Taquicardia supraventricular
Glossário de Saúde do Einstein
CID 10 - I471
CID 10 - I471
Também chamada de taquicardia supraventricular paroxística, é um tipo de batimento cardíaco irregular (arritmia), caracterizada por uma aceleração repentina dos batimentos do coração que se origina nas câmaras superiores do órgão (átrios).
Durante uma crise, o coração pode bater entre 150 e 220 vezes por minuto, enquanto o batimento normal varia entre 60 e 100 por minuto em repouso. Essa condição pode afetar pessoas de todas as idades, inclusive crianças, e pode surgir tanto em corações saudáveis quanto em corações com alguma doença.
Os principais sinais da taquicardia supraventricular incluem:
Em bebês e crianças pequenas, os sintomas podem ser menos claros e incluir alimentação ruim, alteração na cor da pele e batimentos acelerados. Algumas pessoas não sentem nenhum sintoma.

A taquicardia supraventricular pode ser classificada em:
Esses são os tipos mais comuns da doença. Além deles, existem formas menos frequentes de taquicardia supraventricular, que podem envolver mecanismos elétricos mais difíceis de identificar e tratar. Entre essas condições encontram-se:
O diagnóstico da taquicardia supraventricular é feito pelo cardiologista, especialista em doenças do coração, e inclui:
O tratamento varia conforme a gravidade dos episódios. As opções são:
Quando a taquicardia supraventricular é de nascença, não há como prevenir. Para os casos adquiridos, é possível reduzir os riscos com:
É quando acontece batimento cardíaco irregular (arritmia) em que os batimentos aceleram e partem das câmaras superiores do coração. As causas podem estar presentes desde o nascimento ou relacionadas a outras doenças cardíacas ou pulmonares.
Os sintomas mais comuns incluem palpitações, dor no peito, tontura, falta de ar, suor excessivo e sensação de desmaio. Em algumas pessoas, não há sintomas.
Na maioria dos casos, não representa risco de vida. No entanto, pode ser perigosa em pessoas com outras doenças cardíacas graves.
Sim. Muitas formas da doença podem ser curadas com o procedimento de ablação por cateter, que elimina os focos de batimentos anormais.
Alguns tipos podem estar presentes desde o nascimento e ter componente familiar, mas nem todos os casos são hereditários.
Na maioria dos casos, não é grave. Mas pode ser séria se a pessoa tiver outros problemas cardíacos.
Medicamentos, manobras, cardioversão, ablação ou implantação de marcapasso.
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