É fundamental reforçar que a hora correta de procurar um médico é no exato momento em que sentir as dores laterais. A partir das suspeitas e da presença de um profissional especializado, com um exame clínico, o diagnóstico pode ser confirmado e os procedimentos para o tratamento serão iniciados.
Vale destacar que, em alguns casos, pode ser solicitada a internação do paciente para o tratamento. Tenha em mente que isso é importante e que não deve haver resistência.
Se você for a pessoa com apendicite, siga todas as orientações médicas. Já se estiver acompanhando alguém com o quadro, aconselhe a cumprir com as ordens do profissional. Isso é importante porque, na maioria dos casos, o tratamento envolve um procedimento cirúrgico — processo importante para reduzir as chances de progressão do quadro e evitar a sepse.
Nesse caso, o corte é pequeno e as cicatrizes quase não aparecem. Depois da cirurgia, é necessário evitar esforços por cerca de 15 dias e dormir de barriga para cima, para não se apoiar na pele em cicatrização.
Além de se manter em alerta nos sinais que o corpo dá, vale a pena mencionar que é possível diminuir as chances de ter apendicite ao ter hábitos saudáveis no dia a dia. Uma alimentação equilibrada, com ingestão de alimentos ricos em fibras e de bastante água, ajuda a prevenir problemas intestinais e, consequentemente, o acúmulo de fezes no apêndice.
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Revisão técnica: Alexandre R. Marra, pesquisador do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE).