Geralmente, os cálculos são assintomáticos e não necessitam de tratamento. Mesmo assim, recomenda-se fazer um acompanhamento médico para evitar complicações.
Quando sintomático, o tratamento da colecistite aguda geralmente ocorre no hospital, podendo incluir: jejum, para descansar a vesícula biliar, fluidos para prevenir a desidratação, medicação para dor, antibióticos para tratar a infecção e a remoção da vesícula biliar quando indicado. Essa cirurgia, é chamada de colecistectomia .
Em relação à prevenção, como ocorre com outras doenças, quem tem colecistite deve mudar a dieta e adotar um cardápio à base de proteínas magras, como aves ou peixes, evitando o consumo de alimentos ricos em gordura, incluindo produtos lácteos integrais.
Após a recuperação, recomenda-se fazer cinco a seis refeições menores por dia, o que fará a bile se normalizar no trato digestivo. Uma grande refeição pode prejudicar o sistema e produzir espasmos na vesícula biliar e nos ductos biliares.
Estar acima do peso também aumenta a probabilidade de desenvolver cálculos biliares. Para atingir um peso saudável, reduza as calorias e aumente a atividade física. O exercício reduz o colesterol e, quanto mais baixo o nível de colesterol, menor a chance de obter cálculos biliares.
No entanto, se você está se esforçando para perder peso, não perca mais de um a dois quilos por semana. A rápida perda de peso aumenta o risco de desenvolver cálculos biliares.
A colecistite tem cura e, geralmente, os cálculos são assintomáticos e não necessitam de tratamento. Mesmo assim, recomenda-se fazer um acompanhamento médico para evitar complicações.
Revisão Técnica: Sabrina Bernardez Pereira, Médica Economia da Saúde Hospital Israelita Albert Einstein, especialista em Cardiologia pela SBC/AMB, doutorado em Ciências Cardiovasculares UFF (Universidade Federal Fluminense).