Embora não exista cura, o espectro autista tem tratamento, capaz de melhorar a qualidade de vida dos pacientes, tornando-os mais independentes e sociáveis. Na maioria dos casos, um time multidisciplinar é indicado, já que cada profissional trabalhará uma dificuldade específica.
Costuma-se indicar acompanhamentos com:
- análise aplicada de comportamento: tem o objetivo de reduzir comportamentos nocivos e estimular condutas positivas;
- ludoterapia: jogos e brinquedos trabalham a interação social e questões sensoriais da criança;
- fonoaudiologia: orienta a criança no desenvolvimento verbal e gestual;
- habilidades sociais: simula interações do cotidiano a fim de melhorar o comportamento social do paciente;
- medicamentos: embora não existam medicamentos para o autismo, alguns remédios ajudam com possíveis problemas emocionais manifestados pela pessoa autista, como ansiedade, agressividade, depressão, estresse, hiperatividade, impulsividade e alterações de humor.
Como visto, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição que afeta o neurodesenvolvimento da pessoa, além de ser um problema bastante comum em nossa sociedade. Nesse sentido, a recomendação é observar os sintomas mencionados e buscar um profissional especializado em autismo para realizar o diagnóstico o quanto antes. Assim, a criança terá um desenvolvimento mais adequado para lidar com suas dificuldades.
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Revisão técnica: Alexandre R. Marra, pesquisador do Instituo Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE).