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O coração no ritmo certo

As arritmias podem sinalizar problemas cardíacos graves. Novas tecnologias permitem que esses distúrbios sejam detectados e tratados a tempo.

O sistema elétrico do coração regula a frequência cardíaca conforme a necessidade de oxigenação do organismo: na maioria dos indivíduos, os batimentos giram em torno de 60 a 80 por minuto, podendo chegar acima de 100 nas atividades habituais ou ficar abaixo de 60 em repouso. Alterações nesse sistema fazem o coração bater em ritmo acelerado (taquicardia) ou lento demais (bradicardia). São as chamadas arritmias. Nem sempre elas têm maiores consequências, mas há casos em que podem representar um indício de doenças muito graves. Portanto, a sensação de que o coração perdeu o ritmo é um sintoma que não deve ser ignorado.

Há vários tipos de arritmias. Elas podem ter origem na parte superior do coração (átrios ou supraventriculares) ou nas câmaras inferiores (ventrículos). Dentre as arritmias supraventriculares, um tipo que merece atenção é a fibrilação atrial, que afeta parte considerável da população idosa. No Brasil, aproximadamente 1,5 milhão de pessoas sofrem da doença, que atinge 5% das pessoas com mais 69 anos. Acima dos 80 anos, a incidência chega a 8%, segundo dados das Diretrizes Brasileiras de Fibrilação Atrial da Sociedade Brasileira de Cardiologia. A fibrilação atrial pode causar fadiga, palpitações e desmaios. A consequência mais grave é a formação de coágulos no coração, que podem provocar um acidente vascular cerebral (AVC).

Nos ventrículos, a arritmia mais comum é a extra-sístole, batida precoce que o paciente percebe como uma batida a mais no coração. Algumas vezes, a extra-sístole evolui para quadros que requerem atendimento emergencial, a exemplo da taquicardia ventricular e do flutter ventricular – alteração no ciclo de freqüência cardíaca. E, nos casos extremos, chega à fibrilação ventricular, uma das principais causas de parada cardíaca e morte súbita no mundo. Cerca de 90% desses casos poderiam ser evitados se diagnosticados a tempo.

Investigação criteriosa

“A criação de Centros de Arritmia Cardíaca é uma tendência mundial. Tais centros contam com a experiência de médicos especialistas em arritmias cardíacas – os eletrofisiologistas – e disponibilizam tecnologia de ponta com o objetivo de agilizar o diagnóstico e oferecer o melhor tratamento para cada caso”, explica a Dra Márcia Makdisse, Gerente do Centro de Cardiologia do Hospital Israelita Albert Einstein.

É frequente que o paciente com arritmia não tenha um distúrbio grave no ritmo do coração e, sim, sofra de ansiedade ou estresse. Mas afastar a preocupação faz toda a diferença

“É frequente que o paciente com arritmia não tenha um distúrbio grave no ritmo do coração e, sim, sofra de ansiedade ou estresse. Mas afastar a preocupação faz toda a diferença”, observa a Dra. Fátima Cintra, cardiologista clínica e chefe do Centro de Arritmia Cardíaca do Hospital Israelita Albert Einstein. “Por outro lado, há o indivíduo que chega ao consultório dizendo estar ótimo e esconde uma arritmia preocupante”, acrescenta a médica.

A Dra. Denise Hachul, cardiologista clínica do mesmo setor, concorda. “Precisamos entender se existe alguma doença cardíaca associada à arritmia que possa gerar riscos mais graves, como o de uma parada cardíaca”, diz ela, ressaltando, ainda, a importância de se fazer uma avaliação clínica completa no paciente. “A regularidade das batidas do coração pode ser alterada pelo uso de medicamentos ou males como disfunção de tiróide, anemia, desidratação e infecções. A consulta precisa de muita conversa para se chegar ao diagnóstico”, explica.
Identificar o tipo e a origem da arritmia, portanto, é fundamental para determinar o grau de risco e os procedimentos mais eficazes para a prevenção de complicações. Para isso, a cardiologia dispõe de uma série de recursos de última geração. Mesmo exames consagrados têm passado por constantes aprimoramentos. O Holter – ou eletrocardiograma dinâmico –, que registra o batimento cardíaco do paciente em suas atividades cotidianas, 24 horas por dia, é hoje do tamanho de um celular. A versão mais moderna do eletrocardiograma dinâmico é o Web Loop Recorder, capaz de transmitir eletrocardiogramas por meio da internet.

Nem sempre, contudo, é possível identificar o problema por meio de exames não invasivos. Nesses casos, a opção é o estudo eletrofisiológico. Por meio de incisões na virilha são introduzidos cateteres com eletrodos, colocados em posições estratégicas do coração para possibilitar seu mapeamento elétrico. “O exame revela a localização do foco de origem da arritmia. Conseguimos ver se o problema situa-se nos ventrículos ou átrios ou se há feixes anômalos. A localização nos ventrículos indica situação mais grave, pois essas câmaras são responsáveis pela pressão e difusão do sangue para todos os órgãos, incluindo o cérebro”, esclarece o Dr. Mauricio Scanavacca, supervisor do Laboratório de Eletrofisiologia do Incor e Eletrofisiologista do Centro de Arritmia Cardíaca do Hospital Israelita Albert Einstein.

Com os sistemas mais atuais de estudo fisiológico, o eletrofisiologista é guiado por uma espécie de GPS: à medida que o cateter toca os tecidos, o computador desenha virtualmente o coração, fazendo o mapeamento eletro-anatômico. Esse processo é feito sob sedação profunda e permite alta no dia seguinte.

Avanços no tratamento

Quando o problema é localizado, há vários recursos para o tratamento das arritmias e a prevenção de episódios mais graves. O tratamento pode envolver o uso de medicamentos, mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, a realização da ablação por emissão de calor (radiofreqüência), em que cateteres introduzidos no coração fazem cauterizações para corrigir ou atenuar arritmias. “A técnica é um sucesso na maioria dos casos. Funciona com a máxima precisão, dispensando a necessidade de grandes incisões dentro do coração”, comenta o Dr. Angelo Amato de Paola, chefe do Departamento de Medicina da Escola Paulista de Medicina e eletrofisiologista do Centro de Arritmia Cardíaca do Hospital Israelita Albert Einstein.

A fibrilação atrial acomete um alto percentual da população com mais de 65 anos e provoca um quarto dos acidentes vasculares cerebrais

A ablação é mais eficaz do que o tratamento com remédios em pacientes com fibrilação atrial que não respondem à medicação. É o que mostra um estudo realizado entre 2004 e 2009 em 19 instituições de referência em cardiologia, incluindo a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O trabalho foi conduzido por pesquisadores da Loyola University Medical Center, de Illinois (EUA), e publicado em janeiro de 2010 no The Journal of the American Medical Association. “Ele mostrou que o sucesso da ablação gira em torno de 70%, contra 20% dos casos tratados com medicamentos”, informa o Dr. Ângelo, responsável pela pesquisa na Unifesp.

“A fibrilação atrial acomete um alto percentual da população com mais de 65 anos e provoca um quarto dos acidentes vasculares cerebrais. E a ablação pode ajudar a pessoa com essa doença a viver mais e com maior qualidade de vida.”, lembra o Dr. Claudio Cirenza, professor de cardiologia clínica na Escola Paulista de Medicina e eletrofisiologista do Centro de Arritmia Cardíaca do Hospital Israelita Albert Einstein. O AVC é uma das principais causas de morte no Brasil e a mais importante causa de incapacitação de pessoas no mundo.

“A relação entre a fibrilação atrial e o AVC acontece porque, quando o coração bate desordenadamente e de forma acelerada, como no caso da fibrilação, aumenta a chance de formação de coágulos na auriculeta – um apêndice do coração, sem função, que possui uma cavidade que lembra um dedo de luva. Os coágulos podem ser levados a qualquer parte do corpo, inclusive ao cérebro, provocando o AVC”, afirma o Dr. Eduardo Mesquita de Oliveira, cardiologista clínico do Hospital Israelita Albert Einstein.

“A mais nova alternativa, nesses casos, é o fechamento percutâneo da auriculeta por meio de um dispositivo em formato de guarda-chuva, inserido por cateter: o Amplatzer Cardiac Plug (ACP). “A técnica começou a ser usada recentemente no Brasil. Os estudos clínicos demonstram resultados equivalentes aos dos anticoagulantes orais na prevenção de fenômenos trombo-embólicos”, explica o Dr. Fabio Sandoli de Brito Jr, cardiologista intervencionista do Hospital Israelita Albert Einstein.

Doença silenciosa

A fibrilação atrial é mais comum do que se imagina e nem sempre é percebida pelo paciente. No ano passado, a Unifesp analisou centenas de milhares de eletrocardiogramas feitos pelas unidades de Assistência Médica Ambulatorial da prefeitura da cidade de São Paulo e identificou que 2% deles apresentavam o problema. Em uma amostra aleatória de 100 entrevistas, descobriu-se que a maioria dos doentes desconhecia ter arritmia e tampouco tomava anticoagulantes; 20% deles apresentavam frequência cardíaca alarmante, de 120 batidas por minuto.

81,6% dos pacientes com fibrilação atrial têm distúrbios respiratórios de sono, como apneia

Além da possibilidade de ter relação com AVC, a doença também pode estar ligada a outras enfermidades. Um artigo publicado na revista Sleep Medicine, com base em dados levantados pela Unifesp entre 2006 e 2007, revelou que 81,6% dos pacientes com fibrilação atrial têm distúrbios respiratórios de sono, como apneia. “Ao tratar desse mal, a pessoa tem chances de diminuir a arritmia”, afirma a Dra. Fátima Cintra

A fribrilação ventricular pode afetar ambos os ventrículos (direito e esquerdo), impedindo a contração muscular e o fluxo sistêmico, levando à parada cardíaca. Pode ocorrer em pessoas de qualquer idade e, muitas vezes, se manifesta em jovens e esportistas. Nesses casos, o atendimento com desfibrilador externo precisa ser imediato, para evitar lesões neurológicas irreversíveis.

Estão mais sujeitos a eventos súbitos de arritmia pessoas que já tiveram parada cardíaca ou com histórico familiar de morte súbita e função cardíaca comprometida por anormalidades estruturais do coração.

Salvação sob a pele

Quem apresenta risco acentuado de taquicardia deve ser submetido ao implante de desfibriladores automáticos. Sob a pele, esses aparelhos fazem a leitura do ritmo cardíaco, são programados para corrigir a pulsação nas ocorrências de taquicardia e, em casos extremos, dão choques para trazer o ritmo do coração à normalidade.

Para pacientes com bradicardias persistentes, a solução pode ser o implante de marcapassos, dispositivos que detectam as falhas do ritmo cardíaco e emitem impulsos elétricos para corrigi-las. São aparelhos de pequeno porte, implantados embaixo da pele e que não comprometem em nada o estilo de vida do paciente.

Tanto o marcapasso quanto o desfibrilador implantável tornaram-se ainda mais eficazes com o sistema de telemonitorização do doente. Ele registra as ocorrências do ritmo cardíaco, como pulso, arritmias e choques disparados e, em horários agendados, envia as informações ao centro médico. Isso é possível porque esses aparelhos são dotados de um microdispositivo para transmissão de sinais pela internet, usando a telefonia celular. Se os dados acusarem problemas, o médico entra em contato com o paciente e solicita uma visita. “O sistema permite um monitoramento mais adequado do paciente. Outra vantagem é que conseguimos regular o aparelho de forma a evitar choques inapropriados por erro de detecção”, observa a Dra. Fátima Cintra.

Cirurgias pouco invasivas e tratamentos híbridos

Na correção de arritmias, nem sempre o paciente está livre de cirurgia. Mas, hoje, muitos procedimentos cardíacos podem ser realizados sem a necessidade de abrir o tórax, por meio de cirurgias minimamente invasivas, reduzindo o tempo de recuperação e melhorando a qualidade de vida do paciente. No Brasil, as cirurgias cardíacas minimamente invasivas começaram a ser feitas pelo Dr. Robinson Poffo, coordenador do Centro de Cirurgia Cardíaca Minimamente Invasiva e Robótica do Hospital Israelita Albert Einstein. Ele já realizou mais de uma centena de cirurgias com essa técnica.

A cirurgia cardíaca minimamente invasiva já é uma realidade no Brasil, demonstrando excelentes resultados estéticos e funcionais

Um estudo publicado em 2009 na Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, compreendendo 102 pacientes submetidos à cirurgia cardíaca minimamente invasiva entre 2006 e 2008, mostrou excelentes resultados. Deste total, doze cirurgias foram para correção cirúrgica da fibrilação atrial por radiofreqüência. “É um procedimento seguro, eficaz e com baixos índices de mortalidade. A cirurgia cardíaca minimamente invasiva já é uma realidade no Brasil, demonstrando excelentes resultados estéticos e funcionais”, diz o Dr. Robinson Poffo.

A grande novidade nesse campo é o uso da robótica, uma tecnologia introduzida em 2010 na América Latina. Por meio de um console, o cirurgião maneja articulações mecânicas (“braços”) para realizar a cirurgia. O equipamento traz maior destreza, precisão e segurança e possui um sistema de captação de imagens digital de altíssima resolução.

A cirurgia robótica pode ser associada à ablação por radiofreqüência (cateteres introduzidos no coração fazem cauterizações para corrigir ou atenuar arritmias) no tratamento da fibrilação arterial. É a chamada terapia híbrida, ainda incipiente em todo o mundo. “Ela já é usada no Brasil e é recomendada para tratamento da fibrilação atrial arterial em pacientes que não respondem às demais técnicas. Nesse procedimento, cirurgião e eletrofisiologista trabalham juntos: o primeiro faz mini-incisões externas no tórax e ablação na parte externa do coração e o outro cuida da ablação interna”, explica o Dr. Robinson Poffo, Coordenador do Centro de Cirurgia Cardíaca Minimamente Invasiva e Robótica do Hospital Israelita Albert Einstein.

Atenção em todas as idades

Em geral, os tratamentos das arritmias são complementares e costumam incluir o uso de medicamentos. As drogas disponíveis, contudo, podem provocar efeitos colaterais como náusea, vômito, outras arritmias, bloqueios, bradicardias, hiper ou hipotireoidismo, alterações hepáticas, depósito de cristais nas córneas e outros. “Na Europa e nos Estados Unidos, as sociedades de cardiologia estudam duas novas drogas que se propõem a diminuir esses efeitos. A tendência é que elas sejam aprovadas também no Brasil”, comenta o Dr. Eduardo Mesquita.

Ele é responsável pelo ambulatório de cardiologia infantil do Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis e afirma que, apesar de pouco freqüentes, as arritmias podem atingir fetos, lactentes e crianças de diferentes idades. Na infância, a doença não costuma trazer problemas mais graves e tende a desaparecer com o tempo.

Quando a arritmia se manifesta em fetos, a mãe recebe uma medicação que chega ao feto pelo cordão umbilical. Nos demais casos, a investigação e a ação terapêutica são similares à adotada em adultos: medicação, ablação por radiofreqüência e dispositivos implantáveis (desfibrilador e marcapasso). Os equipamentos mais modernos são adequados ao tamanho da criança e têm a capacidade de acompanhar seu crescimento.

São muitos os recursos para diagnóstico e tratamento das arritmias. O mais importante, porém, é não deixar qualquer sintoma passar despercebido. A sensação de que o coração perdeu o ritmo é sempre um sinal que precisa ser investigado.

Publicado em 25/03/2011


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12/05/2012 13:51:26

Bruna

Olá, há alguns meses tenho sentido cansaço excessivo, dispnéia. Fui ao cardiologista que pediu exames, um deles referiu valva aórtica bicúspide e 2 arritmias em24 hrs,chegando a 150 bpm durante 20 min. O meu caso é sério? Cirúrgico ou medicamentoso? Obrigada!

Resposta:

Olá Bruna, Para uma avaliação mais detalhada e precisa, você deve procurar o médico que acompanha seu caso. Só ele pode esclarecer todas as suas dúvidas. Caso queira, disponibilizamos duas formas de indicação médica. Por meio da nossa Central Médica, pelo telefone 11 2151-1233, ou pelo nosso site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

09/05/2012 19:57:03

leandro nonato

Boa noite! Gostaria de saber sobre extra sistoles supraventricular isolada. Realizei um teste de esforço e o diagnostico durante o esforço foi: extra sistoles supra ventricular isolada segmento s- t sem anormalidades. E motivo para preocupação? Tenho 37 anos, peso: 94 kg altura 1,83 pratico ciclismo de estrada a 1 ano com distancia media de 40km.

Resposta:

Olá Leandro, agradecemos seu contato. Somente um especialista pode avaliar os seus exames e definir o diagnóstico correto. Caso queira agendar uma consulta com profissionais do Einstein, nossa equipe está à disposição. O telefone para contato é 11 2151-1233, opção 3. Boa sorte!

10/04/2012 08:27:23

Roger

Bom dia! Tenho arritmia extra sistole, ventricular e supra-ventricular chegando até 10mil arritmias sem remedios dia. Seria o caso de fazer ablação? Corre risco de morte? abraço, Obrigado

Resposta:

Olá Roger, Para uma avaliação mais detalhada e precisa, você deve procurar o médico que acompanha seu caso. Só ele pode esclarecer todas as suas dúvidas. Caso queira, disponibilizamos duas formas de indicação médica. Por meio da nossa Central Médica, pelo telefone 11 2151-1233, ou pelo nosso site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx

24/03/2012 16:48:59

Renne

olá queria compartilha um pouco minha aflição, tenho um problema no coração e nenhum medico conseguio detectar. meu coração esta batendo e derrepende da uma parada de dois segundos e volta a bater se arrastando e tambem sintos uns choqui sinto quase diariamente no horario de 9 as 11 e meia da manha, e quando eu arroto nesse horario jeralmente acontece isso por favor mim ajude que especialista eu vou? estou mim sentindo cada dia pior vou no medico e ele diz que e arritimia mim passa remedio mais estou pior.

Resposta:

Olá Renne, Para uma avaliação mais detalhada e precisa, você deve procurar o médico que acompanha seu caso. Só ele pode esclarecer todas as suas dúvidas. Caso queira, disponibilizamos duas formas de indicação médica. Por meio da nossa Central Médica, pelo telefone 11 2151-1233, ou pelo nosso site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

24/03/2012 10:22:55

vicente barrozo

ola gostaria de saber meu batimentos cardicos e de 48 a 50 datidas por minuto tenho 62 anos e sempre foi assim e normal por me responde obrigodo

Resposta:

Olá Vicente, Para uma avaliação mais detalhada e precisa, você deve procurar o médico que acompanha seu caso. Só ele pode esclarecer todas as suas dúvidas. Caso queira, disponibilizamos duas formas de indicação médica. Por meio da nossa Central Médica, pelo telefone 11 2151-1233, ou pelo nosso site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

22/03/2012 20:59:35

Márcio

Olá, fui atleta de pentatlo das Forças Armadas por 9 anos, e agora continuo sendo atleta em outra força por 7 anos, sendo que ao realizar exames para um curso, um dos médicos constatou que meu batimento cardiaco estava entre 48 e 51 batimentos por minuto...após descobrirem que eu era atleta minha situação melhorou um pouco....porém as vezes em atividade fisica ou repouso sinto um certo incomodo na respiração...porém dificilmente me sinto cansado e minha recuperação e muito rápida, me preoculpo

Resposta:

Olá Márcio, Agradecemos seu contato. Para emitir qualquer parecer, é importante que você faça uma avaliação médica.

18/03/2012 12:24:43

Juliana

Olá, realizei um Holter 24h e o resultado foi: Arritmias Ventriculares: 11 isoladas e Arritmias Supraventriculares: 1 isolada.Gostaria de saber mais sobre isso, riscos e tratamentos. Só tenho a referencia de 1 cardiologista e preciso ter uma segunda opinião

Resposta:

Olá Juliana, Agradecemos o seu contato. O Einstein terá o prazer em atendê-la. Para marcar consultas com um dos nossos médicos, você deve entrar em contato com a nossa Central de Atendimento, 11 2151-1233, ou acessar o site, na área do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

29/02/2012 11:21:27

KATIA MACHADO

ANDO SENTINDO PONTADAS E UMA ARDENCIA E FIQUEI COM A PRESSAO UM POUCO ALTA ,FUI PARA EMERGENCIA COM AS MAOS TORTAS , TOMEI MEDICAMENTOS ,FIZ ELETRO E EXAMES DE SANGUE NAO DEU INFARTO ,MAS CONTINUO COM BATIMENTOS DIFERENTES. TIPO TUM TUM TUM TUMMMMMM MAIS FORTE QUE CHEGO SENTIR NA GARGANTA,, O QUE FAÇO E QUE TIPO DE EXAMES DEVO FAZER, MEU PAI TINHA PROBLEMAS DE CORAÇAO . OBRIGADA!

Resposta:

Olá Katia, Infelizmente não podemos dar uma resposta por este canal. Aconselhamos você a procurar o médico que está acompanhando o caso, para esclarecer todas as suas dúvidas. Ou buscar outra opinião para que seja feita uma avaliação da melhor forma de tratamento. Caso queira consultar um dos nossos especialistas, fique à vontade para pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, opção 3. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

03/02/2012 21:09:49

helena

sinto que o meu coraçao bate diferente tomo propanolol 80mg por dia mas nao vejo muita diferença meu unico medo e depassar mal tenho que fazer exame de eletrofisiologia mas ainda nao tive corage.me ajude por favor.

Resposta:

Olá Helena, agradecemos seu contato. Aconselhamos você a procurar o médico que está acompanhando o seu caso, para esclarecer todas as suas dúvidas. Ou buscar outra opinião para que seja feita uma avaliação da melhor forma de tratamento. Caso queira consultar um dos nossos especialistas, fique à vontade para pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, opção 3. Você também pode dispor deste serviço pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Boa sorte.

05/10/2011 18:04:51

Cleia Marcia

Tenho 37 anos e em torno de 10 anos sinto aceleramento cardiaco. Faço anualemnte os exames cardiologicos e sempre aparecem normais. Holter, mapa, eletro, eco, sangue... Enfim. Ja medi no hospital diversas vezes com o oximetro e chega a mais de 240 batidas . Tenho medo, pois nao sei o que é ou que tratamento devo fazer. Sempre meu medico diz que está associado ao estress. Ja mudei de cardiologista e os resultados sao os mesmos. Gostaria de saber se tem algum exame especifico que pode me ajudar

Resposta:

Olá Cleia, agradecemos seu contato, mas este tipo de informação só pode ser dada após avaliação do seu estado de saúde. Aconselhamos você a procurar um especialista para um diagnóstico mais preciso e esclarecimento de todas as suas dúvidas. Caso seja do seu interesse, o Einstein terá o prazer em te atender. É só entrar em contato com a Fone Saúde, 11 2151-1233, opção 3, e marcar uma consulta com um dos nossos médicos. Você também pode dispor do serviço de Indicador Médico pelo nosso site, acessando a página do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Desejamos boa sorte.

09/09/2011 11:56:37

joana

Estou precisando de ajuda, apareceu em mim extra sistole, já fiz todos os exames nada foi diagnosticado. Sinto todos os dia , fico com medo, pois e muito chato. eu queria uma ajuda o que eu faço??

Resposta:

Olá Joana, você deve procurar um especialista para que ele faça um diagnóstico correto. Caso seja do seu interesse, para marcar consultas com um dos nossos médicos, você deve entrar em contato com a nossa Central de Atendimento, 11 2151-1233, ou acessar o site, na área do Indicador Médico http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx.

04/09/2011 20:31:10

mary

Eu sinto uma dor muito fina no coração, que me empata até de respirar.O que pode ser?Será que é por causa do stress, pois sou muito estressada.

Resposta:

Olá Mary, a informação médica via internet pode complementar, mas nunca substituir a relação pessoal entre paciente e médico. Uma consulta médica pressupõe diálogo, avaliação do estado físico e mental do paciente, sendo necessário aconselhamento pessoal com um profissional de saúde antes e depois de quaisquer exame e procedimento médico. Portanto, recomendamos que você procure um especialista para avaliar o seu caso e indicar o melhor tratamento. Caso queira, você poderá pedir uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, ou acessando o Indicador Médico em nosso site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Boa sorte.

30/08/2011 13:34:05

Aline monteiro

Ola sou Aline tento um filho de 2 meses e ele teve uma taquecardia o batimento dele chegou a 295 ele quase morreu,e hoje ele esta tomando medicamento ancoron e dogoxina gostaria de saber se tem mais alguma coisa pra ser feito obrigada!!

Resposta:

Olá Aline, agradecemos seu comentário, mas não temos como dar uma resposta tão precisa em relação a um tratamento de saúde por este canal. O Espaço Saúde visa apenas trazer informações em relação a determinado assunto e nunca poderá substituir uma consulta médica. Aconselhamos você a procurar o médico que acompanha o caso de seu filho, pois só ele poderá esclarecer suas dúvidas em relação ao tratamento. Se desejar uma segunda opinião, fique à vontade para solicitar uma indicação médica pela nossa Central de Atendimento, no telefone 11 2151-1233, ou acessando o Indicador Médico em nosso site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Desejamos boa sorte e sucesso no tratamento de seu filho.

15/08/2011 22:49:07

maria

eu tenho arritmia e fiz o eletro o resultado deu 1-ritmo sinusal-2distúrbio da condução do ramo direito ;3-efeito-dieletrico em derições do plano frontal; 4-alterçaõ da ventricular na face inferior.

Resposta:

Maria, agradecemos seu comentário. A informação médica via internet pode complementar, mas nunca substituir a relação pessoal entre paciente e médico. Pelas suas limitações, a internet não deve ser instrumento para consultas médicas, diagnóstico clínico, prescrição de medicamentos ou tratamento de doenças e problemas de saúde. Uma consulta médica pressupõe diálogo, avaliação do estado físico e mental do paciente, sendo necessário aconselhamento pessoal com um profissional de saúde antes e depois de quaisquer exame e procedimento médico. Caso seja de seu interesse, temos um serviço de indicação médica. Você pode tanto ligar para o Fone Saúde do Einstein, 11 2151-1233, opção 3, quanto acessar a área do Indicador Médico no site http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Boa sorte.

14/08/2011 18:34:35

Raphael

Minha filha tem 7 anos e reclamou de palpitação. Fez um eletro cardiograma e o resultado foi arritmia sinusal e extra-sístole supraventricular rara. Uma semana depois fez o holter e o resultado foi normal. Sem extra-sístoles e ritmo sinusal predominante. A médica disse para eu não me preocupar. Gostaria de uma segunda opinião. Obrigado

Resposta:

Olá Raquel, para solicitar uma indicação médica utilize a ferramenta "Indicador Médico" por meio do link http://www.einstein.br/hospital/Paginas/indicador-medico.aspx. Caso não encontre o médico ou a especialidade que procura, entre em contato com a Central de Atendimento Albert Einstein pelo telefone (11) 2151-1233, opção 3 ou pelo e-mail fonesaude@einstein.br. Boa sorte e continue acompanhando nosso portal.

12/08/2011 16:31:34

Stephan Paulino

Embora possa ocorrer, e é evidente que algumas pessoas tem a triste sorte de sofrer de algum problema do coração, é importante lembrar-nos e ressaltar, que verdadeiramente o coração trabalha com um mecanismo inexprimívelmente incrível e maravilhoso, e por todos nós ele é merecedor de admirações sem limites.

04/08/2011 10:33:07

maria eleide

passei por uma experiencia de arritimia,a que o coração acelera, e foi assustador. passei muito mal, quando cheguei o hospiital o coração estava batendo 240 por minuto.Gostei muito da materia, agora vou passar a ler para conhecer melhor o assunto e poder me prevvenir de um resultdo pior. Tambem gostaria de receber material informativo no meu email. Parabens, pela materia. Eu nunca fumei, nem bebo bebida alcoolica. Tenho a vida um pouco corrida. Sou advogada. tenho 44 anos,

Resposta:

Olá Maria, obrigado por compartilhar conosco sua experiência e que bom que gostou do nosso conteúdo. Para receber nossa newsletter, cadastre seu e-mail em nossa página inicial (einstein.br por email). Boa sorte e continue acompanhando nosso portal.

27/05/2011 20:20:23

Marta

gostei muito dessa materia.ajuda para que fiquemos atentos.pois eu sou hipertença e sinto as vezes o coraçao disparar, ja fiz eco ,eletro e holter mas nao foi detectado nada.

Resposta:

Olá Marta, obrigado pelo seu comentário. Trabalhamos cada dia mais para trazer assuntos de grande interesse em sáude em bem-estar. Por isso, fique à vontade para nos sugerir temas de seu interesse

05/05/2011 13:57:48

solange

muito bom ,este tema coraçaõ no ritmo certo, serviu para minha mãe, pois ele tem batiment em torno de,43 as vezes sobe derrepente vai até 10 á 144

29/03/2011 20:19:20

josiane

Sou fisioterapeuta e leio todos os temas da pagina einstein da revista veja meu pai é assinante, acho muito interessante os temas escolhidos continuem nos transmitindo conhecimento. Parabens

     
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