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Einstein avança no ranking da Newsweek e mantém liderança no Hemisfério Sul

Hospital ocupa a 16ª posição no World’s Best Hospitals 2026, permanece como o mais bem colocado da América Latina e reforça atuação em assistência, ensino, pesquisa, inovação e impacto social

O Einstein ocupa a 16ª posição no ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a Statista Inc. Em relação ao ano anterior, a organização avançou seis posições e permanece, pelo sétimo ano consecutivo, como o melhor hospital do Hemisfério Sul e da América Latina, segundo a Newsweek.

A classificação reúne centros médicos de referência em 32 países e considera recomendações de profissionais de saúde e pacientes, além de indicadores de qualidade assistencial, segurança do paciente, resultados clínicos e a adoção de práticas de inovação

Selo World's Best Hospitals 2026

Para o presidente do Einstein, Sidney Klajner, o resultado reflete o esforço da organização em articular um sistema de saúde integrado, sustentável e orientado ao impacto social

“Estar entre os 20 melhores do mundo é um grande feito e estamos muito orgulhosos”, celebra. “O trabalho do Einstein está voltado à construção de soluções que contribuam para o aprimoramento e a sustentabilidade do sistema de saúde. Nosso foco está na formação de pessoas, na qualificação contínua do cuidado e na geração de um impacto positivo e duradouro para a sociedade”

Sidney Klajner, presidente do Einstein

Fachada do Einstein Hospital Israelita

Organização filantrópica que há 70 anos tem a responsabilidade social no centro de seu propósito

Fachada antiga Einstein

Fundado em 1955 pela comunidade judaica, o Einstein não tem fins lucrativos. O compromisso da organização com a responsabilidade social antecede a inauguração do hospital, quando voluntárias já atuavam na comunidade de Paraisópolis, no entorno das construções. Guiado pelos princípios judaicos de Mitzvá (Boas Ações) e Tsedaká (Justiça Social), o trabalho se ampliou e hoje, além da frente do Voluntariado, também abarca o Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis (PECP), o Projeto Einstein na Comunidade Judaica (PECJ), o Residencial Israelita Albert Einstein, e o Amigos Einstein da Oncologia e Hematologia (amigo_h)

Por meio de missões humanitárias, o Einstein leva, ainda, assistência a regiões remotas, com o objetivo de apoiar e fortalecer as redes locais de saúde e contribuir para que essas comunidades tenham acesso mais frequente e qualificado aos cuidados de que necessitam. Em 2025, o Einstein promoveu a missão humanitária Pari-Cachoeira, que levou assistência médica, cirúrgica e exames a comunidades indígenas de difícil acesso no Amazonas, totalizando 1.500 atendimentos em saúde

Sistema de saúde integrado, 

que conecta assistência, ensino, pesquisa e inovação

Fachada do Centro de Oncologia e Hematologia Einstein Família Dayan – Daycoval

O reconhecimento global do Einstein como um dos melhores hospitais do mundo reflete sua concepção como um sistema de saúde completo, que integra assistência, ensino, pesquisa e inovação

Essa integração entre as áreas facilita a troca
de conhecimento, aprimorando práticas assistenciais, fomentando a inovação, garantindo que avanços científicos se convertam rapidamente em benefícios para os pacientes e contribuindo para a transformação da saúde no Brasil

Um exemplo dessa atuação sistêmica é a cirurgia robótica - além de referência assistencial na especialidade, tendo realizado mais de 15 mil cirurgias com robôs nos últimos 18 anos, tanto em unidades públicas quanto privadas, o Einstein já capacitou mais de mil profissionais na área, 30% dos quais estrangeiros, tornando-se a principal plataforma de ensino em cirurgia robótica da América Latina

procedimento com HITHOC, que combina cirurgia robótica e quimioterapia aquecida para tratar tumores pleurais complexos.Imagem apresenta médico realizando cirurgia robótica

Fortalecimento do SUS por meio de gestão qualificada e projetos de amplo impacto social

O Projeto Vigilância Ambiental e Saúde Indígena (VIGIAMBSI) é uma iniciativa em parceria entre a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) do Ministério da Saúde e o Hospital Israelita Albert Einstein, realizada no âmbito do PROADI-SUS, com foco em fortalecer a vigilância ambiental nos territórios indígenas para reduzir riscos à saúde e apoiar decisões baseadas em dados científicos.

O Einstein administra 35 unidades públicas, incluindo nove hospitais, buscando a ampliação do acesso e a qualidade dos serviços. Por meio delas, foram realizados seis milhões de atendimentos de saúde no último ano

Além disso, desde 2009, o Einstein conduz projetos estratégicos no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), que já impactaram mais de nove milhões de pessoas, muitas delas em situação de vulnerabilidade, e capacitaram mais de 700 mil profissionais

Atualmente, são 45 iniciativas em andamento, como o VIGIAMBSI (Vigilância Ambiental e Saúde Indígena), que contempla a criação de uma plataforma nacional de dados ambientais e de saneamento para as aldeias indígenas, visando integrar e padronizar informações para maior agilidade e confiabilidade na análise de indicadores relacionados à saúde

Liderança em qualidade e segurança,

com mais de 25 certificações internacionais que comprovam, por rigorosas avaliações independentes, a excelência no cuidado

Escolhido por médicos em todo o Brasil como o melhor hospital do país, com base em critérios de qualidade, humanização, infraestrutura e tecnologia

Pesquisa Datafolha realizada em 2025, com mais de 600 médicos de todas as regiões brasileiras, mostrou que o Einstein é líder na opinião de 36% dos profissionais consultados

O levantamento avaliou instituições públicas e privadas a partir de 14 critérios, que incluem infraestrutura, qualidade assistencial, tecnologia, corpo clínico e especialidades médicas distintas. O Einstein foi considerado o melhor em seis especialidades

Corpo clínico e assistencial de excelência reconhecida no Brasil e no mundo, apoiado por tecnologia de vanguarda e inteligência ampliada

O Einstein reúne especialistas renomados e incentiva a evolução contínua desses profissionais por meio de iniciativas de capacitação, engajamento e incentivo à pesquisa. Em 2025, o ranking Best Specialized Hospitals, também da Newsweek, colocou o hospital como o melhor da América Latina em sete especialidades médicas: Oncologia, Gastroenterologia, Neurocirurgia, Ortopedia, Pneumologia, Endocrinologia e Ginecologia e Obstetrícia

A prática clínica de excelência é apoiada por tecnologias inovadoras para diagnóstico e tratamento dos pacientes, sobretudo na linha da medicina de precisão, das técnicas minimamente invasivas e da alta complexidade

Em 2025, por exemplo, o Einstein trouxe para o Brasil a tecnologia HIFU (High-Intensity Focused Ultrasound) para tratar tremores associados às doenças de Parkinson e Tremor Essencial, e implementou o HITHOC, que combina cirurgia robótica e quimioterapia aquecida para tratar tumores pleurais complexos
 

HITHOC, que combina cirurgia robótica e quimioterapia aquecida para tratar tumores pleurais complexos.
HITHOC, que combina cirurgia robótica e quimioterapia aquecida para tratar tumores pleurais complexos.Foto de cirurgia robótica realizada na unidade morumbi, representando o sistema einstein

Referência na educação em saúde

Notas máximas no ENADE e ENAMED, além de programas que acompanham os profissionais ao longo de toda a jornada acadêmica - do Ensino Técnico Integrado ao Médio (ETIM) até o Doutorado

Einstein fachadaNo ENAMED, prova anual que avalia a formação médica no Brasil, o Einstein figurou no seleto grupo de faculdades que receberam nota máxima (5). E, em 2025, os cursos de Medicina e Enfermagem do Einstein alcançaram a nota máxima (5) do MEC,

Pesquisa científica de relevância global

Com mais de 1.600 estudos publicados em 2025 em periódicos de alto impacto

Nos últimos anos, o Einstein se consolidou como catalisador da produção científica no Brasil, com pesquisas que geram impacto direto na vida das pessoas, influenciando protocolos de tratamento e políticas públicas, atraindo parcerias globais e ampliando o protagonismo do país no debate sobre o futuro da saúde. Em 2025, por exemplo, o Einstein apresentou um dos maiores estudos clínicos já realizados sobre tratamento pós-infarto agudo do miocárdio - a pesquisa NEO-MINDSET, que foi destaque no congresso anual da Sociedade Europeia de Cardiologia e publicada no New England Journal of Medicine (NEJM), uma das revistas científicas mais influentes do mundo

Einstein apresentou um dos maiores estudos clínicos já realizados sobre tratamento pós-infarto agudo do miocárdio - a pesquisa NEO-MINDSET, que foi destaque no congresso anual da Sociedade Europeia de Cardiologia e publicada no New England Journal of Medicine (NEJM),

Mais motivos que fazem o Einstein estar entre os melhores do mundo

  • Uma das organizações mais inovadoras do país, segundo o ranking Valor Inovação de 2025

    Com mais de 160 startups aceleradas em biotecnologia, equipamentos médicos e saúde digital. Com um histórico de 70 anos de pioneirismo, o Einstein se posiciona na fronteira do conhecimento. Isso inclui a implementação de tecnologias disruptivas, o uso de inteligência de dados para gestão clínica e a aplicação de terapias avançadas, como células CAR-T e NK

     

    Na área de Inteligência Artificial, o Einstein já adota mais de 60 soluções com uso de algoritmos em diversas áreas da organização - como na Central de Monitoramento (CMOA), onde dados monitorados em tempo real contribuem para a prevenção de eventos adversos nas internações

  • Uma das melhores organizações para se trabalhar no Brasil, entre todos os setores, de acordo com o ranking GPTW de 2025

    A gestão de pessoas no Einstein parte de uma visão integrada, que considera o bem-estar físico, mental e social dos colaboradores e cria condições para que trabalhem com propósito. Em 2025, o Einstein, que tem mais de 30 mil colaboradores, alcançou a décima terceira posição no ranking Great Place to Work, que avalia organizações de acordo com a experiência dos colaboradores em cinco dimensões: credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem

  • Protagonismo no debate sobre clima e saúde, com compromissos concretos em práticas sustentáveis, resiliência do sistema e ampliação da equidade

    Cerca de 75% da energia consumida nas operações do Einstein é proveniente de fontes renováveis. A organização também é a única do setor de saúde no Brasil a alcançar a nota A- no Carbon Disclosure Project, um dos principais indutores globais da agenda de descarbonização. O Einstein está à frente das discussões sobre como reduzir impactos das mudanças climáticas na saúde das populações por meio de fóruns e alianças globais dedicados ao tema, como COP e SXSW, além do desenvolvimento de tecnologias que geram mais acesso

    Em 2025, por exemplo, deu início ao Malar.IA, projeto que utiliza inteligência artificial para identificar o agente causador da malária em amostras de sangue. As mudanças climáticas têm impacto direto na dinâmica de doenças infecciosas como a malária, especialmente na Amazônia. O objetivo da iniciativa é acelerar o diagnóstico e fortalecer a vigilância em saúde em áreas de difícil acesso da região, que concentram 99% dos casos de malária registrados no Brasil, segundo o Ministério da Saúde

  • Conexão com os principais centros médicos do mundo, como Mayo Clinic, MD Anderson Cancer Center, Sheba Medical Center e City of Hope, para impulsionar a evolução da medicina e do cuidado

    O Einstein é membro-fundador da rede global Mayo Clinic Platform_Connect, iniciativa que conecta importantes organizações de saúde do mundo, como Mayo Clinic e Sheba Medical Center e Seoul National University Hospital, para acelerar a inovação por meio da análise de dados clínicos qualificados, seguros e anonimizados

    Além disso, em 2025, tornou-se também o primeiro membro internacional da CTMC Alliance, criada com o objetivo de fomentar o desenvolvimento e a oferta de terapias celulares para pacientes com doenças ainda sem opções terapêuticas eficazes