Na década de 1970, o minoxidil foi introduzido no mercado farmacológico como um medicamento oral para o tratamento de hipertensão. No entanto, após testes apontarem que ele trazia como efeito colateral o estímulo do crescimento capilar, o remédio foi adaptado para uma formulação tópica, pensada especificamente para os cuidados com o cabelo.
A ação do minoxidil está ligada a uma interação enzimática do produto com as células foliculares do corpo. Esse processo prolonga o tempo em que os fios estão em sua fase de crescimento (anágena), aumentando assim seu comprimento e sua espessura. Da mesma forma, ele também leva a um encurtamento da fase de queda (telógena), o que significa que estimula os folículos a transitarem mais rapidamente para sua fase de crescimento.
Esse medicamento costuma ser indicado para combater casos de afinamento de cabelo ou queda gradual em mulheres, bem como para a reversão do progresso da alopecia androgenética (mais conhecida como “calvície”) nos homens. Off-label, o minoxidil também tem sido usado para preenchimento de barba e sobrancelhas, além do tratamento de alopecia areata e alopecia cicatricial.




