A partir de planejamento prévio, feito com base em imagens da anatomia do paciente, a cirurgia consiste na retirada de cartilagem e ossos lesionados para substituí-los pelos componentes da prótese. O cirurgião faz o ressecamento (retirada) da cabeça do fêmur e coloca em seu interior uma haste de metal ou cerâmica.
Na parte superior dessa haste é instalada uma esfera que funcionará como a nova cabeça desse osso. No acetábulo, após removida a cartilagem danificada, é colocada uma cúpula. Entre essa cúpula e a esfera é instalado um componente para garantir o menor atrito possível no contato dessas duas superfícies.
As próteses podem ser cimentadas (usando um cimento ortopédico) e não cimentadas (são próteses mais porosas, que ‘grudam’ sob pressão no osso do paciente). Cada uma delas tem vantagens e desvantagens. A melhor escolha para cada caso é definida em comum acordo entre médico e paciente.
O paciente é estimulado a andar com apoio de andador ou muleta já no dia seguinte da cirurgia. O ideal é que a fisioterapia comece ainda na fase de internação, prosseguindo depois da alta por um período de três a seis meses.
De duas semanas a dois meses depois da cirurgia, o paciente já poderá andar sem a necessidade de apoio (muletas, andador ou bengala). Em seis meses, estará pronto para retomar plenamente suas atividades de rotina.
Neste artigo, você descobriu o que é artrose de quadril e como tratá-la. Além disso, viu quais são os sintomas e como o diagnóstico pode ser realizado. Agora, você tem informações importantes que podem ajudar a identificar os sintomas e procurar orientação médica.
Você também sente dor nos ombros? Aproveite que está por aqui e descubra o que pode ser!