Durante a gestação, o principal risco de a gestante não ter a quantidade indicada de ácido fólico em seu organismo é a ocorrência de malformações fetais. Podemos citar a espinha bífida (formação incompleta da medula espinhal) e a anencefalia (desenvolvimento incompleto do cérebro).
Mas isso não é tudo! Questões como lábio leporino, partos prematuros, abortos e nascimento dos bebês com peso abaixo do recomendado também são possíveis riscos associados a um baixo consumo de ácido fólico.
No entanto, também há riscos que estão presentes ao longo de toda a nossa vida, incluindo pessoas de ambos os sexos. Eles são:
- problemas cardíacos;
- alguns tipos de câncer;
- doença de Alzheimer;
- acidente vascular cerebral;
- questões psicoemocionais, como depressão e ansiedade;
- irritabilidade;
- anemia;
- falta de energia;
- problemas com memorização e concentração, entre outros.
Agora você descobriu se o ácido fólico ajuda a engravidar e tirou as suas dúvidas sobre a participação dessa vitamina em todo o processo de gestação. Por fim, agende uma consulta com um especialista para que ele possa orientar sobre a gravidez em todas as etapas. Contar com ajuda especializada é fundamental!
Agora, aproveite para conferir outra postagem que pode ter tudo a ver com o seu momento atual. Conheça os principais sintomas iniciais da gravidez e saiba identificar o início desse momento mágico da sua vida.
Revisão técnica: Alexandre R. Marra, pesquisador do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE).