Anemia aplásica
Glossário de Saúde do Einstein
CID 10 - D61.0 D61.1 D61.2 D61.3 D61.8 D61.9
CID 10 - D61.0 D61.1 D61.2 D61.3 D61.8 D61.9
Também chamada de aplasia medular, essa doença rara aparece quando a medula óssea, responsável pela produção das células do sangue, reduz ou interrompe essa produção. Com isso, a quantidade de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas fica abaixo do normal ao mesmo tempo, condição conhecida como pancitopenia.
Ela pode surgir de forma rápida ou aparecer ao longo do tempo e pode atingir pessoas de qualquer idade. A causa mais comum é quando o sistema de defesa do corpo ataca essas células (doença autoimune). Também pode estar relacionada ao uso de alguns medicamentos, infecções virais, substâncias químicas tóxicas ou alterações genéticas.
Os sintomas da anemia aplásica estão relacionados à redução de cada tipo de célula sanguínea:
Em alguns casos, não há sintomas e a doença é identificada em exames de rotina.
A anemia aplásica pode ser classificada pela causa, pela gravidade ou pela origem.
Pela causa:
Pela gravidade:
Pela origem:
O Médicos(as) hematologistas, especialistas em doenças do sangue, avaliam os sintomas, o histórico de saúde e solicitam exames específicos para confirmar o diagnóstico da anemia aplásica. Os principais exames são:
A avaliação clínica também inclui histórico de exposição a substâncias tóxicas, uso de medicamentos, infecções
recentes e histórico familiar.
O tratamento depende da gravidade da doença, da idade da pessoa, da causa identificada e da disponibilidade de um
doador compatível para transplante de medula óssea. As opções incluem:
Na maior parte dos casos, não é possível prevenir a anemia aplásica. Algumas medidas podem reduzir o risco:
Não. A anemia aplásica não é um câncer, mas pode evoluir para outras doenças do sangue (hematológicas) malignas, como mielodisplasia e leucemia.
Sim. O uso de imunossupressão associados a agonista da trombopoetin e o transplante de medula óssea podem curar. Outros tratamentos também ajudam a controlar a doença.
O hemograma completo pode sugerir a doença, mas a confirmação exige biópsia da medula óssea.
O tratamento é feito por médicos(as) hematologistas.
Na maioria dos casos, não. Mas pode estar presente em doenças hereditárias raras, como a anemia de Fanconi, telomeropatias e outras.
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