No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (ficando atrás apenas do de pele não melanoma). É considerado um câncer da terceira idade, pois cerca de 75% dos casos acontecem em homens com mais de 65 anos.
O aumento na incidência da doença ocorre justamente pela melhora e evolução dos métodos diagnósticos e também pela maior expectativa de vida da população. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos, mas a maioria cresce tão lentamente, que não chega a dar sinais durante a vida e nem ameaça a saúde do homem.
Por isso, é cada vez maior o número de homens diagnosticados com câncer de próstata de baixo risco (clinicamente localizado) que optam pela vigilância ativa do tumor. Isso significa que eles preferem não ser submetidos imediatamente aos tratamentos convencionais — que incluem a retirada total da próstata (prostatectomia) e a radioterapia, por exemplo.
A seguir, entenda como funciona esse processo:




