esses sintomas costumam ser leves e duram um ou dois dias. Raramente, podem ocorrer reações alérgicas, como inchaços ou asma, por conta de hipersensibilidade aos componentes da vacina. A única contraindicação é para as pessoas que têm alergia a ovo, que não devem receber a vacina.

Há outros mitos que precisam ser derrubados, como o de que a vacina poderia, eventualmente, causar a gripe H1N1 na pessoa imunizada ou ser responsável por complicações em gestantes. A vacina adotada no Brasil é produzida com vírus inativado (morto) e fracionado. Ou seja, se alguém vacinado tiver gripe, ela terá sido provocada por um dos outros inúmeros vírus de gripe e não pelo H1N1. Em grávidas – um dos grupos de risco mais suscetíveis –, a vacina é especialmente importante, pois além de proteger a gestante, reduz em mais de 60% as chances dessa gripe nos bebês nos primeiros meses de vida.

Aqueles que não estão nos grupos de risco definidos pelo Ministério da Saúde e querem assegurar proteção contra o H1N1 têm como opção procurar clínicas e hospitais particulares que oferecerão a vacina, cobrando pela dose. Independentemente de vacinação, porém, é preciso manter os cuidados preventivos: evitar contato com pessoas gripadas e aglomerações, lavar sempre as mãos (ou usar álcool em forma de gel) e, se tiver sintomas gripais, cobrir o rosto ao espirrar, usar lenços descartáveis e lavar as mãos após contato com secreções respiratórias. Além disso, em caso de sintomas como febre alta, tosse, dor de cabeça, muscular e nas articulações, procure atendimento médico.

Publicado em 12/03/2010

30/04/2010 19:38

ana

Gostaria de saber se o eisntein está com a vacina contra h1n1 e gripe comum disponíveis???

Resposta:

Resposta:

Cara Srª Ana, primeiramente, agradeço seu contato. O interessado deve trazer o pedido médico de vacina ou levar sua carteirinha com todas as datas de vacinação, para que os prazos sejam checados e cumpridos. Antes de receber a imunização, todas as pessoas são submetidas a uma avaliação de risco, na qual respondem a várias perguntas para que seu histórico seja traçado. O Hospital Albert Einstein realiza a vacinação de H1N1 desde de maio de 2010, em pacientes acima de 6 meses de idade. Para mais informações, entre em contato com o Centro de Imunização do Hospital Albert Einstein, pelo telefone 11 3747-2255, opção 02, de 2ª a 6ª feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 13h.

30/04/2010 12:33

Daniela

Tomei a vacina H1N1 5 dias depois da vacina contra sarampo, caxumba e rubéola. Gostaria de saber se há algum problema. Grata, Daniela

23/03/2010 13:41

Noêmia

Não posso tomar a vacina contra a gripe comum porque sou alérgica a mercurio cromo e mertiolate (timerosol), segundo fui informada há alguns anos. Posso tomar a vacina contra a gripe suina? Tenho 71 anos. Podem me esclarecer sobre estes dois itens? Obrigada Noêmia

Resposta:

Resposta:

A concentração de mercúrio é de 25 microgramas por dose de 0,5ml e é usada para evitar crescimento de fungos ou bactérias. Esse mesmo conservante é utilizado rotineiramente também em outras vacinas, como na Tetravalente (indicada contra Difteria, Tétano, Coqueluche), na Meningite e na Tríplice Viral (vacina contra Caxumba, Rubéola e Sarampo).

Sugerimos que converse com seu médico. Ele é o único profissional que poderá indicar ou não a vacina H1N1 tendo como base seu histórico de saúde.

22/03/2010 18:45

Janaina

Essa reportagem que saiu na Veja comenta a respeito da venda da vacina em hostipais e clinicas. Eu gostaria de saber aonde eu posso comprar a vacina, pois eu tenho um bebê de oito dias e gostaria de saber se existe algum restriçãom medica a respeito de vacinar um recém nascido.

19/03/2010 20:59

Claudia

Gostaria de saber a partir de quando o Einstein estará oferecendo vacinação. Sei que é paga, mas na minha casa ninguém tem direito à vacina do Governo, pois eu e meu marido temos mais de 40 anos e meus filhos têm 4 anos. Eles naceram nesse hospital e foram prematuros.

19/03/2010 13:51

cristina abritta

Meu marido sofre de poliomiosite (Inflamação dos músculos) e por isto toma imunossupressores para diminuir a imunidade. Será que ele pode tomar a vacina?

Resposta:

Resposta:

É muito importante a avaliação e acompanhamento médico, procure sempre seu médico. Se precisar, poderá encontrar um especialista utilizando a nossa ferramenta "Indicador Médico" que está localizada em nossa home page.

19/03/2010 11:30

GISELE

BOM DIA QUERIA QUE VC S TIRASSEM UMA DUVIDA GERALMENTE TOMO UM REMEDIO QUE ALMENTA A MINHA IMUNIDADE O ENAX PASSADO PELO MEDICO QUERIA SABER SE POSSO TOMAR A VACINA AO MESMO TEMPO OBRIGADA PELA INFORMACAO

Resposta:

Resposta:

É muito importante a avaliação e acompanhamento médico, procure sempre seu médico. Se precisar, poderá encontrar um especialista utilizando a nossa ferramenta "Indicador Médico" que está localizada em nossa home page.

17/03/2010 15:09

Rafael Picado

essa reportagem que sai na revista veja, foi a mais completa que li, mas restou uma única dúvida. Uma pessoa com deficiência de IGA pode tomar a vacina? se alguem puder me responder, agradeço. Rafael Picado

16/03/2010 11:51

Thomaz Mauri

Quando estara disponivel a vacina no Hospital ? Tenho que cadastra-me com antecedencia devido a oferta ser menos do que a demanda, mesmo no setor privado...

15/03/2010 16:07

Rita

recebi e-mail alertando sobre riscos letais desta vacina,pergunto O QUE FAZER?cONTÉM MERCURIO,QUE FAZER?

Resposta:

Resposta:

A concentração de mercúrio é de 25 microgramas por dose de 0,5ml e é usada para evitar crescimento de fungos ou bactérias. Esse mesmo conservante é utilizado rotineiramente também em outras vacinas, como na Tetravalente (indicada contra Difteria, Tétano, Coqueluche), na Meningite e na Tríplice Viral (vacina contra Caxumba, Rubéola e Sarampo).

Sugerimos que converse com seu médico. Ele é o único profissional que poderá indicar ou não a vacina H1N1 tendo como base seu histórico de saúde.

15/03/2010 11:44

Anna Maria

Página Einstein, Excelentes informativos apresentados, toda semana, na Revista VEJA. Por meio deles busco outras informações no site indicado. Atenciosamente, Anna Maria

14/03/2010 22:09

anna maria pupo

Prezado (a) Sr. (a) Estou no grupo que não está definido para assegurar proteção contra o HINI. .Que clinicas e hospitais particulares devo procurar ? Sou moradora em Araraquara Atenciosamente anna maria

14/03/2010 20:02

sibele alves

Gostaria de saber se a vacina já está disponível e como faço para tomá-la. Eu não pertenço a nenhum grupo de risco. Obrigada.Sibele

14/03/2010 11:12

joao

nao deixe de ler !

14/03/2010 00:07

Priscila

Vocês tem a vacina contra H1N1?

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