A imunidade de uma pessoa é definida pela capacidade de seu sistema imunológico manter as células de defesa ativas para reconhecer e combater bactérias, vírus, fungos, parasitas ou até mesmo células cancerígenas. Essa “habilidade” do organismo pode ser adquirida tanto naturalmente, por exposição prévia, quanto por meio da imunização.
Nosso sistema imune é dividido em inato — primeira linha de defesa, que inclui barreiras como a pele e mucosas — e adaptativo, aquele que se adquire com o tempo e exposições do indivíduo, seja por infecções ou por vacinação. Existe também a imunidade passiva, na qual ocorre a transferência de anticorpos entre indivíduos, como nos bebês que recebem os anticorpos da mãe durante a gestação.
Em geral, não há necessidade de se monitorar a imunidade. Manter uma boa alimentação, fazer exercícios físicos regularmente e dormir bem já resultam nesse equilíbrio do organismo.
Eventuais problemas devem ser diagnosticados corretamente para estabelecer um tratamento adequado. Por exemplo: pessoas que apresentem sintomas como resfriados e gripes muito frequentes, muito estresse, problemas gastrointestinais recorrentes, feridas que demoram a cicatrizar, infecções sucessivas ou cansaço excessivo podem ter imunidade baixa.
Nesses casos, deve-se procurar um médico, e não recorrer a soluções supostamente fáceis e milagrosas. A seguir, conheça alguns dos principais mitos e verdades acerca da imunidade:




