Considerado por muitos como o “mal do século”, o sedentarismo é um tipo de estilo de vida caracterizado pela baixa realização de atividades físicas e esportivas, que promovam a movimentação corporal. O problema afeta pessoas de todas as idades, incluindo crianças e adolescentes, expostos desde cedo a computadores, celulares, TVs e videogames.
Uma vida sedentária pode levar a um funcionamento mais lento do organismo e, consequentemente, a uma baixa no gasto calórico diário. Na prática, isso aumenta o risco de doenças como obesidade, hipertensão e diabetes, além de diminuir a massa óssea e a flexibilidade das articulações.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 81% dos adolescentes que frequentam escolas em todo o mundo não cumpriram as recomendações atuais de pelo menos uma hora de atividade física por dia. Especificamente no Brasil, a prevalência da condição era de 83,6% em 2016, segundo o documento da OMS.
Os efeitos nocivos do sedentarismo não se limitam à saúde física — os reflexos também podem ser mentais, como maior irritabilidade, mau humor, isolamento, dificuldade de concentração, raciocínio lento e até problemas de socialização.




