A cirurgia para implante de uma prótese que substituirá a articulação desgastada (artroplastia) é indicada quando não há resposta satisfatória ao tratamento conservador. Além da técnica convencional, atualmente, esse procedimento pode ser realizado com o auxílio de robô.
Ambas as técnicas apresentam excelentes resultados para o paciente. A opção a ser utilizada será definida pelo médico cirurgião. A cirurgia robótica agrega precisão ao procedimento, com total segurança para o paciente.
Tudo começa com o planejamento cirurgia, com o exame físico detalhado do paciente, e a definição de técnica, tipo e tamanho dos implantes, baseando-se nas radiografias. Para a cirurgia, a anestesia mais utilizada é a raquidiana, mas a geral e o bloqueio do nervo da perna são opções que poderão ser utilizadas.
Elas são definidas pelo cirurgião e pelo anestesista, levando-se em consideração parâmetros do próprio paciente. No procedimento, que pode durar de duas a três horas, o cirurgião remove as cartilagens lesionadas, faz os cortes ósseos planejados e implanta os componentes da prótese.
No dia seguinte à cirurgia, o paciente é incentivado a andar com apoio de andador ou muleta. A fisioterapia também começa ainda na fase de internação, sendo estendida por um período de três a seis meses depois da alta. O tempo de internação gira em torno de três a quatro dias.
Dentro de um a dois meses, o paciente já poderá andar sem auxílio de apoios (muleta ou andador). Em até seis meses, o paciente retomará gradativamente suas atividades de vida diárias.