O câncer de mama costuma ser mais comum em mulheres acima dos 50 anos. Em 10% dos casos, no entanto, a doença surge uma década antes e a preocupação sobre o quanto o tratamento pode impactar na fertilidade passa a ser debatida.
Caso a paciente receba a indicação da quimioterapia, há um risco de que a medicação comprometa a reserva de óvulos e, em algumas situações, antecipe a menopausa. No caso da cirurgia e da radioterapia — outras ferramentas terapêuticas —, o impacto na fertilidade é menor.
De acordo com João Bosco Oliveira, imunologista e diretor médico da Genomika Einstein, se o diagnóstico ocorrer enquanto o tumor tiver menos de um centímetro de tamanho, as chances de cura podem ultrapassar os 90%, e o tratamento tende a ser menos agressivo. “A prioridade nesses casos sempre será o tratamento adequado do câncer”, explica.




