De acordo com um levantamento da OMS, em 2016, mais de 1,9 bilhão de pessoas adultas acima de 18 anos no mundo estavam acima do peso, e 650 milhões delas eram obesas. No Brasil, uma pesquisa do IBGE apontou que 96 milhões de indivíduos estão acima do peso e 41 milhões são considerados obesos.
O desenvolvimento da obesidade está ligado a fatores genéticos, transtornos alimentares, ambientais e determinantes reguladores. As mudanças sociais e de hábitos influenciam diretamente o ganho de peso das populações, como mostram os dados da pesquisa Vigitel, que afirma que o brasileiro teve uma alimentação menos saudável nas últimas décadas.
O consumo de feijão, alimento básico no país, caiu de 67,5%, em 2012, para 61,3%, em 2016, por exemplo. O estudo ainda diz que somente uma, entre três pessoas adultas, comem hortaliças e frutas durante a semana.
A Atenção Primária, ou seja, o tratamento preventivo, é fundamental para evitar e reduzir os casos de obesidade. Isso inclui programas de alimentação e atividade física, que incentivem as pessoas a adotar uma dieta balanceada e a praticar exercícios físicos regularmente.
Nos casos em que a doença já se instalou, é imprescindível buscar ajuda médica para entender as causas específicas do problema e receber orientações sobre qual é o melhor caminho para tratá-la, como reeducação alimentar ou cirurgia bariátrica.
Nesse sentido, é preciso ressaltar os perigos da automedicação para emagrecer. Além de muitos dos remédios disponíveis no mercado não serem funcionais, também podem provocar efeitos colaterais sérios, e que pioram a situação do paciente. A obesidade é uma patologia grave e requer o acompanhamento de médicos especialistas, o que permite a você recuperar a saúde sem correr perigo.
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