Se você está passando por transtornos alimentares, é essencial dar início ao tratamento o quanto antes. Dificilmente a própria pessoa compreende que precisa de ajuda, por isso, é importante que os conviventes e amigos estejam atentos ao cenário.
O tratamento é feito por uma investigação realizada individualmente. Varia de acordo com a gravidade do caso e com o histórico clínico do paciente. Normalmente, é realizado de forma multidisciplinar. Psicólogos, psiquiatras e nutricionistas precisam estar nessa rede de tratamento.
A parte psicológica tem que ser trabalhada para que os hábitos alimentares sejam reeducados. Os profissionais da saúde mental ajudam o paciente a ressignificar a sua relação com o próprio corpo e colocar a mente em ordem.
O nutricionista e/ou nutrólogo também tem um papel fundamental de apoio e orientação. Esse profissional auxilia na qualidade e na quantidade da alimentação, ajudando a controlar as compulsões. É uma verdadeira superação vencer o transtorno alimentar, pois envolve a análise de uma série de fatores que desencadeiam o problema.
Sem o acompanhamento de profissionais qualificados, fica ainda mais difícil curar a doença. Mesmo porque, muitos não aceitam que estão doentes ou não reconhecem que precisam de ajuda. É uma questão muito preocupante e que precisa ser bem cuidada.
A família e os amigos têm um papel muito relevante nesse aspecto. Isso porque a compreensão faz com que a pessoa se sinta acolhida e cuidada. Com certeza, ter essa rede de apoio faz diferença nos resultados do tratamento!
O transtorno alimentar pode levar alguém a uma vida muito conturbada. Tenha atenção às pessoas ao seu redor quando perceber algum comportamento compulsivo. Observe seus comportamentos também, pois se trata de uma doença séria e que precisa ser devidamente tratada.
Gostou de entender mais sobre o assunto? Consegue identificar melhor as peculiaridades dos transtornos alimentares? Acompanhe nosso blog e fique por dentro de nossas melhores dicas para ter hábitos mais saudáveis em sua rotina.
Revisão técnica: Alexandre R. Marra, pesquisador do Instituo Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE).