Com variantes mais contagiosas do coronavírus, tornou-se necessário o reforço na proteção facial. Por esse motivo, as máscaras chamadas de N95 (certificadas pelo órgão americano NIOSH), ou também conhecidas como PFF2 (certificadas pelo INMETRO), popularizaram-se. Estas apresentam um potencial de filtragem maior e impedem que partículas aerossóis (menores que as gotículas) passem.
Esse é o modelo de máscara que pode ser indicado para locais fechados, com pouca ventilação e/ou com pessoas com sintomas de COVID-19, pois são espaços que apresentam maior risco de contaminação.
Por esse motivo, são recomendadas aos profissionais de saúde. Outra vantagem: não há a necessidade de trocá-las a cada duas horas, sendo possível utilizar o acessório por um tempo maior.
Além disso, é possível destacar os diferentes tipos de PFF2, como:
● com elásticos na cabeça: ajustam-se mais ao rosto e oferecem mais proteção;
● com elásticos na orelha: também protegem bem, desde que estejam bem posicionadas na face, ideal para quem não pode utilizar o modelo anterior;
● sem válvula: permitem uma maior vedação, garantindo uma maior proteção;
● com válvula: pouco recomendadas contra à COVID-19 pois, embora facilite a respiração, não há filtro na passagem de ar, aumentando o risco de contágio.
Vale ressaltar que as máscaras N95/PFF2 não devem ser lavadas nem higienizadas com álcool. Podem ser utilizadas apenas uma vez, mas caso não opte pelo descarte, deixe-as em repouso, em um espaço com bastante circulação de ar, por cerca de cinco dias antes de um novo uso.