Síndrome da angústia respiratória do recém-nascido
Glossário de Saúde do Einstein
CID 10 - P22.0
CID 10 - P22.0
A síndrome da angústia respiratória do recém-nascido, conhecida pela sigla SARN, é um distúrbio respiratório causado por pulmões ainda não plenamente desenvolvidos, comum em bebês prematuros.
Sintomas da síndrome da angústia respiratória do recém-nascido incluem respiração acelerada, ruídos ao respirar e pele azulada nos lábios e dedos da criança. Geralmente, o quadro surge nas primeiras 24 horas após o nascimento.
A síndrome da angústia respiratória do recém-nascido ocorre quando o pulmão do bebê ainda não produziu em quantidade adequada uma substância que mantém o órgão inflado, chamada de surfactante. Ela costuma ser insuficiente em nascidos antes da 34ª semana de gestação.
O diagnóstico da síndrome da angústia respiratória do recém-nascido envolve a análise dos sintomas e medições da oxigenação sanguínea, através de oxímetro e exames de sangue. Um raio X pode identificar pulmões com sinal do quadro.
Nem sempre é possível evitar a síndrome da angústia respiratória do recém-nascido. Mas, em gestações com risco de parto prematuro, terapia pré-natal com esteroides pode reduzir o risco de a condição ocorrer.
Se o risco de síndrome da angústia respiratória do recém-nascido aparecer em exames pré-natais, o tratamento pode começar já na gravidez, com injeções de esteroides. Após o nascimento, remédios e suporte respiratório são usados conforme critério médico.
A duração da síndrome da angústia respiratória do recém-nascido depende de quão prematuro é o bebê e da resposta ao tratamento. O problema pode se resolver em poucos dias, ou levar meses para ser solucionado por completo.
A síndrome da angústia respiratória do recém-nascido não é contagiosa.
A síndrome da angústia respiratória do recém-nascido é uma condição que afeta o bebê em seus primeiros meses de vida, então só pode ocorrer nesse momento da vida.