Quando fazemos um exame de sangue de rotina para avaliar a saúde do coração, os primeiros resultados que costumamos conferir são os que apontam os níveis de colesterol (que indica risco de aterosclerose e, consequentemente, de infarto) e a hemoglobina glicada (que sinaliza o risco de desenvolver diabetes tipo 2, um fator de risco cardiovascular bastante conhecido).
Os cinco exames clássicos avaliados são colesterol, glicemia (níveis de açúcar no sangue), peso corporal ou medida da cintura (para determinar obesidade), hipertensão arterial e, mais recentemente, a qualidade e duração do sono.
Mas existem outros indicadores importantes para a saúde cardíaca, que muitas vezes são deixados de lado e podem ser úteis para determinar mudanças de estilo de vida ou até abordagens clínicas para prevenção. São eles: colesterol não-HDL, creatinina, enzimas hepáticas (TGO e TGP) e lipoproteína (a). São parâmetros conhecidos como “fatores de risco cardiovascular emergentes”.




