Diante da descrição das condições que provocam a calvície, é possível perceber que cada caso é desencadeado por uma causa diferente. Fatores genéticos e ambientais podem se somar para gerar a perda de cabelo. Além disso, a queda dos fios pode ser afetada por condições psicológicas, hormonais ou de natureza autoimune.
Todavia, existem algumas opções para que homens afetados pelo problema reduzam o impacto da deterioração da cobertura capilar. Ainda que, em muitos casos, não seja possível reverter a queda do cabelo, os resultados costumam ser satisfatórios — principalmente, nos estágios iniciais da calvície.
Entre as alternativas mais adotadas, estão:
- tratamentos farmacológicos — com medicamentos de diferentes classes, que atuam regulando a função hormonal por meio de diferentes mecanismos;
- tratamentos a laser ou com luzes de LED — têm como intuito estimular a circulação sanguínea no couro cabeludo;
- transplante capilar — indicado para casos com grau grave de comprometimento. O procedimento é feito por meio de uma cirurgia, em que são retirados bulbos capilares da nuca ou da lateral da cabeça, implementando-os na área já atingida pela calvície.
Todo tratamento para a calvície masculina deve ser feito com indicação médica, inclusive, diante dos riscos e dos possíveis efeitos colaterais. Por isso, é importante jamais se automedicar ou seguir orientações com base no que dizem amigos ou familiares.
O médico dermatologista é o profissional indicado para lidar com esse quadro, garantindo que o tratamento proposto contribua para redução do impacto que a perda dos cabelos gera.
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Revisão técnica: Alexandre R. Marra, pesquisador do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE).