Não, muito pelo contrário. As alopecias mais comuns são as chamadas não cicatriciais – aquelas em que o cabelo volta a crescer. E dentro desse grupo há várias possíveis causas:
Eflúvio telógeno - ocorre quando há uma queda abrupta, associada a um aumento da perda diária de cabelo. Manifesta-se três ou quatro meses após um fator desencadeante, porque há uma transição repentina dos fios da fase anágena para a telógena. Pode ser agudo, devido a uma causa passageira, ou crônico (quando o cabelo cresce, mas volta a cair), impactando tanto o volume quanto o comprimento.
Alopecia androgenética - a popular calvície, é determinada geneticamente e afeta homens e mulheres, podendo começar na adolescência ou na vida adulta. Enquanto nos homens aparece mais na coroa e nas entradas, nas mulheres costuma acometer a região central do topo da cabeça.
Alopecia areata - está associada a uma condição autoimune e leva à perda de pelos e cabelo de forma irregular, deixando grandes áreas calvas. É uma doença crônica de evolução imprevisível, com períodos de melhora e piora.
Alopecias cicatriciais - ocorrem quando um processo inflamatório do couro cabeludo leva à morte do folículo piloso e forma cicatrizes. Há vários tipos, mas em todos os casos a perda pode ser irreversível. O tratamento é mais difícil e deve-se fazer acompanhamento o mais cedo possível.