Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), anualmente, cerca de 130 milhões de crianças nascem no mundo com algum tipo de cardiopatia congênita – um tipo de malformação no coração que surge ainda nas primeiras semanas de gestação. Só no Brasil, estima-se que a doença acometa cerca de oito a dez crianças em cada mil nascidos vivos, e que mais de 21 mil bebês necessitem de algum tipo de intervenção cirúrgica para sobreviver.
Embora o diagnóstico cause impacto na vida da família, especialistas reforçam que a condição não precisa ser encarada como uma barreira. Um paciente com cardiopatia congênita pode ter uma vida quase normal em praticamente todas as situações, desde que adote boas práticas diárias.




