As lesões que acometem jogadores de futebol, em sua maioria, não conseguem tirá-los de suas atividades. Contudo, podem afetar sua saúde mental.
Afinal, quando a lesão ocorre, o trauma físico e o afastamento demandam um processo lento que envolve, por exemplo, a descoberta do real diagnóstico pelo ortopedista e equipe médica, tratamento farmacológico, recuperação, repouso, fisioterapia, entre outras necessidades.
Esses fatores envolvem recursos financeiros e mentais que podem desencadear problemas como estresse e preocupação.
O processo de pós-recuperação envolve certa ansiedade e entusiasmo para voltar a praticar suas atividades, além de sentimentos que podem ser negativos, como insegurança, medo de uma nova lesão e ter que passar por todo o processo novamente. Também existe o receio de que, na volta, sua performance seja comprometida.
Isso acontece principalmente com atletas de alto rendimento, pois também dependem de seu trabalho para obterem ganho ou renda.
A questão da lesão não necessariamente leva a quadros graves de ansiedade ou depressão. A menos que o atleta tenha variadas ocorrências e reincidências e, aí sim, isso acabe por comprometer de forma substancial sua saúde mental.




