A doença de Parkinson é uma condição neurodegenerativa progressiva que atinge cerca de 10 milhões de pessoas no mundo. Ela faz com que o cérebro apresente dificuldade na produção do neurotransmissor dopamina.
Não existe nenhum exame de sangue ou de imagem que faça o diagnóstico da doença — ele é essencialmente clínico, baseado na análise da história clínica e dos sintomas apresentados pelo paciente. Para isso, o neurologista analisa, sobretudo, os sinais motores:
- Lentidão nos movimentos;
- Dificuldade ao caminhar;
- Tremores;
- Dificuldades de marcha;
- Dificuldades de equilíbrio;
- Rigidez ao longo do tempo.
Apesar desses mais conhecidos, existem também os sintomas que não são relacionados aos movimentos, que costumam se manifestar antes mesmo dos motores. Dentre eles, estão o sono agitado e fragmentado, a diminuição do olfato (hiposmia), a constipação intestinal e episódios de depressão.
Com o decorrer do quadro clínico, após os 15 primeiros anos da doença, outros sintomas não motores podem se apresentar. Isso inclui dificuldades cognitivas e até demência.
Veja também: Dia Mundial da Conscientização do Parkinson: conheça mais sobre a doença




