A psicologia positiva teve início com pesquisadores norte-americanos que buscavam compreender “o que faz a vida ser digna de ser vivida”. Martin Seligman, fundador dessa abordagem, acreditava ser necessário ampliar a visão do tratamento psicológico, retirando o foco dos problemas e dos transtornos mentais.
Para isso, considerou que um dos principais objetivos da psicologia positiva seria promover os pontos fortes e os recursos psicológicos que são capazes de melhorar a qualidade de vida das pessoas.
Esse movimento atua em três áreas de investigação científica, nos níveis subjetivo, individual e grupal. Saiba mais:
- Nível subjetivo: estudo dos valores, do bem-estar subjetivo, do otimismo, da esperança e da felicidade.
- Nível individual: busca conhecer os traços positivos relacionados às características de cada pessoa como, por exemplo, suas habilidades interpessoais e seus talentos.
- Nível grupal: são analisadas virtudes comunitárias, para que os indivíduos se tornem cidadãos responsáveis, altruístas, tolerantes e éticos
O papel da intervenção positiva é auxiliar a pessoa a construir uma vida prazerosa, engajada, com senso de propósito e significado.
Como você pode ver, existem diversos tipos de abordagens dentro da psicoterapia. Contudo, o psicólogo é o profissional que pode analisar o seu caso e então orientá-lo para a psicoterapia mais adequada.
Revisão técnica por: Renata de Sousa e Karen Borges, psicólogas do Einstein, e Daniel Oliva, psiquiatra do Einstein.