Reconhecido como uma doença crônica severa, o tabagismo é até hoje uma das principais causas evitáveis de morte em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o abuso do produto está associado ao fim de mais de 8 milhões de vidas por ano.
Um relatório recente da OMS estima que cerca de 1,25 bilhão de pessoas façam uso ativo do tabaco. Essa quantidade de usuários representa uma incidência de aproximadamente um fumante entre cada cinco adultos ao redor do globo.
O grande problema do cigarro é sua alta concentração de nicotina. Liberada na queima do tabaco, tal substância química é rapidamente absorvida pelo pulmão e, em poucos segundos, chega ao cérebro por meio da corrente sanguínea. Ali, ela se conecta a receptores específicos, provocando sensação de prazer e relaxamento.
Em períodos de estresse exacerbado, essa sensação pode ser interpretada como uma “válvula de escape” a ansiedade e frustrações cotidianas. Com o tempo, isso cria e reforça um ciclo de dependência, no qual a pessoa passa a apresentar dificuldades mentais e até físicas sem uma dose de nicotina.




