Considerado uma neoplasia maligna em estágio inicial, o carcinoma in situ recebe esse nome por dois motivos: porque é formado por células anormais com capacidade de se multiplicar descontroladamente; e porque essas células anormais estão contidas em uma determinada região do órgão (in situ é um termo em latim que significa “no lugar”) e não têm capacidade de se disseminar para estruturas adjacentes, como vasos sanguíneos e vasos linfáticos. Ou seja, o carcinoma in situ não é invasivo e, portanto, não se espalha para outras partes do corpo.
Já o câncer invasivo se caracteriza por acometer estruturas mais profundas e dessa forma, torna-se invasivo ou infiltrativo, sendo que as células cancerígenas alcançam a corrente sanguínea ou linfática e têm a capacidade de se disseminar para outras partes do corpo. Nesse estágio, ocorre a metástase, atingindo outros órgãos que não os inicialmente afetados.
A maioria dos cânceres in situ é curável se for tratada antes de progredir para a fase de câncer invasivo.




