Fibrose pulmonar
CID 10 - J84.1
- Doença
CID 10 - J84.1
A fibrose pulmonar é uma doença que causa enrijecimento e a formação de cicatrizes no tecido dos pulmões. Com o tempo, os pulmões perdem elasticidade, dificultando a respiração e a oxigenação do sangue.
As causas podem incluir doenças autoimunes, exposição a poeiras tóxicas, uso de certos medicamentos e infecções pulmonares. Em muitos casos, a origem é desconhecida. A doença afeta principalmente pessoas com mais de 65 anos, sendo mais comum em homens. No entanto, também pode ocorrer em mulheres e, mais raramente, em crianças e jovens.
Os principais sintomas da fibrose pulmonar incluem:
A gravidade e a velocidade de progressão variam. A evolução pode ser lenta ou, mais raramente, apresentar piora súbita, com risco de insuficiência respiratória.

A fibrose pulmonar pode se apresentar de diferentes formas, sendo as principais:
O diagnóstico da fibrose pulmonar é feito por um(a) pneumologista, especialista em doenças pulmonares. A avaliação envolve consulta clínica detalhada, exames de imagem e testes, entre eles:
A fibrose pulmonar não tem cura, mas o tratamento ajuda a controlar os sintomas e a retardar a progressão da doença. As principais abordagens incluem:
O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a evolução da doença, ajustar o tratamento e prevenir complicações.
Nem todos os casos podem ser prevenidos. Algumas medidas ajudam a reduzir o risco:
É uma doença crônica que provoca o endurecimento e a formação de cicatrizes no tecido dos pulmões. Essas alterações dificultam a respiração e reduzem a quantidade de oxigênio que o corpo consegue absorver.
A fibrose pulmonar pode ser classificada como leve, moderada, grave ou muito grave. Essa divisão é feita pelos médicos com base nos sintomas e nos resultados dos testes de função pulmonar, que avaliam o quanto os pulmões conseguem captar e transportar oxigênio.
A doença é mais comum em pessoas com mais de 65 anos, especialmente homens. No entanto, pode afetar adultos mais jovens e, em casos raros, até crianças.
Sim. Em algumas pessoas, os sintomas podem piorar de forma rápida e inesperada. Essa piora súbita é chamada de exacerbação aguda e pode causar falta de ar intensa, com risco de insuficiência respiratória. Nestes casos, é importante procurar atendimento médico imediato.
Embora não tenha cura, a doença pode ser controlada com tratamentos que ajudam a aliviar os sintomas e a retardar a sua progressão. As opções incluem medicamentos antifibróticos como pirfenidona e nintedanibe, além do nerandomilast, um novo medicamento que apresenta resultados promissores em pesquisas clínicas. Também podem ser indicados oxigenoterapia, reabilitação pulmonar e, em casos graves, transplante de pulmão.
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