Filariose linfática
Glossário de Saúde do Einstein
CID 10 - B74
CID 10 - B74
A elefantíase, também chamada de filariose linfática, é uma doença parasitária tropical que afeta os gânglios e vasos linfáticos. É transmitida por mosquitos infectados pelo verme Wuchereria bancrofti, que é transmitido pela picada do mosquito Culex infectado com suas larvas.
A maioria dos casos de filariose linfática é assintomática. Casos raros e graves podem causar inchaço nas pernas, braços e órgãos genitais, além de aumentar o risco de infecções bacterianas frequentes que endurecem e engrossam a pele.
A filariose linfática é causada pelo verme Wuchereria bancrofti, que é transmitido pela picada de um mosquito infectado.
Além da análise dos sintomas, o diagnóstico de filariose linfática envolve exames de sangue para identificar a presença do parasita no corpo.
A filariose linfática é evitada pelo combate aos seus vetores, os mosquitos, em áreas onde a doença é endêmica. Isso deve ser feito com inseticidas, mosquiteiros e eliminando depósitos de água parada.
A filariose linfática é tratada com medicamentos que matam o verme causador da doença. Eventuais complicações podem exigir cuidados específicos.
Como muitos casos de filariose linfática são assintomáticos, a doença pode permanecer não diagnosticada por anos. Quando identificada, o tratamento dura cerca de duas semanas.
A filariose linfática não é contagiosa entre seres humanos. Sua transmissão ocorre pela picada de mosquitos infectados, que atualmente se resumem a poucos locais no Brasil.
É possível contrair a filariose linfática mais de uma vez.