Diante de uma sociedade cada vez mais acelerada e orientada pela lógica da superprodutividade, dormir passou a ser visto como um luxo. O “normal” seria dormir pouco para, assim, conseguir cumprir todas as tarefas do dia a dia. Mas esse hábito pode cobrar um alto custo para a saúde – mesmo para quem acredita “funcionar bem” com menos tempo de sono.
O ideal não é, necessariamente, dormir por muitas horas consecutivas. O segredo está em garantir uma noite de sono na qual o corpo consiga descansar adequadamente. Segundo o Ministério da Saúde, isso é sinônimo de uma média de sete a nove horas na cama por noite.
Contudo, entre a população existe uma vasta diversidade de cronotipos. Essa característica se refere à necessidade natural de sono de acordo com cada “relógio biológico”. Na prática, significa que algumas pessoas podem se sentir despertas e produtivas mesmo com rotinas compostas por pouco tempo de sono (como quatro ou seis horas por noite).




