Para indivíduos que enfrentam esse problema de saúde, é crucial manter uma higiene adequada do pênis diariamente. Isso envolve suavemente retrair o prepúcio e lavar a região com água morna, seguida de uma secagem delicada. Evite o uso de sabonetes líquidos e lenços umedecidos.
Além disso, é importante lavar as mãos após usar o banheiro para prevenir a transmissão por contato. Durante as relações sexuais, o uso de preservativos especialmente concebidos para pele sensível é recomendado.
Em certos tratamentos, pode ser aconselhável o uso de antifúngicos tópicos por uma a três semanas, conforme prescrição médica. Em situações mais graves, medicamentos orais e esteroides tópicos de baixa potência podem ser recomendados. Isso é especialmente relevante quando se investigam possíveis condições associadas, como diabetes mellitus.
No caso de balanite recorrente, a cirurgia de circuncisão pode ser considerada. Em algumas situações, a balanite pode ser decorrente de uma IST (infecção sexualmente transmissível) — nesses casos, as pessoas que tiveram contato sexual com o indivíduo infectado também devem procurar avaliação médica.
Revisão técnica: Erica M. Zeni, médica da Unidade de Pronto Atendimento do Hospital Israelita Albert Einstein. Possui graduação e residência em Clínica Médica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e residência em Medicina Interna pela Universidade de São Paulo (USP). Também possui pós-graduação em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium Latinoamérica Medicina Paliativa, em Buenos Aires, Argentina.