Difteria
Glossário de Saúde do Einstein
CID 10 - A36
CID 10 - A36
A difteria é uma infecção potencialmente grave causada por uma bactéria. Ela afeta principalmente as amígdalas, faringe, laringe e nariz. Por ser facilmente evitada por meio de vacina, é hoje rara em países com programas de imunização, como o Brasil.
O principal sintoma da difteria é a presença de placas de cor branco-acinzentada na garganta, que dificultam a respiração. Outros sintomas incluem dor de garganta, febre e inchaço da região afetada. Pode atingir a pele e mucosas do corpo.
A difteria é causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae. Ela pode ser transmitida pelo contato direto com gotículas ou lesões de pessoas infectadas.
O diagnóstico da difteria é feito a partir da avaliação dos sintomas e de exames que detectam a presença da bactéria em secreções da garganta ou em lesões na pele.
A vacinação é o método de prevenção mais eficiente contra a difteria. No Brasil, ela está disponível gratuitamente no SUS.
O tratamento contra a difteria é feito com um soro para conter a toxina produzida pela bactéria e com antibióticos para conter a infecção.
Os sintomas da difteria surgem de dois a cinco dias após a exposição e a doença permanece transmissível, em média, por duas semanas. O tratamento pode levar algumas semanas.
A difteria pode ser transmitida pela tosse, espirro ou pelo contato com lesões de pele de pessoas infectadas.
Pessoas não vacinadas podem contrair difteria mais de uma vez. Reforços da vacina devem ser aplicados, de acordo com os programas de vacinação e recomendação médica.