A dificuldade para dormir tem sido um problema cada vez mais comum. Parte do problema está no estilo de vida hiperestimulado, em que o contato com as telas tornou-se constante.
A luz produzida pela tela do celular ou do computador dificulta os processos naturais do corpo de preparação para o descanso, como a secreção da melatonina. Esse hormônio é responsável por regular nosso ciclo circadiano (o “relógio biológico”), que sinaliza para o corpo a hora de acordar e de dormir, além de organizar o funcionamento do metabolismo para alimentação, trabalho, exercício físico e, finalmente, relaxamento.
Rotinas que não respeitam a média mínima de sono para um adulto — que deve ser de sete a nove horas por noite, segundo o Ministério da Saúde — também representam um grande impacto à saúde. A longo prazo, esses hábitos prejudiciais podem levar ao desenvolvimento de distúrbios como insônia crônica, privação de sono e síndrome do sono insuficiente.




