Os cigarros eletrônicos, também conhecidos pelo termo em inglês vapes (que vem do verbo vaporizar), têm se popularizado cada vez mais, principalmente entre os mais jovens.
Embora sejam frequentemente promovidos como uma opção menos prejudicial do que o cigarro convencional, estudos mostram que o uso desses dispositivos pode representar sérios riscos à saúde.
Assim como o cigarro, eles contêm substâncias químicas que, quando inaladas, podem afetar os pulmões, o sistema cardiovascular e também prejudicar outras áreas do organismo. Além disso, a venda, a importação, o armazenamento, o transporte e a publicidade de cigarros eletrônicos são proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que dificulta a regulamentação de seus componentes.
Em 2024, a Resolução da Diretoria Colegiada RDC n° 855/2024 reforçou também a proibição de uso dos vapes em recintos coletivos fechados, sejam eles públicos ou privados.
A seguir, conheça quatro perigos pouco conhecidos dos cigarros eletrônicos:




