A Organização Mundial da Saúde (OMS) define “morte materna” como o óbito em consequência de problemas diretamente relacionados ou agravados pela gravidez. Sendo assim, ela representa tanto as fatalidades ocorridas durante a gestação quanto aquelas dentro de um período de 42 dias após o parto.
Trata-se de um problema mundial de saúde pública, que atinge principalmente os países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, como o Brasil. Não à toa, a OMS intitulou a campanha de 2025 do Dia Mundial da Saúde — celebrado anualmente no dia 7 de abril — como “Healthy beginnings, hopeful futures” (em tradução livre, “começos saudáveis, futuros promissores”).
Segundo um levantamento da OMS divulgado em março de 2025, cerca de 300 mil mulheres perdem a vida devido à gravidez ou ao parto a cada ano. Isso equivale a uma a taxa global de 223 mortes por 100 mil nascidos, e uma média de aproximadamente uma morte a cada dois minutos no mundo.
No Brasil, o Painel de Monitoramento da Mortalidade Materna, plataforma do Ministério da Saúde, estima uma média de 68.270 mortes por ano entre 2014 e 2023.
Mas quais são as complicações que mais causam mortes maternas no mundo? Conheça sete delas e como se precaver contra seus riscos.




